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March 28 Trade paraibano denuncia que Parque do Jacaré foi abandonado pela prefeitura de Cabedelo27-03-2008
Representantes das instituições do turismo da Paraíba decidiram, ontem, que vão encaminhar denúncias ao Ministério Público Estadual e ao Ministério do Turismo de que Parque Turístico do Jacaré foi abandonado pela Prefeitura Municipal de Cabedelo. Ontem, durante todo o dia, a grave situação por qual passa aquela área turística foi tema de um debate no Sebrae da Paraíba.
O consultor em Turismo, Wills Leal, que organizou o seminário, disse que o Parque do Jacaré se encontra num estado lastimável e que é preciso que se tome uma medida emergencial tanto nos aspectos técnicos como jurídicos. “É necessário que haja uma mudança radical, pois o Parque do Jacaré está entregue às moscas”, lamento o consultor.
Entre as muitas irregularidades encontradas no Parque do Jacaré, as mais graves são a falta de saneamento básico (todos os dejetos são jogados no rio Paraíba), a falta de infra-estrutura dos estabelecimentos comerciais, que nem mesmo têm alvará de funcionamento, e a falta de sintonia na execução do Bolero de Ravel, ápice turístico daquela área, oportunidade o pôr-do-sol. Segundo Cléa Cordeiro, presidente da PBTUR (Empresa Paraibana de Turismo), que divulga os pontos turísticos paraibanos em feiras nacionais e internacionais, existe um sério risco do Parque do Jacaré ser extinto como equipamento turístico.
O presidente do João Pessoa Convention Bureau, Gustavo Garcia, se diz preocupado com a crise do Parque, porque a maioria dos turistas de eventos tem procurado informações sobre aquela área e têm visitado. “O pena que muitos voltam para os hotéis decepcionados por conta da desorganização”, disse. March 20 Secretário de Pesca e Meio Ambiente de Cabedelo critica ex-presidente dos Guias da Paraíba18-03-2008O secretário de Pesca e Meio Ambiente de Cabedelo (PB), Walber Farias Marques, que também é biólogo, encaminhou e-mail à redação do Turismo em Foco, onde se diz surpreso com a reportagem publicada no site sobre o Parque Estadual Marinho de Areia Vermelha, naquele município. As críticas são direcionadas aos comentários feitos pelo ex-presidente do Sindicato dos Guias da Paraíba, Gilvan Braz, que disparou contra as autoridades que teriam que administrar a ocupação da área que, segundo ele, estariam sendo omissas. “Primeiramente gostaria de saber desse senhor a onde esta o barco equipado da Secretaria de Meio Ambiente, pois necessito do mesmo para fazer algumas ações na área ambiental e de pesca no município; queria saber também onde estão as moças saradas, pois pelo que tenho conhecimento, são duas profissionais (turismólogas) que atuam na área e são da Sudema e, por sinal, fazem um trabalho muito bom de educação e conscientização no Parque e estão trabalhando em todas as marés”. De acordo com o secretário, Gilvan braz “deveria ter mais respeito com as profissionais que atuam na área”. Com relação a utilização da Guarda Municipal, o secretário disse trata-se de uma Unidade de Conservação Estadual, “cabendo, portanto, a este ente federado, promover a sua fiscalização e controle. Nós, da PMC, somos parceiros e ajudamos dentro da medida do possível em alguns aspectos (limpeza, implantação do sistema de balizamento, atuação da Vigilância Sanitária e outras ações). Tudo isso prova o quanto o Sr. Gilvan é desconhecedor da causa, mesmo morando tão próximo”. Ainda de acordo com o secretário, o ex-presidente do sindicato dos Guias quer “usar um sistema de comunicação para sair fazendo denúncias caluniosas, na tentativa de denegrir a imagem das instituições que tentam solucionar um problema que já vem acontecendo há décadas. Afinal, sei que ainda falta muito para chegar ao modelo pretendido por todos, porém faz-se necessário a participação de todos, inclusive da mídia e do trade turístico, ao qual tenho muito respeito. Aceito as críticas, principalmente as fundamentadas. Aquelas que só têm a intenção de ofender os nossos dirigentes, não devem ser levadas a sério”, finalizou o secretário. Fábio Cardoso

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Moraes Moreira é atração do Seis e Meia, em João Pessoa19-03-2008
A primeira edição do Projeto Seis e Meia do ano de 2008 acontece nesta quarta-feira (19) e a atração nacional é o cantor, compositor e escritor baiano Moraes Moreira, uma das maiores referências da música nordestina contemporânea. Abre o evento o cantor, compositor e instrumentista paraibano, radicado na Suiça, Paulo Ditarso que vai fazer um passeio pelo melhor da música da Paraíba e do Nordeste.
