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March 29 CHÁ DE MARACUTAIAUM OI PARA TODOS.... COM CHÁ DE MARACUTAIA!
March 28 BALULA E O TEATRO AMADOR PARAIBANO27 DE MARÇO, DIA DO TEATRO - SARAVÁ! MADRE SUPERIORA.
"Foi um tempo, que o tempo não esquece" (brigado Zé). Uma legião de noviços (as) desbravaram o sertão com: cenários, luzes, figurinos, maquiagem, fuleragens e outras milongas más. Amucegados em carrocerias, de caronas e bigus. Na bagagem energia e sonhos.
Ah! Tempinho sofrido e bom. Não tínhamos Leis de Incentivo. Brigamos por elas. Fizemos passeatas, pintamos a cara, fizemos assembléias, discursos eufóricos (e etílicos). Depois chegaram uns gaiatos garapeiros (deixa pra lá... HOJE É PRA RECORDAR).
March 24 INCENTIVO `A CULTURA : A REFORMA DO MINc e os ESPAÇOS PARA DISCUSSÃO
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23 de março de 2009 Mais opções de fomentoMinistro Juca Ferreira apresenta a proposta da nova Lei de Fomento e Incentivo à CulturaO ministro da Cultura, Juca Ferreira, apresentou, nesta segunda-feira, 23 de março, as mudanças contidas na proposta de Projeto de Lei que institui o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (Profic). O anúncio foi feito durante entrevista coletiva à imprensa, realizada na Sede do MinC, em Brasília. O texto da proposta ficará disponível para consulta pública, por um período de 45 dias, na página eletrônica da Casa Civil da Presidência da República, no link www.planalto.gov.br/ccivil_03/consulta_publica/programa_fomento.htm. Também já está aberto um fórum de discussão sobre o assunto no Blog da Reforma da Lei Rouanet (blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet). O ministro Juca Ferreira destacou que a proposta é fruto de um amplo debate ocorrido desde 2003, em todos os níveis da sociedade, e vem sanar alguns pontos falhos como a concentração excessiva de recursos na Região Sudeste e a discrepância entre os investimentos públicos e privados. Ele demonstrou que, com o atual modelo, de cada R$ 10,00 investidos em cultura no país, 90% - ou seja, R$ 9,00 - vem do setor público e somente 10%, do setor privado. “É necessário a construção de uma parceria público-privada mais igualitária, pois é dinheiro público que está sendo utilizado na forma de renúncia, mas o que acontece atualmente é que o investimento maior é do Estado, enquanto que a propaganda fica para as empresas. Poucos sabem que o Museu do Futebol e o da Língua Portuguesa foram financiados com recursos públicos”, disse o ministro da Cultura. Em relação à concentração da aplicação de recursos no Sudeste, Juca Ferreira afirmou que ocorre porque a palavra final sobre os investimentos estão atualmente com as empresas. Além dessa concentração em termos regionais, esse modelo dificulta o acesso de novos artistas ao Mecenato, prova disso é o dado de que apenas 3% dos proponentes culturais têm acesso a cerca de 50% dos recursos. “Nós temos a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) que aprova uma média de 600 projetos todos os meses. Projetos de todos os estados, de todas as tendências, de diversas linguagens, mas no momento em que os proponentes vão captar recursos, as empresas escolhem para patrocinar aqueles que consideram mais rentáveis, concentrado-os nessa região. Assim não há política pública que resista.” A proposta da nova Lei de Fomento e Incentivo à Cultura traz novas faixas de isenção, atualmente restrita a 30% ou 100%. Haverá a