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    January 08

    ANJO AZUL X FOLIA DE RUA EM OUTRO SITE

    ACESSEM htt://meukotidianomulticultural.blogspot.com

    AS ANJINHAS

    AS ANJINHAS, é um coletivo de mulheres, nas diversas etnias e profissões, em busca de cidadania,  tendo AS PROFISSIONAIS DO SEXO do BECO , da lanchonete ANJO AZUL de  CIDA e CORRINHA e o  CANTINHO da LUCILA, como inspiradoras MUSAS  dessa  luta em busca de cidadania,   homenageia  todas as meninas  da  região : Pavilhão do Chá, Praça João Pessoa, Assembléia Legislativa, Palácio do Governo, Tribunal de Justiça,  Ponto de Cém Réis, Rua Duque de Caxias, Av. General Osório, Rua da Areia  e Praça Antenor Navarro.
     
    A nova entidade tem sede própia no Centro Cultural  de Terceiro Setor Thomáz Mindello, localizado  a Av, General Osório, S/N , ao lado  do edifício 18 andares, centro  histórico.  Foi  fundada  em Reunião  de Assembléia   na  sede  da ASSOCIAÇÃO CULTURAL e RECREATIVA  ANJO AZUL, na presença das sócias Ednamay Cirilo Leite, ( fundadora e autora  da idéia do  bloco), Cristine Emmanuelle, Mary Agra, Antonia Eronildes, Lia Mana,Gracinha Farias, Dulcivania  Lins, Fernanda Alves,  Adneuse Targino, entre outros e outras sócias  da Asociação Cultural E recreativa Anjo Azul.
    Fundada às dezoito horas ,do dia dezoito, do mes  de abril ,do ano  da graça de dois mil e sete, ano em que  nosso sítio  histórico passa a ser TOMBADO como PATRIMÔNIO NACIONAL.
     

    CENTRO HISTÓRICO DE JOÃO PESSOA

    AS ANJINHAS
     
    por Ednamay
     
    O bloco carnavalesco ¨AS ANJINHAS ¨é o primeiro da ASSOCIAÇÃO CULTURAL  E RECREATIVA ANJO AZUL,  filhote do bloco pioneiro  na revitalização  carnavalesca  de nosso barroco centro histórico ,  Anjo Azul desde 14 de fevereiro de 1994 ,resgata a fantasia da COLOMBINA  e a ORQUESTRA DE FREVOS.
     AS ANJINHAS  - o bloco sensual, cheiroo e dengoso é um coletivo feminino, foi fundado oficialmente em  18 de abril de 2007,data do aniversário de  Ednamay Cirilo, durante reunião com as sócias da Associação Cultural e Recreativa Anjo Azul, na sede localizada no  terceiro setor Thomás Mindello, avenida General Osório, S/N.
     
    2007 ano em que  finalmente nosso  centro histórico passa   a ser  Patrimõnio Nacional, numa  proposta da ACERHVO ( Associação Centro Histórico Vivo), que  vinha  tentando desde 2000... o prefeito Ricardo Coutinho, juntamente com o IPHAN -lNSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL , levaram a sério e ganharam a solicitação...
     
     João Pessoa e seu sítio histórico, terceiro mais antigo do Brasil, oficialmente  cidade histórica
     
    O bloco ¨AS ANJINHAS ¨chega inserido neste contexto de preservação , herdado  do ANJO AZUL, onde o lírico , o lúdico,confundem-se com  o corpo físico arquitetônico  de seu percurso e a beleza da alma  fantasiosa de sua proposta feminina , enaltecendo  o universo sensual  das mulheres  de todas  as classes sociais. Onde o lema MULHERES SOMOS TODAS IGUAIS EM QUALQUER PROFISSÃO,é a tônica para  saudar o  REI, RAINHA, MADRINHA em nossa FOLIA DE RUA. Ao som da Orquestra de frevos  do Maestro  João Lobo e 5 de Agosto, nas vozes de Maria Juliana, Mira Maya, Nathalie de Lima,  Mayra Gonçalves,  e tantas outras cantoras paraibanas universais.
     