O Projeto Seis e Meia é um dos mais consolidados eventos culturais de João Pessoa e leva a assinatura da Prefeitura de João Pessoa e da Acorde Produções. O evento recebe o apoio cultural do Ambassador Flat, Cia do Chopp, Dona Branca e Vila Cariri e acontece sempre a partir das 18h30 na Praça de Eventos do MAG Shopping em Manaíra. Os ingressos custam R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (estudante) e podem ser comprados antecipadamente ou na hora do show do posto vendas montado ao lado da bilheteria dos cinemas no primeiro piso do MAG.
Da Paraíba para o Mundo Paulinho Ditarso, que mora na Suíça há muitos anos, está passando uma temporada na capital e aproveitando para apresentar em vários espaços seu vitorioso projeto musical intitulado “Ditarso co.” que tem o objetivo de mostrar inovações na mistura de samples vocais e percussivos. Considerado um dos melhores pandeiristas do Nordeste e dono de uma voz irretocável, Paulinho vai apresentar composições próprias e de parceiros, a exemplo de Lenine, Fuba, Milton Dornelas, Alex Madureira, Pedro Osmar, Chico César e Itamar Assumpção. Acompanham Paulinho Ditarso o guitarrista Vandix e o baixista Sérgio Gallo.
Secom - João Pessoa
Segunda, 10 de Março de 2008 - 16h14
Prorrogadas inscrições para o Fic
As pessoas interessadas em encaminhar projetos culturais para serem beneficiados pelo Fundo de Incentivo a Cultura (Fic) - Lei Augusto dos Anjos, já podem mandar os seus projetos. As inscrições foram abertas nesta segunda-feira (10) e seguem até o dia 10 de abril.
Os projetos podem ser inscritos por pessoa física ou jurídica, nas áreas de formação, produção e patrimônio e não devem ter os custos financeiros além do limite determinado em edital acima de R$ 100 mil.
Os projetos podem enquadrar-se em uma ou mais área, artístico-culturais como: teatro, dança, circo, ópera, cinema, vídeo, fotografia, artes plásticas e gráficas, filatelia e numismática, música, literatura, inclusive obras de referência, revistas e catálogos de arte, folclore e artesanato, pesquisa e documentação, preservação e restauração do patrimônio histórico-cultural, biblioteca, arquivo, museu e centro cultural.
As inscrições devem ser encaminhadas para o endereço da sub-secretaria de Cultura situado na avenida Conselheiro Henrique, 159, Casarão dos Azulejos, Cep - 58.010 - 690, João Pessoa (PB). No enevelope deve ser endereçado ao Fic.
Patrícia Braz com informações da Secom |
Edital 2008 do Fundo Municipal de Cultura será lançado dia 24
Dia: 24/03/2008
Hora: 14h
Local: Casarão 34
A Prefeitura de João Pessoa (PMPJ) está convidando a classe artística e a população da cidade, para o lançamento oficial do Edital n° 01 do Fundo Municipal de Cultura (FMC) deste ano. O Edital será apresentado pelo prefeito Ricardo Coutinho (PSB) na segunda-feira (24), a partir das 14h, na Unidade Cultural Casarão 34, localizada na Rua Visconde de Pelotas, 34, em frente à Praça Dom Adauto, popularmente conhecida como 'Praça do Bispo', no Centro da Capital. Para o ano de 2008, a PMPJ, por meio de sua Fundação Cultural (Funjope), está disponibilizando um total de R$ 700 mil destinados a apresentação de propostas, cujo teto está normatizado em até 50 mil reais.