possibilidade de deduzir 30%, 60%, 70%, 80%, 90% e 100% dos valores despendidos e quem decidirá em qual faixa de isenção o projeto estará enquadrado será a CNIC. Dessa forma, aqueles projetos culturais que estejam bem mais formulados, proponham alguma novidade, estejam voltados para políticas públicas, promovam a democratização do acesso ou estimulem a Economia da Cultura poderão ser enquadrados em faixas de isenção maiores. Novos Instrumentos O ministro Juca Ferreira também ressaltou a instituição de mecanismo para facilitar as metas propostas. Nesse sentido, o Fundo Nacional de Cultura (FNC) será fortalecido, passando a ser o principal instrumento de financiamento, investindo em todas as áreas e setorizado: Artes; Cidadania, Identidade e Diversidade Cultural; Memória e Patrimônio Cultural Brasileiros; Livro e Leitura; e Fundo Global de Equalização, além do Fundo Setorial do Audiovisual já em atividade. Haverá, ainda, a criação do Vale Cultura, que disponibilizará aos trabalhadores um valor mensal de R$ 50,00 para que o utilizem na compra de livros, entradas para espetáculos e cinema. Segundo estudos, com a participação das empresas de lucro real, existe a possibilidade da iniciativa alcançar 12 milhões de trabalhadores. Mais uma novidade citada pelo ministro Juca Ferreira foi a Loteria da Cultura - a ser criada por lei específica e os recursos canalizados para o FNC -, assunto que está sendo tratado junto à Caixa Econômica Federal. O setor privado contará com mais atrativos, como a divulgação de um ranking das empresas que mais investem em Cultura e a adoção de um Selo de Responsabilidade Cultural, dentre outros incentivos, que deverão dar uma maior visibilidade às ações de patrocínio. (Texto: Marcos Agostinho) March 19 adeus CLODOVIL
March 15 HISTÓRICO ATUALIZADO SOBRE O BLOCO ANJO AZULANJO AZUL PRIMEIRO BLOCO DO CENTRO HISTÓRICO NA PRÉVIA CARNAVALESCA FOLIA DE RUA - JOÃO PESSOA - PARAÍBA - NORDESTE DO BRASIL.Opções administrativasTemos, na Paraíba, a vocação e a volição das ruínas, da destruição criativa e da criação destrutiva, no que somos, desde sempre, do passado colonial até hoje, absolutamente modernos. Os monumentos históricos que melhor nos definem passam pela construção e destruição, sucedidos por uma nova construção, de A União à Assembléia Legislativa, na Praça João Pessoa, da Rádio Tabajara ao "novo" conforto do Fórum da Justiça, na Rodrigues de Aquino. Matamos simbolicamente os velhos jornalistas de A União e os cantores do rádio. O altar-mor da Igreja São Francisco - destruído sem dó no começo do século passado -, é apenas um retrato na parede e a Casa de Engenho de Zé Lins serve de morada ao capim dos vermes. Gostamos de extrair o lado bom das coisas ruins: Darcy Ribeiro afirmava, no belo livro O povo brasileiro, que somos um povo tabula rasa, ou seja, explicando melhor, os escaninhos da tradição brasileira são essencialmente abertos, de antena ligada às novidades do mundo, que assimilamos à nossa maneira, antropofágica. Passamos distante de qualquer ancestralidade cultural rígida, de qualquer narrativa mitológica impermeável. Por isso, o anauê de Plínio Salgado não deu certo, e o integralismo acabou virando uma piada de mau gosto (ou mau agouro?). Nascemos sem as pistas certas do que achar no caminho, por isso vamos procurando, acertando e muitas vezes errando. Amar só se aprende amando. Por outro lado, retóricos, adoramos as falsas polêmicas. Agora, em 2008, há um novo debate