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    June 30

    JANELACULTURAL.COM

    Exclusivo: Chico César revela novidades para o setor cultural

     

    Chico César: compromisso ideológico e uma certeza: fundação não será creche de artistas

    Chico César: compromisso ideológico e uma certeza: fundação não será creche de artistas

    Por Elinaldo Rodrigues / Fotos: Alessandra Fontes

    Há menos de dois meses presidindo a Fundação Cultural de João Pessoa, o cantor e compositor paraibano Chico César revela algumas certezas quanto ao que o poder público deve fazer em prol da cultura. O princípio básico que norteia sua estratégia, é que o Estado deve pensar a cultura como elemento de cidadania, e criar políticas culturais de atendimento à população, mas a prioridade não deve ser a promoção de eventos, nem a proteção dos artistas. Em entrevista exclusiva ao portal janelacultural.com, o autor de “Mama África” antecipa algumas novidades para o setor cultural da cidade, dentre elas, a construção de um teatro municipal, mudanças na organização dos eventos e no Fundo Municipal de Cultura, que deve receber mais recursos este ano.

    A Entrevista:

    Janelacultural.com: Há pouco mais de um mês você assumiu a presidência da Fundação Cultural de João Pessoa. Nesse período de maior reaproximação com o setor artístico-cultural da cidade, agora como gestor público, já deu pra fazer uma avaliação e traçar um prognóstico do que o setor necessita e do que o poder público pode fazer mais em prol da cultura?

    Chico César: Quando um engenheiro projeta uma avenida, a avenida não é para ele; quer dizer, as estradas não são feitas para os engenheiros, os hospitais não são feitos para os médicos, as escolas não são feitas para os professores. Isso são serviços que o poder público oferece para a população. É a população quem paga por esses serviços. Acho que classe artística aqui, por não termos um mercado, ela tem dificuldade de se pensar profissionalmente. E atrela a sua atividade, ou pensa a sua atividade atrelada aos poderes públicos. E aí é como se o estado tivesse que criar políticas de proteção aos artistas, e não como se o estado tivesse de criar políticas de atendimento à população, políticas culturais. Isso é um equivoco terrível, porque como o bailarino, o ator, o músico, etc não tem mercado, ele pensa que o Estado tem de protegê-lo e bancar a sua vida. Como se uma secretaria de cultura fosse uma agência produtora de eventos pra fazer os artistas trabalharem. Não pode ser assim. Acho que o estado tem que pensar em algo muito mais profundo, que é trabalhar a cultura como elemento de cidadania, de inclusão, de direito, como está na constituição. Então, antes de pensar a programação cutural, é necessário criar, ampliar uma rede de oficinas culturais nos bairros, nas periferias, na cidade, de modo que o conhecimento possa ser compartilhado. O evento em que é contratado um artista de dança, de música ou de teatro, é algo pontual. Eu acho uma pena que as verbas de cultura da cidade e o tempo dos agentes de cultura sejam gastos com evento. Então, qual é minha proposta? Ninguém vai conseguir tirar do calendário, carnaval, semana santa, festa junina, Festa das Neves, natal, reveillon… Se a gente quiser fazer só isso… chamar artista pra fazer show, montar palco, fazer festival de teatro, isso já é um trabalho incrível. Mas eu acho que a gente tem que encher a cidade de oficinas culturais e trazer para dentro dos eventos, o resultado dessas oficinas. Então, paralelo ao show, ou à mostra de dança, trazer o pessoal da periferia para participar disso, participar como agente, não como espectador. Você não pode transformar uma cidade inteira, apenas em público. Mesmo que você ofereça algo de bom gosto, de qualidade. Você tem que pensar a cultura como algo que pertence à cidade, e não apenas aos artistas. A intenção é trazer isso o mais rápido possível. Por exemplo, na Festa das Neves, além do palco onde se apresentam os artistas, e o palco da cultura popular, vai ter um palco-tenda, que vai se chamar “Fama Zero”, para onde vamos trazer esse pessoal que está fazendo essas oficinas; o menino que podia está ali fumando crack e tal, aí tem uma oficina de percussão… então vamos trazer essa galera que já está fazendo essa oficina pra tocar; pra que ele veja o que as outras pessoas do bairro do Novais, da Ilha do Bispo, de Jaguaribe, de Mandacaru está fazendo, e ele fazer para que os outros vejam também. Acho que pensar a cultura desse ponto de vista é mais sadio do que você transformar uma fundação numa agencia de eventos, de shows. Eu sou da música, mas isso é uma outra queixa minha: toda vez que você pensa em qualquer coisa já se pensa em show de música; deve-se incluir teatro, artes plásticas, o grafite… Então, o caminho é dialogar com essa cultura que está na periferia, que muitas vezes nós artistas narcisistas e egóigos, não vemos. É necessário dialogar, tentar um aporte de recursos, às vezes coisa pouca. Num show de música, às vezes você gasta o dinheiro de seis meses de oficina, ou mais. Então, devemos está ciente disso. Mudar o caráter dos shows, acabar com a micareta, tirar o forró de plástico; isso foi ótimo, deu uma aplainada no terreno. Mas, eu acho que temos que construir um vinculo real com a cidade.