    Estará colocando suas  asinhas  no BECO da FACULDADE,  exatamente no dia 25 de janeiro de 2008, a partir das  18:00hs, após  a famosa LAVAGEM da ESCADARIA do BECO.
    January 07

    ACORDA JOÃO PESSOA

    texto de Flávio Eduardo ( MESTRE FUBA)
     
     
    Quando João Pessoa nasceu, a PARAHYBA já era cidade, mesmo sem ter  sido apelidada de  VILA. Essa diferença  fez de nosso  município  a terceira capital  mais antigaa do Brasil, tornando-se  um referencial  em relação a outras cidades , embora tenha contribuído para a acomodação de seu povo . Talvez  pela influência  interiorana
     ou pela tranquilidade  que lhe é peculiar  instalou-se no inconsciente  de nossa população  um ar de província .
    É bem verdade  que nossa cidade sofre de  falta de auto-estima e do ranço político causado  pelos nossos antepassados .
    Desde as invasões sofridas no começo de sua  existência  até a mudança do
    nome  em 1930 ( quinta  mudança), provocada  pela transformação de um crime passional  em crime político , vivemos um luto  eterno enaltecido pelo preto de nossa bandeira  e o vermelho do sangue  derramado pela Revolução .
     
    Como se não bastasse este estigma negativista, ainda  levamos  o carma  de não  possuirmos porto  nem aeroporto , termos uma  malha aérea  limitada  e de horários  inconvenientes , uma rede hoteleira  acanhada , e ainda sofrer  da falta de um Centro de Convenções , um teatro compatível  aos grandes  espetáculos , uma rodoviária  digna de receber o turista  e tantos outros problemas  de infra - estrutura  que nos levam  a expressões  chacotas tais como : ¨quintal de Recife¨, ¨cozinha de Natal¨ ou¨ terra de muro baixo¨ entre outros.
    Previlegiada  geograficamente  por ser o Extremo  Oriental das Américas parece-me que este motivo  de orgulho  ainda não foi descoberto  e valorizado,  assim como o nosso Centro Histórico,  de belíssima riqueza  arquitetônica,  mas quase  imperceptível  aos  olhos  da nossa população . Embora  a cidade tenha nascido  às margens do Sanhauá, visivelmente a população deu as costas  para o RIO  negando inclusive a nossa história.
     
     
    Posso estar enganado ,  mas algo estranho acontece a nossa cidade  que não consegue  evoluir em relação às outras capitais . O pior de tudo é que quando  aparece  uma intenção positiva  para o seu desenvolvimento , vem logo em contrapartida, uma  uma enxurrada de opiniões  negativas como se a própia  população não quizesse avançar para o  futuro.
     
    Não tenho dúvidas  que João Pessoa  é a cidade  que possui as mais belas praias urbanas  do Brasil. Além de sermos  a Porta do Sol, detemos o  diploma instituído pela ONU como uma das cidades mais verdes do mundo . Temos um povo alegre  e hospitaleiro  que carrega espontaneamente  um potencial cultural  diversificado e  diferenciado  em relação às outras regiões do país.
     
    O que está faltando então para que agente decole definitivamente  para conquistar o nosso espaço  e reconhecimento ?
    Precisamos parar de pensar pequeno e  admitir  que estes  preconceitos  instalados  há séculos  em nossa cultura , sejam banidos do nosso dia a dia , tornando nossa cidade  o que verdadeiramente ela é :
    bela , formosa, agradável,  hospitaleira . Cheia de qualidade de vida, cores, e alegria. ACORDE JOÃO PESSOA.

    FARINHA DIGITAL e contatos

    quem quizer trocar idéia
     
    Na multimídia do CD tem Pedro osmar  e Loop B  conversando ...
    Tem vídeos de shwos ,  gente batucando  na sucata, tirando som de geladeira , de bala de canhão...
     
    Para ouvir o som:
     Se vc pertencer a alguma instituição ,  entre em contato que enviaremos o CD  gratuitamente.

    FARINHA DIGITAL - LOOP B

    FARINHA DIGITAL
     
    LOOP B
     
     
    Farinha Digital . A musicalidade nordestina ,  mais especificamente da PARAÍBA , através da viola de  PEDRO OSMAR , reprocessada e digitalizada por  LOOP  B, no meio do caos paulistano.
     
    A musicalidade nordestina de Pedro Osmar  passa por João Cage,  pelas comunidades de bairro da periferia de João Pessoa, sobretudo pelo bairro de JAGUARIBE , onde nasceu e se enraizou o Grupo Jaguaribe Carne . Passa pelas provocações  em antigos  festivais  de música , terminando  na delegacia  em meio à ditadura.
    A viola de Pedro osmar  transborda  sensibilidade  em sua  radicalidade  free. Viola  impregnada  de sentimentos  uma viola que já foi quebrada , consertada  e agora concerta .
     