circulando no ar sobre o carnaval: se a contribuição rítmica do carnaval paraibano ao mundo vem a ser o frevo, o samba, o axé ou a marchinha. Trata-se de uma falsa questão – até o tecno pode compor o carnaval paraibano. No caso específico da antiga província da Paraíba do Norte, o carnaval, antes de musical, é uma manifestação cultural iconográfica e aberta à diversidade. Aristóteles, como sabemos, desentranhou o conceito estético de mimesis (ação de imitar) do teatro grego, contudo o que estava oculto no conceito de tragédia era a pulsão primitiva do ancestral humano que representava na pedra os elementos da natureza, principalmente os animais, visando à boa caça. Antes do verbo, no começo era a imagem e o som. Glória eterna a Jackson do Pandeiro, Sivuca, Maestro Severino Araújo, Maestro Moacir Santos, Chico César, Fuba e Escurinho, mas onde estão os cenógrafos, os pintores, os arquitetos, os decoradores e os estilistas de moda do carnaval paraibano? Onde os artistas plásticos para amalgamar o barroco ao brega – irmãos no exagero, porém distintos na ilusão de absoluto do primeiro e na saudável ignorância do segundo. Barroco e brega: o puro espírito santo do carnaval. Desenterremos as alegorias de nossas ruínas, façamos as mais estranhas misturas, mas sempre conservando algo da monumentalidade intrínseca ao espírito barroco, no salão, na avenida e na praça da capital dos tabajaras. Aprendamos com as escolas de samba do Rio de Janeiro. Nosso carnaval é sacro como a contemplação da maravilhosa nave, do adro, do cruzeiro, das portas e dos azulejos lusitanos da Igreja de São Francisco (a ocasião em que mesmo quem não acredita se sente perto de Deus na fruição da transcendência e do absoluto). Carnaval, conceito arquitetônico, escultural, pictórico e paisagístico. O carnaval de Veneza é pura arquitetura e iconografia. A vocação do carnaval paraibano, advindo da melhor tradição veneziana, em primeiro lugar, é precisamente esta: a arquitetura e a socialidade do barroco. As máscaras, as fendas, as frestas e as festas do barroco. Uma falange de máscaras. O “Cafucú”, portanto, está coberto de razão histórica, talvez às cegas. Estamos condenados por enquanto ao barroco, somos barrocos quando nos aventuramos à modernidade e mesmo ao pós-moderno Somos barrocos, de maneira especial, quando fazemos política – o eterno e renitente cotejo de sacralização da corte, acompanhado do inevitável séqüito de tramas, conciábulos e poetas proscritos. O príncipe Hamlet vive entre nós, renitente, num misto alegre e soturno, a descer as ladeiras do centro histórico, ao ritmo de Vassourinhas, nos bailes de máscaras os quais algumas pessoas já me contaram ter divisado, noite adentro, o corvo de Poe e albatroz de Baudelaire, devidamente traduzidos nos sonetos de Augusto dos Anjos, mas ao mesmo tempo nos motes do absurdo de Zé Limeira. Triste Paraíba, ó quão dessemelhante. Do antigo estado a máquina mercante, do rio de nome sonoro – Sanhauá – ao gemido dos escravos nas senzalas próximas aos conventos coloniais. Brindemos aos escravos das senzalas no carnaval, pois deles importamos o núcleo principal de nossa alegria. Alegria e trabalho, juntos. Já dizia o poeta maior, Vinicius de Moraes, um paraibano da gema, no magnífico Samba da benção: “o samba é a tristeza que balança”. Aduziria: também o maracatu e o caboclinho são tristezas que balançam. A entidade metafísica que abre as prévias do carnaval paraibano, dia 25 de janeiro (sexta-feira), é o bloco “Anjo Azul”. O Anjo Azul foi fundado e todo ano é organizado com garra por uma agitadora cultural guerreira, muito querida na cidade, Ednamay Cirilo. May inventou de criar um bloco que tem sede em um ambiente histórico repleto de simbolismos, a antiga zona do chamado “baixo meretrício”, nos tempos em isso que havia: o Beco da Faculdade de Direito, na ladeira do Padre Gabriel Malagrida, um herói sacrificado numa das visitações da Inquisição do Santo Ofício ao Brasil. O espírito do padre Malagrida, que assiste impávido os dramas e comédias da cidade por séculos sem fim naquele ambiente, fez um ar de sorriso quando foi fundado o Anjo Azul, e certamente, ato contínuo, abençoou o bloco, pois o padre italiano do século XVIII, morto feito mártir, é ele mesmo um anjo verdadeiro, um querubim barroco. O Anjo Azul é o bloco multicolor da diversidade cultural e da democracia, de todas as opções sexuais e todos os credos políticos. O nome de bloco presta uma inusitada homenagem ao filme expressionista alemão da década de 1930 – Der Blaue Engel –, adaptação do romance de Heinrich Mann (irmão de Thomas Mann) – os dois filhos ilustres da brasileira Julia Mann, nascida deitada sob o sol da arquitetura colonial de Parati (RJ) –, sobre a história de um professor que se apaixona por uma dançarina de cabaré. Mais além de um clima soturno – prenúncio da tragédia de ascensão da ditadua nazista que se daria logo em seguida, em 1933 –, o filme ficou gravado na memória principalmente por uma seqüência de fotogramas sensuais, logo transformados em um dos ícones da cultura pop contemporânea: as pernas dobradas de Marlene Dietrich, sentada num banquinho. Ah, as pernas de Marlene Dietrich: conspícua, carnuda, provocante, lúbrica, fazendo a perfeita simbiose com um rosto libidinoso, manchado a um batom da cor do pecado. Hitler não agüentou tanto charme. Assim como Malagrida foi perseguido pela inquisição, Marlene Dietrich nunca se dobrou ao nazismo e fugiu da Alemanha, se refugiando nos Estados Unidos. Dessa maneira, vão se tecendo os fios entre fatos aparentemente distantes, desvendando articulações de onde menos se espera, o conceito é transformado em imagens aparentemente aleatórias, mas dotadas de uma mensagem profunda: Malagrida, Marlene, May. Tudo a ver. (Jaldes Reis de Meneses ). ANJO AZUL Ednamay - fundadora do ANJO AZUL O Bloco Anjo Azul, primeiro do centro histórico do Projeto Folia de Rua, é também ASSOACIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA ANJO AZUL, com sede no Centro Cultural de Terceiro Setor Thomáz Mindello, desde 2006, aprovado pelo FIC-Augusto dos Anjos, lança seu bloco própio AS ANJINHAS,fundado em 18 de abril de 2007 e colocado na rua em 25 de janeiro de 2008, pela primeira vez, é voltado para o universo feminino e suas inquieações em busca da cidadania, cultura e arte. Trabalho voltado para a obra JACKSONIANA em forma de OFICINAS de; PANDEIRO, ARTES PLÁSTICAS, TEATRO ( sobre os caminhos percorrodos pelo mestre nascido no Engenho Tanques, arredores da cidade do brejo paraibano - Alagoa Grande. BECO da FACULDADE de Direito é um sítio histórico abandonado pelas autoridade competentes do Município e do Estado, localizado ao lado da PRAÇA DOS TRES PODERES. Assembléia Legislativa, Palácio do Governo e Tribunal do Justiça, tendo a Faculdade de Direito da UFPB, Universidade Federal, como apoio cultural, e a comunidade do BECO - Rua Gabriel Malagrida, como o carro chefe para o