    Janelacultural.com: Em relação ao mercado cultural, que é uma carência também que o setor cultural enfrenta em função de fatores como a falta de consciência empresarial numa região como a nossa, acaba que em grande parte a reivindicação sobra para o setor público investir… E, além da produção, que já requer muitos recursos, os produtores enfrentam muitos problemas em relação a distribuição. Então se o poder público não investe na produção, não seria o caso de incentivar os canais de distribuição…?

    Chico César: O poder público tem que criar alguns canais entre a iniciativa privada e a artística. Então, eu propus ao pessoal do grafite, vamos fazer uma reunião com a fábrica de tinta, os caras que vendem tinta, pra vê se eles vendem mais barato, pra ver se eles apóiam… Enfim, criar mecanismos, leis de incentivo. Mas, o Estado não pode ser quem paga pra fazer, e quem compra o produto do artista. Há os editais de cultura pra todas as áreas, que é um instrumento democrático, todo mundo pode participar. Tem a programação das praças, que acho um projeto bem interessante. Acho que a gente deve ampliar mais, e pegar outras linguagens, que não seja só música. Aí você consegue colocar cento e tantos artistas, grupos se apresentando. A maioria acha ruim porque você tem cento e tantas datas, e em cento e tantas datas se apresentam cento e tantos artistas, então assim, você não cria um circuito pra dez artistas rodarem todas as praças. Mas aí é que tá, eu acho que quanto mais oportunidade a gente puder dá para mais pessoas se apresentarem, isso torna a coisa mais democrática. Se a gente puder fazer com que cada artista ou grupo se apresente duas vezes pelo menos dentro desse circuitão, já é algo. Mas o que há é que os artistas esperam mais do Estado, esperam mais da Fundação. E há uma limitação de recursos. Acho que aí os artistas tem que procurar palcos alternativos. Independente das prefeituras, eles tem que procurar essas praças, procurar os comerciantes do bairro, procurar patrocínio para se apresentar. Historicamente, mesmo artistas consagrados, como Luiz Gonzaga… Luiz gonzaga associou a imagem dele, a música dele, a um projeto publicitário, ao fumo Du Bom, e a remédio, a sandália e a não sei o quê. Então, além de procurar o caminho das pedras, do ponto de vista da estética, ele mostrou também que é possível… imagina se Luiz Gonzaga cruzasse os braços e esperasse que o governo militar bancasse, a Sudene…. Ele arrumou um patrocinador, uma veraneio…ia fazer shows. Genival Lacerda vai fazer shows nos circos e bota o filho dele na bilheteria… Acho que há uma fantasia talvez dos artistas que os torna muito mimados, no sentido de… ah, a gente quer tocar mas quer que dê o teatro, o cachê, o transporte.. E quer que o Estado dê. Há uma idealização de um certo circuito chique, que eu acho que não combina com a realidade da cidade. Tem que ocupar as praças, as bibliotecas, a periferia, as associações de moradores, os sindicatos, mesmo quando não há dinheiro. Eu digo isso porque nos anos 80, nós tínhamos o Vamos Comer Teatro; tínhamos o Tocar por Prazer do Musiclube da Paraíba; tínhamos o Movimento dos Escritores Independentes recitando poesia no Ponto de Cem Réis todo sábado, invadindo as lojas, sendo expulso, ivadindo a livraria Livro 7, lançamento de livro da secretária Gizeuda Navarro….Onde está o movimetnjo cultural hoje? O que ele está esperando? Nesse sentido acho que a Funjope tem uma função de provocação também; de chamar o pessoal pra rua, pra fazer coisas que dialoguem direto com a população, sem intermediários, sem ter que pagar ingresso, sem ter que entrar no teatro. Porque acho que você vai criando público, e vai criando uma consciência de que a função primeira do trabalho artístico é a expressão, e essa expressão necessita de uma consciência. Ganhar dinheiro para sobreviver é legítimo, mas se você colocar isso antes de tudo, parece que a expressão está em segundo lugar, isso gera uma distorção, e acaba não funcionando nem pra uma coisa nem pra outra.