O FMC é um elemento de fomento cultural, instituído em 3 de dezembro de 2001 por intermédio da Lei nº. 9560 e regulamentado pelo Decreto nº. 4469, assinado em 7 de dezembro de 2001, que é destinado a produtores culturais. Ele funciona também como um mecanismo de política pública que proporciona a concessão de incentivos financeiros a pessoas físicas ou jurídicas, domiciliadas na Capital, para a realização de projetos no setor.
Áreas – O Fundo abrange, na forma de projetos, as áreas de música e dança, teatro, circo e ópera, cinema, fotografia e vídeo, literatura, artes plásticas e artes gráficas, cultura popular e artesanato, acervo e patrimônio histórico, museologia e bibliotecas.
Essa modalidade de incentivo constitui um instrumento de acesso aos recursos financeiros da sociedade que, administrados pelo gestor municipal, retornam aos seus contribuintes por meio de editais públicos que oportunizam regras claras para que todos possam concorrer. Administrado por uma Comissão Deliberativa independente e autônoma, constituída de forma paritária entre representantes da Prefeitura e dos realizadores culturais, selecionados por meio de eleição, é um dos modernos procedimentos de gestão pública na atualidade.
Inovações – A novidade desta edição é a divisão dos projetos em pequeno, médio e grande portes, subdivididos em propostas de 10 mil, 30 mil e 50 mil reais, respectivamente. Também este ano o período de execução das propostas será de até cinco meses, em razão da necessidade de atender as leis de responsabilidade fiscal e eleitoral.
O formulário foi atualizado para facilitar a compreensão dos proponentes, com a criação de legendas e notas de rodapé auto-explicativas. Numa perspectiva de desburocratização do processo de inscrição, as certidões negativas só serão exigidas para os projetos selecionados. Uma outra inovação é que, no último dia de inscrição, os proponentes deverão se dirigir à Funjope até o meio dia, ficando o período das 12 às 21h, para os retardatários poderem realizar suas inscrições via postal.
Inscrições – As inscrições começam na segunda-feira (24) e prosseguem até 7 de maio, no horário das 9 às 12h e das 14 às 17h, e no último dia, das 8 às 12h. Pode se inscrever qualquer proponente de projeto cultural que seja paraibano e resida em João Pessoa há pelo menos um ano, com exceção dos servidores públicos municipais, prestadores de serviços e assessores da Funjope. Aos proponentes que não sejam paraibanos exige-se o período de dois anos de domicílio na Capital.
Mais informações no primeiro andar sede da Funjope, na Sala do FMC, em horário comercial, ou pelos telefones 3218-9811, 3218-5502 e 3218-9707.F
ABRIL COM ARTE , JOÃO PESSOA ASSISTIRÁ ESSE EVENTO
Abril com Arte é o evento que vai inaugurar, entre os dias 2 e 3 de abril, as atividades culturais do Sesc Centro-João Pessoa. A expectativa dos organizadores é dar continuidade ao clima de congraçamento entre os artistas e o público que ao longo das duas últimas décadas vem transformando a Área de Lazer da entidade comerciária em um dos principais pontos de animação cultural na capital paraibana.
Estão confirmadas as participações da Trupe Meidefeira, diriga pela dupla Ângelo Guimarães e João Dantas. Reconhecida no meio cultural pessoense pelas intervenções teatrais que vem realizando nos mais variados espaços públicos. A trupe Meidefeira abrirá a programação do Abril Com Artes no dia 2, às 14 horas, apresentando um espetáculo especialmente preparado para atender à platéia infanto-juvenil, considerando que logo em seguida à performance desse grupo acontecerá a atividade Contação de História, orientada pela bibliotecária Joana Fernandes.
A área de cultura popular,sempre presente nas promoções organizadas na Área de Lazer do Sesc, também participará do Abril com Artes, iniciando através da performance de Vó Mera, que faz côco de roda, xaxado, ciranda e maracatu, representando o bairro do Cristo Redentor.