grito de alerta geral desse descaso ( falta de higiene o povo mixa nas escadarias e paredes do beco, sem segurança pública, não tem policiamento noturno e diurno, ( somente nos orgãos a que me refiri anteriormente ). Sem a devida atenção dos: IPHAN Instituto Patrimônio Histórico Nacional ( um lado do beco é referência nacional da terceira cidade mais antiga do Brasil e do outro lado o beco , com seu casario ART-DECÓ é tombado pelo IPHAEP - Instituto Patrimõnio Histórico Artistico do Estado , ambos envolvidos na falta de preservação ( desse sítio histórico que durante o dia vira estacionamento privê da Assembléia Legislativa e a noite, local de vendas de drogas e marginália, como em todos os sítios históricos desse BRASIL . Os blocos carnavalescos ANJO AZUL e AS ANJINHAS, desempenham papel importante para a nossa cultura do resgate do BARROCO e cidadania, atravéz de ações socio - culturais apresentadas durante o ano . COMO : LAVAGEM da ESCADARIA animada pela bateria da Escola Império do Samba, e os componentes da ONG - ASTRAPAS, ASSOCIAÇÃO DAS TRAVESTIS DA PARAÍBA, alegria dos foliões com várias performances. REISADO DO ANJO - evento destinado aos músicos , atores, arquitetos, advogados, jornalrtas, que se reversam ano após anos, como os grandes oncentivadores intelectuais desse movimento carnavalesco . Entre os famosos REI e RAINHA , destaque para Kennedy Costa , Marcos Fonseca,Gustavo Magno, Hugo Leão, Rainhas, Glaucia Lima , Eleonora Falcone, Silvia Patriota, Neuza Flores , (terceira e últina viuva de Jackson do Pandeiro, que habita entre nós aqui na paraíba e cuida do MEMORIAL JACKSON DO PANDEIRO em Alagoa Grande). Ao som da Orquestra de Frevos do maestro João Lobo , o frevo ANJO AZUL, Hino do bloco de autoria de Mestre Fuba, é mais que uma declaração de amor é mesmo uma linda história pela cidade e seu Patrimônio Artístico e Cultural.Encontra no ¨CD - De Bem Com a Vida ¨, do músico FUBA - faixa cinco. Ednamay Cirilo Leite, remanescente jornalista ativista dos movimentos culturais desde a época do Colégio Lins de Vasconcelos - Parahyba, se entrega total ao carnaval do ANJO AZUL em busca de cidadania e arte. O bloco tem a proposta turística de mostar a beleza do Patrimônio Histórico e Arquitetônico, enquanto relíquia do Brasil, desta que já nasceu cidade , em NOVEMBRO de 1585 como Nossa Senhora das Neves, passou por várias mudanças de nomes ,e batalhas guerreiras , até ser conhecida como João Pessoa, em 1930, após a tal REVOLUÇÃO DE 30. Estamos inclusive em campanha para retomada do antigo nome PARAHYBA , nome ESSE, que reinou por 276 anos, como sendo o da CAPITAL. O bloco do resgate tem a fantasia de Colombina como traje oficial para suas foliãse e PIERROT para os foliões,criando a identidade que é a cara do CARNAVAL, abolindo de vez ABADÁS e outras besteiras mais que assolam o país na épca de Momo... Sua ação social é voltada para as profissionais do sexo habitantes do Beco da Faculdade de Direito , Pavilhão do Chá, Rua Duque de Caxias - ou Rua Direita, Ponto de Cém Réis , Rua General Osório - ou Rua Nova, Rua da Areia e Praça Antenhor Navarro , buscando DIGNIDADE atravéz da arte e cidadania, para estas cidadãs. O ANJO AZUL foi o primeiro bloco a levar alegria ao nosso centro histórico após ausência do corso e carnaval outrora existente nesta área , a falência do carnaval naquela área por total falta de políticas para a cultura carnavalesca, chegou a um abandono geral de atividades culturais no