    Autor de "Mama África" destaca necessidade de reforçar a consciência da expressão artística

    Autor de "Mama África" não fará shows na Paraíba enquanto atuar como gestor público

    Janelacultural.com: E o Fundo Municipal de Cultura, como é que fica nessa filosofia?

    Chico César: Estamos num momento muito rico agora de contato com o Minc, entre outras coisas, como a discussão da Lei Rounet e tal, mas que na verdade é uma discussão muito mais ampla que a criação de um sistema nacional de cultura, que dialoga com o sistema de cultura de cada município, da capital, com o sistema de cultura dos estados. Então, estamos discutindo a criação de nosso sistema de cultura que envolve fundo, fóruns de cultura, conferências… Quanto ao FMC, temos uma discussão com o prefeito Ricardo Coutinho de que devemos abrir os editais por manifestação, e não apenas um edital só, um bolão. Porque assim o pessoal da dança vai saber, esse é um edital da dança; o pessoal do audiovisual do mesmo jeito. Então, está passando por uma rediscussão, vamos organizar a nossa conferência municipal de cultura, que vai nos ajudar inclusive, a repensar o fundo, e ainda este ano devemos lançar os editais, espero que até setembro, pra sinalizar pra classe artística que a prefeitura não vai descuidar do seu papel de parceiro.

    Janelacultural.com: Então, com essa parceria mais forte com o Minc, há perspectiva de ampliar recursos para o FMC?
    Chico César: Há perspectiva…

    Janelacultural.com: Na último edital foi de R$ 700 mil…

    Chico César: Pra uma cidade como João Pessoa, é pouco. Com a criação desse sistema nacional de cultura, há a possibilidade de repasse de fundo a fundo. Um dinheiro da órbita federal que vem direto para a órbita municipal, sem passar por outras vias. Então, há essa possibilidade. Se a gente se organiza e cria essa dinâmica mais fluida, a cidade tende a ganhar. Quando eu vou a Brasília, nesse mês e quinze dias eu fui duas vezes…

    Janelacultural.com: E você está indo agora novamente…?
    Chico César: Estou indo tocar agora….vou amanhã.

    Janelacultural: Por falar nisso, queria que você falasse um pouco como é que fica sua carreira artistica?