“Vó Mera já esteve no Sesc pessoense e levantou o público com seus bailarinos e músicos, levando todo mundo a formar novamente uma grande ciranda animada. O trabalho dela tem revelado forte empatia com a platéia daqui, em qualquer espaço que se apresente, e essa é a razão maior para que a artista Vó Mera seja convidada a abrir novamente sua ciranda na Área de Lazer”, esclarece Chico Noronha, coordenador de Cultura.
A programação do primeiro dia do evento Abril Com Artes vai abranger ainda o horário noturno, a partir das 19horas, com as exibições dos vídeos Enraizados, dirigido por Niu Batista,e Condutor de Metais, de Alexandre Macedo.
INSTALAÇÃO, OBJETOS E PINTURA
O segundo dia do Abril com Artes consta da exposição “Instalação, Objetos e pintura, no hall da Área de Lazer, no horário das 8 às 22 horas, mostrando ao grande público as mais recentes criações dos artistas plásticos Emanuel Guedes, Geilson Lucas e Leonildo Galdino. A coletiva faz parte do projeto Agenda de Exposição, que no mês passado ampliou espaço para que a população pessoense tivesse acesso à produção do pintor Flávio Tavares, considerado “uma das maiores referências paraibanas no setor cultural, sobretudo para os artistas que estão iniciando carreira”.Cerca de 500 pessoas frequentam diariamente a Àrea de Lazer do Sesc Centro.
SEGUNDO DIA TEM LUA CRESCENTE COMO PRIMEIRA ATRAÇÃO
A Companhia de arte circense Lua Crescente, dirigida por Diocélio Barbosa, abrirá a programação do dia 3, a partir das 14 horas, seguida de nova rodada de Contação de História, supervisionada pela especialista Joana Fernandes. A cultura popular terá espaço para mostrar como se faz coco de roda na periferia da grande João Pessoa, por meio da coquista Penha, que fará apresentação às 18 horas, no palco da Área de Lazer.
Já no horário do vídeo: 19horas, serão exibidos as produções de Jacinto Moreno “Táxi” e André Costa “ Amanda e Monique”.
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA QUATRO PROJETOS NA CAPITAL
Vale registrar que essas apresentações constam da versão 2008 dos projetos Teatro à Boca da Noite, Experimento Teatral e Espaço da Dança, cujas inscrições já encontram-se abertas aos grupos e artistas interessados,na sede do Serviço Social do Comércio ( Rua Desembargador Souto Maior, 281, Centro. Fone 320831580.
Versão 2008 do GLÓRIA VASCONCELOS SERÁ ABERTA NO EVENTO
O projeto Glória Vasconcelos, desenvolvido há mais de 15 anos,e que já ocupou espaços como Feirinha de Tambaú, Lagoa, Pavilhão do Chá, Funcionários II, Rua da Areia e percorreu diversas regiões do interior paraibano, vai abrir sua temporada de 2008 na Área de Lazer do Sesc, Centro, no dia 2 de abril, a partir das 19h30, com as apresentações da cantora Sandra Belê e da Banda Tocaia.
A segunda noite musical do projeto Glória Vasconcelos, no dia 3, reunirá no mesmo palco o grupo roqueiro Estado de Espírito e em seguida o percussionista Escurinho e sua banda. Vale destacar que o processo de inscrições, já aberto pelo Sesc, para os grupos musicais interessados em participar do Glória Vasconcelos deste ano, segue a mesma linda dos projetos das áreas de cênicas:apresentação de histórico do grupo, ficha técnica, material fotográfico, cd ou dvd ( se possível) e repértório.
O Sesc Centro encontra-se localizado à Rua Desembargador Souto Maior, 291, Centro. Fone 32083158. March 05
Poesia e política em Bob e Chico
Com a proposta de fazer um exame da ideologia e contra-ideologia dos textos poéticos dos compositores e intérpretes da música popular, Bob Dylan e Chico Buarque, a escritora Ligia Vieira César lançou o livro “Poesia e Política nas canções de Bob Dylan e Chico Buarque” (Novera Editora, São Paulo, 2007, p. 207, R$ 35,00).