centro histórico, enquanto a cidade se transferia para a orla marítima levando o comércio famoso de bares, restaurantes, bingos, boites, shoppings, cinemas, esvaziando completamente o SÍTIO HISTÓRICO. Nosso bloco resgata valores turísticos-culturais , em forma de irreverência e denúncia, prova disto a LAVAGEM da ESCADARIA, realizada sob as benções dos Orixás , e de todos os DEUSES, numa elevação aos nossos espíritos escravos e boêmios das pessoas que outrora habitavam aquela área . A bateria da Escola MALANDROS DO MORRO - de Livardo Alves, e Balula , foram os pioneiros na parceria com o bloco ANJO AZUL , deram o ponta pé inicial em 1994 , juntamente com as Orquestras de CHIQUITO e MAESTRO VILÓ, juntaram-se outras como a do CEFET - PB , sob a batuta do Maestro JOÃO LOBO, tivemos parcerias de cidades do interior do Estado como BANANEIRAS e sua fanfarra LIRA DOS ARTISTAS , do MARACATU NAÇÃO MARACAHYBA, Grupo de Percussão Quebra Quilos, e , entre outros, lançamos o percussivo BATICUMLATA na prévia carnavalesca da cidade. HINO do ANJO AZUL letra e música de Flávio Eduardo Maroja - Mestre FUBA gravada no CD - DE BEM COM A VIDA, quinta faixa - a venda no Gabinete Cultural - Praça Antenor Navarro Varadouro VEM VEM VER A LUA BRILHANDO NA NOITE DE AQUARELA TÃO BELA, TÃO BELA COMO A LUZ DO AMOR VEM, VEM NAVEGAR NA MEMÓRIA DOS CASARÕES DA CIDADE QUEM SABE, QUEM SABE ESSA É UMA HISTÓRIA DE AMOR UM ANJO AZUL PASSOU BEIJOU A NOITE LAVANDO A ESCADARIA UM BÊBADO TROPEÇAVA NO BECO DA CONFRARIA E ESSA ALEGRIA RAIOU POR TODA A NOITE FEZ A CIDADE CANTAR UM QUERUBIM QUE CHEGOU PRO CARNAVAL COMEÇAR VAI MEU AMOR O ANJO AZUL É UMA FLOR NA MADRUGADA DESCEU DO BECO E A CIDADE ACORDOU FOI MAY DE COLOMBINA QUEM ME CONVIDOU VAI MEU AMOR, O ANJO AZUL É UMA FLOR NA MADRUGADA DESCEU DO BECO E A CIDADE ACORDOU FOI DE COLOMBINA QUEM ME CONVIDOUUUUUUUUUU March 12 FLÁVIO TAVARES E O FIC-AUGUSTO DOS ANJOSFlávio e o Testamento de CésarAs previsões dos fatos humanos - como as de Marx - geralmente alteram os resultados previstos, e essa é a intenção deste textoQuando Maranhão escolheu Flávio Tavares para subsecretariar a pasta da Cultura (que tem, realmente, de ter C maiúsculo, pois a Paraíba é a Paraíba), pensou, certamente, num modo de superar ou pelo menos equiparar-se a Cássio Cunha Lima no que foi, durante algum tempo, o ponto forte de sua administração. 2010 vem aí e tudo pesa, inclusive o zelo com que o ex-governador e sua primeira-dama trataram os artistas e artesãos. Digo isso com a isenção de quem jamais solicitou financiamento algum para o FIC - a lei Augusto dos Anjos - e nem é artesão. Só um nome como o de Flávio poderia, mesmo, fazer frente à marca poderosa deixada por Cida Lobo quando na direção da mesma subsecretaria. Essa nomeação é uma tacada política cujo acerto teve somente outras duas equiparáveis, na história mais recente do estado: a de Luiz Carlos Vasconcelos e, agora, a de Walter Galvão, ambas feitas por Ricardo Coutinho, para presidentes da Funjope. E Ricardo Coutinho também será páreo duro - e bote duro nisso - para o governador, em 2010. Mas pra que raios serve a Cultura, num estado com tantas outras prioridades? Essa é uma pergunta fora de propósito numa terra em que já brotaram, talvez como seu maior e mais surpreendente motivo de orgulho, gente feito Sivuca, Celso Furtado, Jackson do Pandeiro, Zé e Pedro Américo, os irmãos Lira, Augusto dos Anjos, Walter e Vladimir Carvalho, Elba e Zé Ramalho, Bráulio