    Chico César: Quando aceitei o convite do prefeito Ricardo Coutinho, eu coloquei pra ele algumas coisas, pra serem colocadas pra população: de que eu não vou tocar na Paraíba profissionalmente, enquanto estiver nesse cargo. O pessoal pode até pensar, porque não só em João Pessoa? Porque acho que cria uma certa confusão; a capital é um centro irradiador, é um pólo importante…. Então, de repente, uma conversa com um secretário de Cultura do Conde, eu como artista, pode parecer estranho. Acho que posso ajudar mais como gestor cultural mesmo, do que como artista. Eu prefiro conversar com Tan, que é o secretário de Cultura de Campina Grande, como gestor agora, do que como artista. Então, o que acontece, durante a semana, eu sou mais da Fundação; no fim de semana eu sou mais do artista. Então, às vezes, uma coisa vai entrar na outra… Acho que prá fora do Estado, eu ter aceito o convite e ter assumido, criou uma expectativa muito bacana e um desejo de colaboração. Eu sinto muito isso em Brasília, quando vou discutir Pontos de Cultura, discutir Mais Cultura… As pessoas recebem muito entusiasmadas; e não é porque é uma celebridade, é porque é um artista que tem uma história política, ideologia, é um compromisso de história, é uma vida pública que tem uma coerência ligada a uma coisa de animação cultural, de agitação cultural.

    Janelacultural.com: Mas há uma expectativa muito grande da comunidade artística em relação a sua atuação frente a principal entidade cultural da cidade, considerando sobretudo um fato muito simples: todos sabem do seu talento artístico, mas a sua atuação como dirigente cultural, essa será sua primeira grande experiência. Algo similar ao que ocorreu com o ator Luiz Carlos (antecessor). Como você encara essa situação?

    Chico César: Eu acho que Luiz Carlos sempre foi um gestor cultural da maior importância. Até mais importante do que eu. Ele criou junto com os colegas Everaldo, Buda Lira… criaram a Piollin, que é uma escola importantíssima, que já tem mais de 30 anos. Mas, uma coisa a gente vê que é a gestão publica, e outra coisa é a gestão privada. Por que, por exemplo, eu criei o Instituto Beradeiro, criei e banquei durante cinco anos - agora o governo vai, a Petrobrás e tal… - Então, quando você não está ligado à burocracia do Estado, a um organograma público e tal, você age com muito mais velocidade. Quer dizer, você não depende, sei lá, da Seinfra, da Secretaria de Finanças… É você mesmo, você e seus colegas dizendo vamos fazer isso… e se a gente errar, quando você erra sozinho, você quebra sua própria cabeça, gasta seu próprio dinheiro, sei lá o que… E quando você está ligado a uma gestão pública, você tem que levar em conta a política, a que aquela gestão publica se propõe e quais são as dificuldades, quais são os entraves, e ter claro o que você quer fazer também… Eu tenho certeza que a Funjope não pode ser uma creche de artistas, isso aqui não é um lugar de adoção de artistas. Ela tem que elaborar uma política cultural coerente, com uma proposta de um governo socialista dentro de um regime capitalista.

    Janelacultural.com: Existe já a indicação da construção do teatro municipal, que é uma carência da cidade, o que há de concreto em relação a isso?
    Chico César: Existe um projeto arquitetônico, existe uma Emenda parlamentar de bancada, do deputado Marcondes Gadelha, uma emenda que traz recursos na ordem de 11 milhões de reais, direcionada ao Ministério da Cultura. Existe outra Emenda que é uma verba que está associada ainda à Estação Ciência… A idéia é ter um conjunto arquitetônico que dialogue com a Estação de Ciência Cultura e Arte, algo em torno de 17 milhões. Quer dizer, isso ainda é um propósito, não existe dinheiro de fato, na mão.

    Janelacultural.com: Parece que já há um rumor na cidade questionando o acesso ao local, pela distância. Alguns acham que esse instrumento deveria ser construído aqui no centro histórico para dinamizar mais essa localização aqui nessa área. Você já ouviu algo a esse respeito?