O estudo é um dos mais diferentes até então abordado sobre artistas tão conhecidos. No primeiro capítulo a autora faz uma dissertação sobre a história da música popular norte-americana, da origem da balada até a canção de protesto, a origem do samba, a bossa nova e sua variante.
“Chico, como Dylan, um poeta rapsodo, insiste em contar histórias. Histórias de sua época, do silêncio, de um tempo cercado pela repressão e pela censura. Ambos explicitam o outro lado da história; a história silenciada dos vencidos”, disse Heloisa Buarque de Hollanda que escreve a apresentação da obra.
No livro o leitor também vai encontrar as influências político-literárias da contracultura em Bob Dylan e o contexto histórico pré e pós 1964 vivido por Chico Buarque. “A poesia de Chico é dialética, seguindo formas composicionais herméticas, em que o poeta, em uma análise crítica da sociedade, posiciona-se contra a ideologia oficial, não só contestando a insensibilidade do sistema para os mais humildes” comenta a escritora.
Bob Dylan, por sua vez, é visto pela autora como um poeta engajado na folk music revival e a temática das canções de resistência e de conteúdo órfico. Em “Poesia e política nas canções de Bob Dylan e Chico Buarque”, a autora procura demonstrar que apesar das “dissemelhanças” culturais e políticas os autores se combinam ideologicamente, principalmente no que diz respeito aos protestos e nas formas composicionais das músicas.
A obra, de acordo com a autora, procura demonstrar que não são encontradas nos textos poéticas de Bob Dylan e Chico Buarque uma estrutura linear, e sim uma temática dialética, na busca de uma identidade ideológica própria, nos tempos difíceis de crise política de seus respectivos países. O livro segue ainda um anexo com sete músicas de Bob Dylan, a exemplo de Mr. Tambourine Man, Shelter from the storm, Blowin in the Wind, A hard rain’s a-gonna fall” e outras. Uma lista bem maior com as letras das canções de Chico Buarque aparecem no livro, como: A Banda, A Televisão, Agora Falando Sério, Amanhã, Ninguém Sabe, Ano Novo, Apesar de você, Tem mais samba, Samba de Orly, Sonho de Carnaval e por aí vai. Com bem disse a compositora e poetisa Alice Ruiz ao ler o livro “nos dá vontade imediata de reouvir os discos”. E com a licença dos leitores é o que vou fazer agora.
Sobre a autora Ligia Vieira César nasceu em Curitiba (PR). É mestre em literaturas de língua inglesa pela Universidade Federal do Paraná. Professora de inglês com especialização em Ann Arbor, Michigan (EUA). Tradutora e editora da Secretaria de Cultura do Estado do Paraná. Fez parte do projeto Resistência Democrática, viabilizado pela SEEC, de 1986 a 1988, que resultou na publicação do livro “Resistência Democrática – A repressão no Paraná (1988)”, em co-edição da editora Paz e Terra. Ligia participou com os professores Charles Perrone e David William Foster, no projeto e coordenação editorial das traduções do livro: “Other shores – 13 emerging brazilian poets” (Outras Praias – 13 poetas brasileiros emergentes). Foi professora da Universidade Tecnológica do Paraná (Cefet Paraná) e da Uniandrade.
Bob Dylan no Brasil
Há rumores de que Bob Dylan fará em 2008 sua terceira visita ao Brasil. O cantor e compositor terá duas apresentações em São Paulo, Rio de Janeiro, na primeira semana de março, informou o jornal Folha de São Paulo. O contrato com Dylan foi fechado no mês passado, em Londres. A responsável pela sua vinda é a produtora Mondo, que trouxe Coldplay, o Live Earth, White Stripes e High School Musical.
Via Funchal (SP) e Vivo Rio estão em negociação para receber Bob Dylan. Na Argentina, o show será em 15 de março, no estádio do Velez Sarsfield, em Buenos Aires. O primeiro show do Bob Dylan no Brasil foi no extinto festival Hollywood Rock, ocorrido em São Paulo em janeiro de 1990. Em 1998, o cantor norte-americano voltou ao País, abrindo as apresentações dos Rolling Stones.