Tavares e Shiko, Eli-Eri Moura e Zé Lins, Oliveira de Panelas e Jessier Quirino, Chico César e Ariano Suassuna, Marcus Villar e Zé Dumont, Marcélia Cartaxo e Sérgio de Castro Pinto, além de José Nêumanne, Antonio Dias, Lacet, o maestro Siqueira, etc, etc, incluindo-se nesse rol o Flávio Tavares, o Luiz Carlos Vasconcelos e o Walter Galvão. Tudo isso me ocorre porque na gestão anterior de Maranhão fui encarregado de lhe entregar - no Fenart - um abaixo-assinado de trezentos pintores, atores, cineastas, poetas, romancistas e dramaturgos do estado - artistas de João Pessoa a Cajazeiras - apresentando-lhe o projeto, do então deputado Ricardo Coutinho, da que seria a equivalente estadual à municipal Lei Viva Cultura - que o próprio Ricardo, vereador, criara nos tempos de Cícero Lucena - e vi Maranhão, de repente, antecipando-se a mim, dizer à platéia que tinha uma surpresa para a nossa classe: uma lei, sua, que iria nos deixar a todos muito felizes, pois garantia financiamentos a fundo perdido a todas as atividades em que nos esfalfávamos e graças as quais o estado tanto brilha. Foi muito aplaudido, mas entreguei-lhe, sempre, quando ele saía da sala, o documento de que era portador, sentindo que a lei - dele - era uma réplica do testamento de César, em branco, que Marco Antonio exibe enrolado ao povo de Roma, ante o cadáver do grande Júlio. Coisa pra Shakespeare. Que sabia tudo sobre Maquiavel. Lembro-me de que levei o relato ao jornal o Correio na manhã seguinte, um texto breve que terminava dizendo caber a nós, artistas, o acompanhamento da publicação da nova lei em Diário Oficial e a cobrança de seu cumprimento. Mas do jornal disseram-me, no outro dia, que ali não se divulgava nada que fosse contra o governador, coisa que pensei ter visto apenas no tempo da ditadura, quando certa vez dei com um cartaz, na parede daqui de O Norte, colocado pela Censura: "Não se publica nada sobre Dom José Maria Pires". Que a escolha de Flávio
Tavares - cuja combinação de talento, amor à terra, enorme
simpatia e seriedade garantiram aprovação unânime à unção de
seu nome - não seja outro rebento do maquiavélico gênio
shakesperiano que, por estar sempre se reproduzindo no
mundo, garante-lhe a eternidade.
March 08 GEREBA E JACKSON DO PANDEIRO NO PELOURINHO 2009> A PARCERIA QUE DEU CERTO > > O Projeto jacksoniano fez um encontro de músicos e amantes da arte de tocar PANDEIRO. Com o slogan ¨ venha e traga o PANDEIRO ¨, instrumento que nosso REY DO RITMO JACKSON DO PANDEIRO o baixinho , o mestre nascido no engenho Tanque , em Alagoa Grande , Paraíba. > > ELE que tinha medo de viajar de avião, mas conquistou o nordeste, o Brasil e o mundo com seus trejeitos e a arte de bater PANDEIRO. > > Após VIII MERCADO CULTURAL, em dezembro de 2008,permaneci pela Bahia em companhia de Val Macambira paraibano radicado em Salvador e fundador do MARACATU BISORO AVOADOR , juntamente com o pernambucano CORISCO do grupo ¨ BANDO VIRADO NO MÓIH DE COENTRO , que trabalha o forró armorial,ambos acompanham GEREBA e SHANGAI,em swos pelo interior da Bahia, onde também tive a oportunidad de ver ouvir a performance JACKSONIANA deles na cidade de Feira de Santana, em janeiro de 2009. > > Como sempre acontece com os amntes de JACKSON minha conversa com o músico e pesquisador GEREBA, autor do tradicional programa radiofônico PÉROLAS DA MÚSICA BRASILEIRA,acabou me confidenciando que ainda não havia homenageado JACKSON DO PANDEIRO e que seria muito oportuno