    Chico César: Já ouvi… Nós temos, por exemplo, e vamos fazer isso, numa assoicação com o Governo Federal do Minc, vamos transformar o antigo Fantástico Clube de Mangabeira, num espaço multiuso para aquela população. A gente tem muita vontade de transformar o Porto do Capim numa grande arena. O centro, ele vai se dinamizar acho que por outros propósitos. Ocupando os prédios, as habitações. Não há um espaço para construção de um espaço municipal. Não tem um terreno disponível para construir. O fato é que quando a Estação Ciência foi projetada, pensada e construída… há um dinheiro que está ligado a Estação Ciência, no Ministério da Ciência e Tecnologia e que é algo que vai fazer parte do mesmo conjunto arquitetônico. Então, não há como desmembrar e dizer “a classe artística acha que deve ser colocado no centro…” A gente vai acabar não tendo nem uma coisa nem a outra coisa. Acho que é melhor a gente pegar isso que existe e construir, respeitando a questão ambiental, até revitalizando. E a gente não pode deixar de pensar que perto dali você tem Mangabeira, Valentina, José Américo, está tudo por ali…

    Janelacultural.com: Voltando a questão do artista, me fale sobre os projetos em andamento ou algum novo projeto de criação no campo da música.

    Chico César: Eu estou na estrada fazendo show do disco “Francisco, Forró e Frevo” que foi agora indicado ao Prêmio de Música Brasileira. Coincidentemente, mais três paraibanos estão indicados ao mesmo prêmio, com categorias diferentes: Renata Arruda, Zé Ramalho e Zabé da Loca. Isso mostra como um Estado pequeno pode ganhar visibilidade na cena nacional, independente do poder público. Não sei se o disco da dona Zabé da Loca foi bancado por algum fundo, uma lei de incentivo à cultura. Mas o resto é fruto da batalha pessoal de cada um desses artistas. Isso não deve tirar a responsabilidade do Estado com relação ao apoio a cultura. Pelo contrário, mostra que há pujança na área cultural no nosso Estado. E há Estados que não tem nenhum artista indicado a nada nesse prêmio e nem nada naquele outro, e gastam com cultura 10 vezes mais do que a gente. Então, eu acho que a gente tem que tomar um certo cuidado, e não esquecer que Sivuca, ele fez um concurso para a Orquestra Tabajara, passou, mas o que ele ia ganhar aqui não dava nem pra ele pagar a pensão, ou só dava pra pagar a pensão… aí ele voltou pra Itabaiana, jovem ainda, e os amigos dele inscreveram ele acho que numa orquestra da Rádio Jornal do Comércio, em Recife. E aí, ele já nem queria mais, mas lá ele passou, e os chefes da orquestra disseram: ‘olha, sabemos que você não é daqui, que você vem de outro Estado; então, além do que você ganha, vamos pagar o aluguel do apartamento, e vai dá já um aumento…’ Então, quando muita gente aqui fica choramingando… dizendo como Recife é bacana, como João Pessoa é pequena…. Historicamente tem sido assim, as indústrias estão instaladas lá há muito mais tempo, há pujança econômica no Estado, o apoio que esse Estado pode dá a cultura é maior, o interesse também… Nós tivemos aqui uma época que o governo teve muito interesse na música erudita, na época do governador Burity… algo que na época, eu como artista de música popular, reprovava, achava ruim, mas isso criou um núcleo de grandes músicos. Hoje a Paraíba fornece músicos para orquestras de Natal, de Recife, de Aracaju, de São Paulo, de fora do Brasil… Então, quando você pega dinheiro publico e aplica na formação principalmente, é muito importante.

    Capa do disco Francisco, Forró & Frevo. Enquanto atuar como gestor público, artista não fará shows na Paraíba
    June 10

    CONFRARIA DO BECO DE MALAGRIDA - TÚNEL DO TEMPO

    DruzzPress, por sua Editoria de Irmandades,
    Congregações, Associações, Sociedades,
    Enturmações & Outras Confrarias, esclarece

    SÓ  POR  DUAS CONFRARIAS
    BATE O CORAÇÃO DO DRUZZ

    Amo duas Confrarias,
    só pelas duas sou seco:
    a Confraria do Beco
    e do Vinho a Confraria.
    Minha Lista, o que eu faria
    nessa outra Irmandade
    (ou até Congregação)
    sem de Aglaé a bondade,
    sem da Clotilde a verdade
    e sem da Neile a afeição?!...