Serviço: Poesia e Política nas canções de Bob Dylan e Chico Buarque Autora: Ligia Vieira Cesar Novera Editora March 04
A nordestinidade do cantor Rosildo Oliveira em Portugal
Artista lança INTERIOR, oitavo CD de sua carreira
O cantor e compositor Rosildo Oliveira, pernambucano de Goiana e paraibano por adoção, vive hoje em Portugal e lança este mês o oitavo CD de sua carreira e o primeiro, inteiramente concebido em terras lusitanas. Interior reúne interpretação de Rosildo para canções de Djavan, Zé Ramalho, Roberto Carlos, Nando Cordel, Dominguinhos e outras composições. Ele fala na entrevista exclusiva que segue, sobre música, trabalho, parcerias e o que é viver em Almeirim, cidade portuguesa, onde reside com a família e tem muitos amigos. Rosildo Oliveira continua buscando abrir espaços nos palcos da Europa para mostrar a nordestinidade de seu trabalho. Por todos esses oito anos ininterruptos ele dirige um programa de muita audiência na Radio Bonfim chamado Manhã Tropical.
1. Rosildo Oliveira, o que você traz no novo trabalho intitulado de INTERIOR?
R.O = Trago o que nunca havia ousado fazer.Empresto minha interpretação a autores da MPB como Djavan, Zé Ramalho, Roberto Carlos, Nando Cordel e Dominguinhos. Além de utilizar uma interpretação própria, uso a guitarra portuguesa, com seu timbre único, para fazer a diferença. Ela é tocada por Custódio Castelo, um dos maiores executantes desse instrumento aqui em Portugal e que também assina a produção do CD Interior.
2. Porque Interior?
R.O =Batizei de Interior, por vários motivos. Primeiro, por que sou filho do interior de Pernambuco – Goiana- e tirei do interior de minha alma as canções que interpreto. Os grandes músicos que deste trabalho participam são todos do interior de um país e de minha alma também. O Custódio Castelo é do interior de Portugal; Maninho de Goyanna é também do interior de Pernambuco, hoje reside em Açores e faz um violão muito especial e que ao meu ouvido soa como nenhum outro; e meu parceiro de 30 anos, Paulo dos Anjos, que também é de Goiana-PE e reside em Portugal a mais de 16 anos. Conto também com o precioso trabalho da atriz portuguesa Goreti Meca, dona de uma sensibilidade digna do interior.
3. Além do seu repertório, que musica brasileira você toca nos palcos da noite portuguesa?
R.O = Não vou dizer que a noite aqui é rica em MPB, que é mentira. Vou tocando boas músicas na noite, mas, não posso fugir das canções tipo, antigos sucessos populares como: Luz e Paixão ou mesmo o Velho Calhambeque, de Roberto Carlos. Mas isso não impede de tocar Djavan, Caetano Veloso, Adeildo Vieira, Marcos Fonseca, meu repertório e tantos outros da MPB e MPB-Pb.
4. Já tem parcerias com musicos portugueses? Quem você destaca?
R.O - Não posso negar que morar fora do eixo cultural (Lisboa-Porto-Coimbra) não dificulte o acesso aos grandes nomes da musica portuguesa, mas é aí que entra a Rádio Bonfim e nosso Manhã Tropical, que serve para unir o útil ao agradável, que é traçar conhecimentos com as feras da MPP-Musica Popular Portguesa. Quanto à parceria, tenho duas de grande importância: destaco Custódio Castelo, grande musico executante da guitarra portuguesa e a Margarida Guerreiro, que no seu mais recente disco de fado me fez o convite para cantar com ela à faixa De volta pro meu aconchego, do meu amigo Nando Cordel.
5.No seu repertório atual inclui fado?
R.O – Não. Costumo dizer que “cada macaco no seu galho” e acredito que o fado não é só um estilo musical mas, um estado de vida.Estado esse que só o povo lusitano o sente.