para o trabalho dele ouvido nesse Brasil afora,claro que fiquei feliz aceitando o convite e a parceria para voltar a Salvador durante o CARNAVAL. A primeira de uma série de parcerias entre a Associação Cultural e Recreativa ANJO AZUL fora de João Pessoa. > > O encontro foi agndado para os dias 23 e 24 de fevereiro 2009, no Pelourinho de Salvador,o local foi o RESTAURANTE UAUÁ, onde realizamos shwo com uma banda formada por músicos da cena cultural bahiana, tocando os seguintes instrumentos marcas do autêntico forró pé de serra: > > SANFONA, ZABUMBA, TRIÂNGULO, PANDEIRO , VIOLÃO e a inconfundível voz de GEREBA, & CONVIDADOS, levando amigos e turistas presentes ao evento a uma contagiante alegria, entre cantos e danças, do nosso imaginário jacksoniano, cocos, baião, forró, fugindo assim da parafernália infernal dos trios elétricos e do axé do carnaval de Salvador, porém com a benção dos AFOXÉS. > > Um banner do Projeto ESQUENTAI VOSSOS PANDEIROS JACKSONIANOS, exposto na parede externa ( rua João de Deus ) do restaurante UAUÁ , era o convite às fotos e filmagens dos apreciadores da obra jacksoniana , indicando que naquele recinto a música e o RITMO era OUTRO. > > GEREBA, já tem seu projeto aprovado pelo governo bahiano para resgatar o forró brasileiro principalmente ¨Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro ¨, durante o CARNAVAL do Pelourinho, fazendo assim uma chamada antecipada do São João da Bahia , não se intimidou em anunciar o homenageado de 2009 - JACKSON DO PANDEIRO, ano de seus 90 anos de nascimento, a TV PELOURINHO e a ONG AÇÃO PELA CIDADANIA ( rua das Laranjeiras - Pelourinho ), registrou o evento para a TVE e outros meios de comunicação que a ONG tem acesso na Bahia. > > Agosto de 2009, será mês de grandes festas para JACKSON DO PANDEIROS, na cidade de Alagoa Grande, onde está localizado o MEMORIAL Jackson do Pandeiro e onde repousam os restos mortais do artista. > > Uma série de apresentações dos Pandeiros Jacksonianos estão previstas para esse ano de 2009 por vários lugares e feiras nordestinas , paraibanas a exemplo de Campina Grande, Festas de Bode, BRASIL MOSTRA BRASIL , e outros , esperamos muita divulgação e participação, enquanto a verba do projeto aprovado atravéz de Edital FIC - AUGUSTO DOS ANJOS, não entrar na conta da Asociação Cultural e Recreativa Anjo Azul ,verba esta destinada a pagamento dos oficineiros para pandeiro, teatro e artes plásticas, onde pessoas de qualquer idade, sexo, cor, habitantes no Estado da Paraíba, terão oportunidades de conhecer a vida e caminhos jacksonianos participando desse maravilhoso projeto. > > Estas oficinas a que me refiro, fazem parte da ocupação da Associação Cultural e Recreativa Anjo Azul, no Centro Cultural de Terceiro Setor Thomáz Mindello - Av: General Osório, S/N - Centro de João Pessoa -PB. > > Estamos aguardando a subsecretaria de cultura nos informar quando poderemos receber nosso rico dinheirinho para começar as OFICINAS. > > > PARCERIA em Salvador. > Segunda - feira de carnaval > 23/02/2009 > 19:00hs > > terça - feira de carnaval > 24/02/2009 > 19:00hs > > local: UAUÁ - Restaurante > PELOURINHO - SALVADOR. > > contato anjoazuldobeco@... - 83.32266235 > > APOIOS CULTURAL: > > GEREBA - Músico, pesquisador, produtor , bahiano > NONATO FREIRE - Produtor - Ba. > TV PELOURINHO > ONG AÇÃO PELA CIDADANIA - Pelourinho > UAUÁ - Restaurante - Plourinho > Ednamay Cirilo |
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