    Evandrovinho da Nobrebeco [DruzzKonffrad]

    ***************************************************
    NEILIANE MAIA escreveu:

    Evandro e a Confraria  
          
    Neiliane Maia    
    to cidadeecultura

    E meu pai, nos seus 87 anos, que me ligou na maior
    zorra, da granja onde mora:

    "Tou ligando pra dizer que, como seus amigos estão
    caindo nessa tal Operação Confraria, venha se
    esconder aqui pra não ser presa também. Eu garanto
    que lhe dou guarida até Bruno voltar".

    Bruno é meu filho advogado que está viajando.
    Estão vendo como essa coisa tá séria?

    Um abraço
    Neiliane
    *****************************************************************************************
    AGLAÉ FERNANDES escreveu:
    aglaefernandes <aglaefernandes@...>

    Caros listeiros,
    Talvez pela força e celebridade do nome, aliada ao
    nervosismo da repórter da TV Correio, tivemos o nosso
    companheiro Evandro da Nóbrega envolvido na Operação
    Confraria, em matéria do Correio Debate deste 21 de julho.

    Explicação possível:
    A referida repórter teria misturado os nomes
    EVANDRO Almeida e Saulo NÓBREGA e fabricado um
    Evandro Nóbrega, nome que certamente lhe era familiar.

    A ironia fica por conta da brincadeira habitual do
    nosso estimado Evandro que experimenta fusões do
    seu próprio nome com o assunto e/ou personagens
    que ele evoca em seus brilhantíssimos textos.
     
    Evandro, felizmente todo mundo sabe que a
    Confraria mais barra pesada que você freqüenta é no
    máximo a cultural Confraria do Beco.
    Um abraço,
      
    Aglaé

    ********************************************************************************
    CLOTILDE TAVARES escreveu:
     
    Clotilde Tavares
    www.clotildetavares.com.br
    http://clotilde-tavares.fotoblog.uol.com.br

    --------- Mensagem Original --------
    De: "Evandro da Nobrega" <evandro.da.nobrega@...>
    Para: "Clotilde Tavares" <clonews@...>
    Assunto: É OUTRO EVANDRO, NÃO O DEGAS AQUI...
    Data: 21/07/05 07:20

    Prezada Clotilde:

    Por isto tudo é que sempre cito a imortal frase do
    insigne filósofo patoense Ninim das Espinharas:
    "O mundo é doido e a mãe num sabe"...

    Talvez porque seja eu o Evandro mais conhecido da
    Paraíba, tem saído aí, insistemente, na TV Correio,
    por lapso ou equívoco, que o "ex-secretário da Prefeitura, Evandro Nóbrega",
    está na relação dos acusados da PF e da Controladoria Geral da União...

    Mas não sou eu, não, claro. Fui Secretário de Comunicação Social da Prefeitura,
    por duas vezes, mas faz muito tempo, há trocentos anos, quando ainda era prefeito
    (imagine!) o falecido Damásio Franca, que cumpriu dois mandatos...

    No caso de agora, trata-se aparentemente do ex-secretário Evandro Almeida
    Fernandes (ou Castro, não sei bem), como o Hélder Moura, do programa Correio
    Debate, da TV Correio, já esclareceu uma vez...

    Mas, apesar do esclarecimento, a notícia sobre o tal Evandro Nóbrega já saiu
    mais umas quatro ou cinco vezes...

    Não estou nem aí, porque não sou eu mesmo, não. Não carece preparar a malinha,
    não, com escova de dentes, cuecas limpas etc...

    Aliás, não sou Evandro Nóbrega, mas, com licença da má palavra, Evandro da Nóbrega.