    A viola de Pedro também é suja , mas não fere  ouvidos ( talvez fira os ouvidos dos puristas ) .
    Límpida e suja  é também a música  de Pedro  e Loop. Mais que ferir ouvidos , ferir preconceitos , ferir estruturas  estanques , nos corpos sem  sensibilidade  para a música  que se faz  hoje  no mundo  WORLD MUSIC?  Ou poderíamos falar  de uma  GALACTIC MUSIC?
     
    A música de Pedro  Osmar e Loop B  brinca . Play. Toca. A música sempre toca  e continuará tocando , sempre . Se a música parar  de tocar um dia ,  é porque  os seres humanos  viraram robôs . Se isso acontecer , a arte não mais existirá , e mais que   isso,  a vida humana não existerá.
     
    O trabalho experimenta  sobre possibilidades de uso de eletrônica  digital - computadores, samplers, sofwares .
     
    Como diz  meu amigo Aguilar:  experimentar  o experimental . Uma questão  que refleti muito :  como ser experimental  sem ser chato? Achei algumas  respostas:
    O ritmo. Como  o rítmo  é fundamental!  Através de uma rítmo envolvente  as maiores loucuras  são comunicadas  sem problemas. A pulsação do rítmo  é cativante . Sanguínea , energética.
    A beleza . Ou algo que faça  parte  de seu universo . Uma melodia , uma referência  harmônica  ou não ,  uma frase  tocante , um ruído  que toque , que mexa com sentidos.
    Na nossa música estes  elementos  aparecem espontaneamente.
     
    Pedro chegou impregnado de idéias :
    O Nordeste  Indiano: trazendo viagens  de ragas  para a viola  violar. Aboio indiano, Vozes tablas, a Índia  baixando  em cidadãos do mundo.
    O berimbau capoeirado de Suite Negona , que leva  a música  na levada  do ponto de umbanda - salve  Baden Powell, que Pedro quiz homenagear .
     
    Afrosamba  eletrônico  que nada  tem de samba , apenas o berimbau  que segue  por toda a música .
    E o Pirão de Viola ?  Reaproveitando  o sumo do peixe , do cosido.  Fazendo  o pirão de violas gravadas  em CDs solo  de Pedro .Samplear . Autosamplear . Fazer pirão com a viola  já carregada  de sentidos  e significados.
    E por ai vai : pirão de piano, pirão de  tablas, pirão de voz, até tosse  e latido de cachorro  vale, dentro  das sonoridades pirão  piradas pirateadas . Pirateadas de tesouro própio ,  velhas gravações antigas idéias , dobrões de  ouro esquecidos pelo caminho .
     
    As músicas foram  criadas  no caos  urbano . Apenas São Paulo. Uma cidade que nos assusta ,  que nos dá oportunidades,  que nos invade  e aonde também invadimos . Loop B nasceu e vive em São Paulo.  Moleque percussionista  e tecladista , ouvidor de sons  progressivos  e de Hermeto  Paschoal , Einstuerzende Neubaten, Kumbai Nidada, Lendas . Experimentar  o  experimental . Qual   o juizo  de alguém  que quer  brincar ? Brincar de descobrir, brincar de música?
     
    Farinha Musical .
    Uma possibilidade , uma saudade . Encontro  de almas  musicais, musicadas . Valor humano perdido  no tempo ,  difícil de ser ver hoje  

    Falando sobre FARINADA

     

    Citação

    FARINHADA - I
    A  FARINHADA - I
     
     
    A Viola Caipira  não é mais caipira, é viola do mundo: VIOLA MUNDIRA . PIRÃO DE VIOLA, carro de boi em toques e Cânticos de terreiro informático, chorando-se e berrando-se  digital, em suas cordas  e auroras  percussivas .
     
    Uma viola negona violafro, violança, em seus maracatús  e batuques ,  piques e repiniques  digitais  para uma festa eletrônica  de mãe preta e pai João . O batuques  tecnotrônico  comendo sua farinha  sonora em Farinhadas de Rítmos de pé no chão , pé rachado, para que o nosso alimento  tenha realidade de boa música .
     
