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    April 27

    JARBAS MARIZ NA TV CULTURA JACKSONIANDO DO GOGÓ AO MOCOTÓ


    Uma série de manifestações culturais estão programadas para os 90 anos de nascimento do genial JACKSON DO PANDEIRO, aqui na paraíba os pandeiros começam a esquentar em todos os terreiros, becos, palcos, feiras, comunidades , bairros , periferia ,ou praia, a onda é jacksoniar.

    Na Bahia, o músico e pesquisador Gereba expõem na radio e nos palcos as PRECIOSIDADES para Jackson , entrevistando contemporâneos do Rei do Ritmo.

    No sul maravilha " A ARTE DE JACKSON DO PANDEIRO " foi a edição especial do programa MOSAICOS da TV CULTURA, onde outro paraibano universal, Jarbas Mariz fez a sena do domimgo, com repertório Competente Demais (Jackson do Pandeiro/Valdemar Lima), Forró em Campina (Jackson do Pandeiro), O canto da ema (Alventino Cavalcante/Ayres Viana/João, Chiclete com banana (Almira Castilho/Gordurinha) e Sebastiana (Rosil Cavalcanti).

    O programa também exibiu participações do artista em programas da emissora como MPB Especial (1972), Panorama (1977 e 1988) e Forró Especial (1982). Outro destaque é a apresentação de um trecho do filme Cala boca, Etelvina, dirigido por Eurides Ramos, em 1958, no qual Jackson e Almira Castilho interpretam Baião nº 1 (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira).
    Um desses momentos qualitativos trouxe feito imã imagens e sons ancorados por Jackson do Pandeiro.

    Jarbas Mariz está na estrada desde 1968, dividiu palco com Jackson em 1980 é um dos poucos músicos brasileiros a prestar tributo com obra totalmente dedicada ao mestre do FORRÓ atravez do CD - DO GOGÓ AO MOCOTÓ - lançado em primeira mão aqui em João Pessoa, num mes de junho , no reduto da boemia culturl paraibana, o extinto Bar Parahyba Café, da Praça Antenor Navarro, centro histórico em noite memórável meses após lançamento da biografia o Rei do Ritimo, que leva o selo da Editora 34, dos jornalistas Antonio Vicente Filho e Fernando Moura.

    Jarbas Mariz, um dos mais consistentes músicos brasileiros na reprodução de sua própria arte e especialmente da obra de Jackson, assim como o sanfoneiro Severo, e o pandeirista Parrá, que dedicaram anos de suas vidas dividindo palcos, cauzos, verdades e mentiras com nosso José Gomes Filho ou Jack.

    Ednamay Cirilo
    April 24

    MINISTROS DO STF GILMAR MENDES BATE BOCA COM JOAQUIM BARBOSA NOVO HEROI DO SUPREMO -

    íntegra, o bate-boca entre Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes

    Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e o ministro Joaquim Barbosa bateram-boca hoje à tarde no plenário do tribunal. Eles discutiam sobre uma ação que já haviam sido julgada no Supremo em 2006, que não defenia quem seriam os beneficiados pelo sistema de previdência do Estado do Paraná.

    A discussão começou assim:

    Gilmar Mendes - O tribunal pode aceitar ou rejeitar, mas não com o argumento de classe. Isso faz parte de impopulismo juficial.

    Joaquim Barbosa - Mas a sua tese deveria ter sido exposta em pratos limpos. Nós deveríamos estar discutindo….

    GM - Ela foi exposta em pratos limpos. Eu não sonego informação. Vossa Excelência me respeite. Foi apontada em pratos limpos.

    JB - Não se discutiu claramente.

    GM - Se discutiu claramente e eu trouxe razão. Talvez Vossa Excelência esteja faltando às sessões. [...] Tanto é que Vossa Excelência não tinha votado. Vossa Excelência faltou a sessão.

    JB - Eu estava de licença, ministro.

    GM - Vossa Excelência falta a sessão e depois vem…

    JB - Eu estava de licença. Vossa Excelência não leu aí. Eu estava de licença do tribunal.

    Aí a discussão foi encerrada. Foi retomada mais tarde com Mendes, na hora que proclamou o pedido de vista de Carlos Ayres Britto sobre outro caso debatido em plenário. Aí, a sessão esquenta e só é encerrada depois que o ministro Marco Aurélio Mello interfere na discussão.