6.Voce encontrou alguma dificuldade no cenário musical Português para se colocar enquanto músico estrangeiro? Que tipo de dificuldade?
R.O – Claro, o que é bem normal. Como bem disseste, sou um estrangeiro. Tudo que é estranho custa conseguir deixar de ser.
7. Considerando a linha musical com a qual trabalha, de carater regional, qual a capacidade desta musica junto aos músicos portugueses que trabalham na mesma linha, de interferirem na cultura musical do País?
R.O – É sempre o diferente e os músicos portugueses como os do mundo inteiro, respeitam nossa música pela riqueza de harmonia e a miscigenação rítmica que nossa música leva ao universo cultural. Tento usar todas influências de minha infância no interior de Pernambuco, onde o Maracatú se juntava com a Ciranda, Cabocolinhos e outras preciosidades e, assim, levam um pouco de minha gente na minha música.
8. Quantos discos voce têm e quantos já lançou em Portugal?
R.O= Tenho oito discos. O ALpha (compacto-duplo) 1982, Rosildo Oliveira (compacto duplo) 1984, Meu Chão (LP) 1988, Coisas do Nordeste (LP-CD-Cassete)(BR) 1995 e Rosildo Oliveira a Caminho d’álem-mar (2000).Em Portugal lancei dois: Coisas do Nordeste (1997) e Pássaro Fugitivo (2003) e agora será a vez do primeiro CD todo concebido aqui que batizo de INTERIOR.
9.O que o público Português está absorvendo do nordestino Rosildo Oliveira?
R.O - O que tenho demonstrado desde 1996 quando cá vim pela primeira vez: a nordestinidade da minha musica. Ela trás o Nordeste através de minha interpretação e forma de compor. Mesmo quando interpreto um compositor de fama, marco pela maneira própria de assim o cantar.
10.Qual a receptividade do seu trabalho em Portugal?
R.O – Tenho tido uma boa recepção, apesar do desconhecimento de nossa música, digo: a boa musica do nordeste brasileiro. Não é fácil mostrar ao público português o que eles não conhecem, mas é essa nossa missão.
11. Além de compor, do que você tem vivido em Portugal?
R.O - Vivo aqui da musica que faço com meu parceiro violão nas noites da Pizzaria Di Napoli, em Torres Novas, onde há mais de dois anos acompanho os jantares dessa malta que superlota todos os sábados neste gostoso lugar dirigido por um Português (Paulo Marques) e uma Baiana (Adélia Marques). Faço espectáculos nos festejos das localidades, que são muitas, junto com minha banda, formada, na grande maioria, por brasileiros e regida por Paulo dos Anjos.
12. É verdade que você tem um programa de rádio em Portugal que tem grande audiência?
R.O. = Sim.Durante as manhãs, de segunda a sexta-feira faço animação num programa de rádio que chamo de Manhã Tropical. Já são seis anos completados no ultimo dia 21 de Janeiro. São 4 horas (8 às 12 horas), diárias de música e entrevistas e, segundo dizem, somos líder de audiência na região. Temos ouvintes em vários países da Europa, Brasil e Africa. Também através da Internet, no endereço www.radiobonfim.com , o público sintoniza nosso programa e assim tomo conhecimento, por telefone, que batizei do “telefone da amizade”, do índice de audiência. O telefone não pára de tocar. Recebemos ligações de várias parte do mundo. Está havendo boa aceitação. Assim ganho a vida em Portugal.
13. E os palcos da Europa são acessíveis para seu estilo musical?
R.O = Vez outra viajo a países da Europa para mostrar o que acredito saber fazer: expressar minha nordestinidade. Já mostrei ao público da Inglaterra e breve será a vez da Alemanha, França, Holanda e Suíça.
14.Há quanto tempo está em Portugal? Que cidade?
R.O- Vim pela primeira vez a Portugal em 1996. Em 1998 regressei para convencer a família a vim morar cá comigo, fato que só aconteceu em 2001. Sempre morando no Ribatejo, uma região agrícola de Portugal, precisamente na cidade de Almeirim e porque? Foi Paulo dos Anjos, o primeiro parceiro a descobrir essa terra e assim se fez à história.