    O que se lambe em pororocas de encontros e fusões  e transfusões ; BECOS e vielas , sotãos e porões dessa boa música  popular brasileira . E quem vem lá ? A viola caipira elétrica , eletrônica, eletrificada  e emaranhada na fibra ótica da criatividade , para carregar seu choro em risos e gargalhadas  de um Nordeste Indiano , Árabe, Nordeste Paulista.
     
     
    Uma viola  onomatopaica, nervosa, inquieta, que pousa nas bases e pontes sonoras da sensibilidade /marreta  de LOOP B, músico  certeiro na leitura  de minha música , num dialogar que  muito me interessou: passaradas e primaveras  eletrônicas  dentro do escuro  dos acessos.
     
    PARAHYBA e São Paulo de antenas ligadas . PEDRO OSMAR e LOOP B, encontro sonoro que virou amizade.
     
    Por uma cultura de abrangências, local, nacional,  e mundial. Comer e se fartar dessa FARINHA DIGITAL, a lupa sonora  vasculhando a invenção de uma música  que quer ir além , continuar dando  passos rumo  ao novo , para o futuro , e cumprir a natureza de chegar às pessoas.
     
     
    Por  Pedro Osmar - multimídia , músico vanguardista parahybano, Fundador do Movimento JAGUARIBE  CARNE.
     
    Nesse trabalho  tocou viola de 10 cordas e Loop B, eletrônicos  e percussão em sucata.
    trabalho  patrocinado pela Petrobras - Minc  e Governo Federal.
     
     
    JAGUARIBE:  o bicho que deu nome ao RIO, o Rio que deu nome  ao bairro, o bairro que deu nome ao GRUPO. Carne: de alimento, vida e sexo. ( CHICO CÉSAR), músico parahybano , também fundador do JAGUARIBE CARNE.
     
     

    CONFRARIA DO BECO E FARINADA DE PEDRO OSMAR

    A  FARINHADA
     
     
    A Viola Caipira  não é mais caipira, é viola do mundo: VIOLA MUNDIRA . PIRÃO DE VIOLA, carro de boi em toques e Cânticos de terreiro informático, chorando-se e berrando-se  digital, em suas cordas  e auroras  percussivas .
     
    Uma viola negona violafro, violança, em seus maracatús  e batuques ,  piques e repiniques  digitais  para uma festa eletrônica  de mãe preta e pai João . O batuques  tecnotrônico  comendo sua farinha  sonora em Farinhadas de Rítmos de pé no chão , pé rachado, para que o nosso alimento  tenha realidade de boa música .
     
    O que se lambe em pororocas de encontros e fusões  e transfusões ; BECOS e vielas , sotãos e porões dessa boa música  popular brasileira . E quem vem lá ? A viola caipira elétrica , eletrônica, eletrificada  e emaranhada na fibra ótica da criatividade , para carregar seu choro em risos e gargalhadas  de um Nordeste Indiano , Árabe, Nordeste Paulista.
     
     
    Uma viola  onomatopaica, nervosa, inquieta, que pousa nas bases e pontes sonoras da sensibilidade /marreta  de LOOP B, músico  certeiro na leitura  de minha música , num dialogar que  muito me interessou: passaradas e primaveras  eletrônicas  dentro do escuro  dos acessos.
     
    PARAHYBA e São Paulo de antenas ligadas . PEDRO OSMAR e LOOP B, encontro sonoro que virou amizade.
     
    Por uma cultura de abrangências, local, nacional,  e mundial. Comer e se fartar dessa FARINHA DIGITAL, a lupa sonora  vasculhando a invenção de uma música  que quer ir além , continuar dando  passos rumo  ao novo , para o futuro , e cumprir a natureza de chegar às pessoas.
     
     
    Por  Pedro Osmar - multimídia , músico vanguardista parahybano, Fundador do Movimento JAGUARIBE  CARNE.
     
    Nesse trabalho  tocou viola de 10 cordas e Loop B, eletrônicos  e percussão em sucata.
    trabalho  patrocinado pela Petrobras - Minc  e Governo Federal.
     
     
     
    January 06

    VERDADEIRA HISTÓRIA DOS CARNAVAIS DE JOÃO PESSOA ( EM 1918)

    Os  festejos considerados autenticamente  carnavalescos, realizados na capital  paraibana, tiveram início em  1918 , infelizmente sem registros ...