    GM – Portanto, após o voto do relator que rejeitava os embargos, pediu vista o ministro Carlos Britto. Eu só gostaria de lembrar em relação a esses embargos de declaração que esse julgamento iniciou-se em 17/03/2008 e os pressupostos todos foram explicitados, inclusive a fundamentação teórica. Não houve, portanto, sonegação de informação.

    JB – Eu não falei em sonegação de informação, ministro Gilmar. O que eu disse: nós discutimos naquele caso anterior sem nos inteirarmos totalmente das conseqüências da decisão, quem seriam os beneficiários. E é um absurdo, eu acho um absurdo.

    GM – Quem votou sabia exatamente que se trata de pessoas…

    JB – Só que a lei, ela tinha duas categorias.

    GM – Se vossa excelência julga por classe, esse é um argumento…

    JB – Eu sou atento às conseqüências da minha decisão, das minhas decisões. Só isso.

    GM – Vossa excelência não tem condições de dar lição a ninguém.

    JB – E nem vossa excelência. Vossa excelência me respeite, vossa excelência não tem condição alguma. Vossa excelência está destruindo a justiça desse país e vem agora dar lição de moral em mim? Saia a rua, ministro Gilmar. Saia a rua, faz o que eu faço.

    GM – Eu estou na rua, ministro Joaquim.

    JB – Vossa excelência não está na rua não, vossa excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro. É isso.

    Ayres Britto – Ministro Joaquim, vamos ponderar.

    JB – Vossa excelência quando se dirige a mim não está falando com os seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar. Respeite.

    GM – Ministro Joaquim, vossa excelência me respeite.

    Marco Aurélio – Presidente, vamos encerrar a sessão?

    JB – Digo a mesma coisa.

    Marco Aurélio – Eu creio que a discussão está descambando para um campo que não se coaduna com a liturgia do Supremo.

    JB – Também acho. Falei. Fiz uma intervenção normal, regular. Reação brutal, como sempre, veio de vossa excelência.

    GM – Não. Vossa excelência disse que eu faltei aos fatos e não é verdade.

    JB – Não disse, não disse isso.

    GM – Vossa excelência sabe bem que não se faz aqui nenhum relatório distorcido.

    JB – Não disse. O áudio está aí. Eu simplesmente chamei a atenção da Corte para as consequências da decisão e vossa excelência veio com a sua tradicional gentileza e lhaneza.

    GM – Aaaaah, é Vossa Excelência que dá lição de lhaneza ao Tribunal. Está encerrada a sessão.

    April 19

    ANJO AZUL POEMA DE LAU SIQUEIRA PARA MAY

    Lau: anjo azul



    quando a memória marca a ferro cálido
    um cerco invisível no oco que oprime
    a história do mundo

    quando as bolhas tropicálias movem-se
    em mantos de transgressões tatuadas no
    escândalo das coisas ocultas

    quando as certezas das vulvas cerzidas no
    agasalho das noites de banzo ou loucura
    ousam o lúdico no fálico

    quando nossas culpas percorrem impunes
    o silício das guerrilhas vencidas dentro
    de uma guerra perdida

    então o tempo se faz muito mais que
    um rito espalmado na solidão coletiva

    plástico e pulsante
    numa maresia que
    não corrói

    pois que se faz do abismo e do pano
    impermeável que cobre nossas asas

    na travessia e na travessura dos dias
    colhendo do cerco todas as saídas

    como um anjo azul
    na devassidão nua do universo


    Um beijo carinhoso, May! De presente, vai este poema nascido pra tu, agora, em plena tentativa de scrap.  Parabéns, guerreira. Feliz aniversário!
    April 10

    CONFRARIA DO BECO MALAGRIDA

    ENCONTRO ANUAL DA CONFRARIA DO BECO MALAGRIDA, SERÁ EM SETEMBRO  2009.

    movimento de curta duração que realizamos durante quatro sabados de Aleluia.

    ¨ nós do beco da Faculdade de Direito, aqui em João Pessoa , fundamos a
    CONFRARIA DO BECO DE MALAGRIDA , um movimento anarquista contra a Malhação do
    JUDAS, inconformados com tantas Paixões de Cristo, encenadas por atores globais
    ( aquelas figurinhas esquesitas, engamadinhas , metidas a pop stars, que vinham
    aqui anualmente tirar os cachês de nossos atores e atrizes , suas interpretações
    e falas enquanto dublavam sem o menor constrangimento o trabalho dos que fazem o
    teatro parahybano).