15.Quando volta à Paraíba?
R.O - Quando meu irmão LAU SIQUEIRA quiser, há, há,… sabes, é difícil nesse momento de construção de uma carreira na Europa, sair. É que não é tão fácil como parece. A luta é de fração de segundos a fracção de segundos. Não posso me dar o luxo de tirar férias, senão serei engolido pelo rolo opressor. Além do mais a grana é curta para passeio, apesar das saudades de amigos, da musica, da comida e do ar único do nosso Nordeste. Sem contar que minha mãe, Dona Marly, mora aí em Jampa e meu filho musico,o Luciano Oliveira, que tanto orgulho me dá, também. É o meu menino das percussões. Tenho aí também verdadeiros irmãos de profissão e vida: Marcos Fonseca (Cuscuz), Dom Mosca, o mimoso Glauco Andreza, Pedro Osmar, Luís Carlos Otávio e o grupo Voz Ativa, Déa, Paulo Ró, Fátima Silva, Pádua Belmont, Helinho, Genildo (Pé de Bombo), Sérgio Galo, Marcelo Macedo, Milton Dornellas, Ari do Roger, Paulinho Rabelo, Adeildo Vieira, Bebé de Natércia, Zé Guilherme e uma infinidade de grandes seres. PARA O REI DO RÍTMO: JARBAS MARIZ SILVÉRIO PESSOA
7/27/07
DO GOGÓ AO MOCOTÓ .
Em carreira solo, Jarbinhas ousou e agradou com o forró pesquisado, de Jackson do Pandeiro o CD - DO GOGÓ AO MOCOTÓ , aceito pela grande mídia , rendeu shwos em vários pontos do planeta, começando por João Pessoa, quando do lançamento da biografia de Jackson do Pandeiro - O REI DO RÍTMO, editôra 34. dos jornalistas paraibanos Fernando Moura e Antonio Vicente. O Coletivo Cultural Anayde Beiriz, vinculado ao Movimento Paraíba capital Parahyba, homenageia as mulheres paraibanas, realizando o evento cultural Parahyba: Mulher de Canto a Canto.
A programação marcada para o dia 07 de março (sexta-feira) terá início às 20h no Gabinete Cultural de Fuba, localizado a Praça Antenor Navarro, com apresentações de Grupos de Chorinho e samba de Raiz.
As 22h haverá um passeio musical até o Beco da Cachaçaria Philipéia, onde participantes, convidados e público em geral seguirão o percurso da Rua da Areia e parte da General Osório,com grupo de maracatú,brincantes, seresteiros, dentre outros.
O encerramento da noite será feito no Beco da Cachaçaria com um sarau poético, onde o espaço será aberto a todos os músicos e poetas que se fizerem presentes March 02
Balula
Ivaldo Gomes
Negritude a flor da pele
Irreverência em pessoa.
Suas calças coloridas
A vida a cores e
Ao vivo.
Tudo aqui e agora.
Tinha pressa...
Sabia do dia de amanhã.
Sabia das coisas.
Um sabiá.
As ruas do centro histórico
Dessa velha Parahyba de guerra,
Ficou sem os seus passos.
Nos espaços, esparsos,
Para cima e para baixo.
Encontramos-nos,
Achamos-nos.
E cadê Balula?
Vem já... Está comunidade é para pessoas que gostem de um barzinho calmo, só com VOZ e VIOLÃO, nas vozes de Tania Gomes e Zeny , cantando músicas autoral e de Musas como ISABELA TAVIANI, ANA CAROLINA, CÁSSIA ELLER, ZÉLIA DUCAM ...
PLANET BAR - ORKUTInício > Comunidades > PLANET - BAR > Fórum: > Mensagens primeira | < anterior | próxima > | última mostrando 1-1 de 1 21:45 (0 minutos atrás) excluir Ednamay PLANET BAR - ORKUT a página da comunidade 'PLANET - BAR', acesse: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=45714029 primeira | < anterior | próxima > | última
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