    Thiago Lacerda, Marcos Palmeira entre outros, pousavam na cruz destribuindo
    sorrisos, beijinhos e adeuzinhos no exato momento da crucificação, para uma
    platéia histérica formada por adolescentes desvairados, muitos babacas, poucos
    indignados.

    Fizemos do sábado de aleluia a noite de Malagrida , o martir do Brasil,ele
    queimou na fogueira e seu coração continuou a viver, para salvar pervertidos
    nordestinos e prostitutas pecadoras , da Bahia ao Maranhão , no século XVIII ,
    abolimos o Judas e queimamos na santa fogueira da inquisição simbolica, todo o
    clero católico local, representado por bonecos , confeccionados pela ASSOCIARTE
    - ASSOCIAÇÃO DOS ARTISTAS PLÁSTICOS.

    ¨Resgatamos a memória desse Santo Homen , Jesuita da Companhia de Jesus, Gabriel
    Malagrida,que empresta seu nome ao beco da faculdade ( rua : Gabriel Malagrida
    ). MALAGRIDA no cinema é vencedor do Concurso de Documentários do MINc - 1999
    ,também premiado no III Concurso para América Latina e Caribe de Pós - Produção
    Cinematográfica, dos cineastas pesquisadores Renato Barbiere e Victor Leonardi .

    A CONFRARIA do BECO MALAGRIDA, foi para a Academia atravéz dos professores de
    HISTÓRIA e DIREITO, ¨aqueles artistas globais¨ ficaram no passado , A PAIXÃO DE
    CRISTO virou AUTO DO MENINO DEUS em 2009, volta a ser encenada na Praça das
    Igrejas barrocas do Conjunto das Carmelitas e Palácio do Bispo, nossos artistas
    dividem cena com a comunidade dos bairros, vestem a moda urbana de nossas ruas,
    festejam o socio cultural, a arte comtemporânea, o mais autêntico teatro de rua
    dos últimos anos, CRISTO, renasce na periferia, apóstolos são marginais cheira
    cola, drogados, Madalena é aquela jovem prostituida, Maria mãe de Cristo a
    cidadã pobre das pobres, o autor Tarcisio Pereira o genial .

    Ednamay Cirilo

    IV ENCONTRO DAS MULHERES JORNALISTAS PARAHYBANAS

    18 de ABRIL É DIA DE ANIVERSÁRIO DA MAY E DO IV ENCONTRO DAS MULHERES JORNALISTAS PARAHYBANAS


    MAY

    As organizadoras do IV Encontro das Mulheres Jornalistas Paraibanas esperam a participação de aproximadamente 100 profissionais no evento que acontecerá no próximo dia 18 de abril, no restaurante L’Atlantique do Hardman Praia Hotel, em Manaíra. As convidadas para participar desta edição como palestrantes são a editora de Jornalismo da TV Globo Nordeste, Jô Mazzarolo, a professora da UFPB e jornalista Joana Belarmino e a apresentadora Fernanda Albuquerque do programa Mulher Demais, da TV Correio.

    As jornalistas vão falar para as colegas da imprensa paraibana sobre as experiências profissionais na comunicação. Uma das organizadoras do encontro, Marcela Sitônio, disse que esta quarta edição está mais propositiva, com a ampliação dos debates e a troca de experiências, mas sem esquecer o momento de confraternização, com muita alegria e brincadeiras.

    Segundo ela, as convidadas para o debate são mulheres de reconhecida competência, atuando em áreas diferentes da comunicação e que esta pluralidade de opinião será salutar para enriquecer as discussões.

    As camisetas do IV Encontro de Mulheres Jornalistas Paraibanas é assinada pelo artista plástico Clóvis Júnior e será vendida a R$ 15 para acesso ao evento, que contará ainda com sorteios, lanches e muitas brincadeiras. As responsáveis pela promoção desse momento de integração entre as profissionais de comunicação são Marcela Sitônio, Ruth Avelino, Lílian Pedreira, Renata Ferreira, Messina Palmeira, Janaína Araújo, Ana Felipe e Haceldama Borba, Carolina Pacheco e Karla Alencar.

    O evento conta com o apoio do Hotel Hardman, Grupo São Braz, Boticário e a Faculdade Maurício de Nassau.

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