    Outrossim (outrossim é bom demais!), o único Evandro Nóbrega que conheço, e é só
    de nome, atua como neurocirurgião no Paraná, bem longe desta confa aqui.

    Beijo seu coração de escritora, inobstante loura,

    Evandrus Anovrecensis,
    "...ad radices castro Anofrice, apud Galicia..."


    June 09

    A ARTE TIMENSION DE HANS DONNER

     à magnífica criação Timension, uma maneira inusitada de medir o tempo, do designer Hans Donner.

    Reginaldo Marinho

    O tempo de Hans Donner

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    Deus disse logo no primeiro dia: Faça-se a luz e a luz foi feita. Desde os primórdios que a presença da luz inquieta o homem e através dela veio a compreensão do tempo.

    A primeira leitura do tempo foi por meio da luz. Antes do relógio de sol, o homem dispunha apenas do relógio biológico para controlar as suas atividades no decorrer do dia. Ao criar necessidade de programar os seus afazeres e definir a sensação da passagem do tempo foi criado o relógio solar.

    Durante o dia observou-se que o Sol se deslocava, com o tempo a luz percorria o espaço, esse percurso transformando a dimensão e a posição das sombras delineadas pela luz inspirou o homem a projetar os primeiros instrumentos de medição do tempo. No início do dia, com o Sol levantando-se do horizonte, a projeção ficava mais alongada. A sombra ia diminuindo de tamanho e voltava a crescer, até desaparecer e surgir a noite. O ponto de transição foi denominado meio-dia.

    Atribui-se ao filósofo, astrônomo, geógrafo e matemático grego Anaximandro de Mileto, discípulo de Tales, que viveu entre 610 a.C. e 547 a.C. a invenção do relógio solar. Teria sido ele quem aperfeiçoou o conhecimento dos babilônios, que habitavam o atual Iraque, e construiu o primeiro relógio de sol, a primeira geração de relógios. Consiste basicamente em uma haste, inicialmente vertical, fixada em uma superfície, sobre a qual a luz solar projeta uma sombra que marca o tempo. Definem-se os intervalos de tempo sobre essa superfície, em torno da haste central. O deslocamento da sombra da haste projetada girando sobre a superfície horizontal indicava as horas. O tempo e a luz são elementos indissociáveis.

    Os relógios solares eram imprecisos, em função do movimento oscilatório da Terra que gera as quatro estações e dependiam da ausência de nuvens. A variação da inclinação do Sol durante o ano se visualiza com mais nitidez nos países europeus localizados mais afastados do equador. A inquietação para compreender e dimensionar o tempo faz parte da natureza humana. Não podemos abstrair o tempo de nossas vidas, para sermos mais inteiros devemos nos integrar ao tempo, permitir uma completa harmonia em cada fragmento de tempo.

    A segunda geração foi a dos relógios mecânicos. Eles surgiram no final do século XIII e o primeiro relógio de torre foi construído na cidade de Pádua, na Itália, pelo relojoeiro Jacopo di Dondi, em 1344.  Os ponteiros girando em torno de um eixo substituíram a sombra da haste que girava em torno dela, nos relógios solares. Passaram a fabricar relógios menores que se usavam em bolsos ou bolsas, conhecidos por relógios de algibeira. Até Santos Dumont não houve muitas mudanças, foi ele que introduziu o relógio de pulso, mas continuou sendo o mesmo relógio.

    A terceira geração foi a dos relógios digitais. Essa invenção não funcionou para o uso pessoal. Não conseguimos nos livrar dos arquétipos. Esse relógio racional e tão preciso funciona bem em todas as aplicações fora do pulso, mas não se conecta com as imagens que temos construídas em nosso inconsciente para nos relacionar com o tempo. A nossa compreensão do tempo está associada à visão da luz que se desloca no firmamento.

    Hans Donner, um dos designers mais consagrados do mundo, cuja obra define os próprios conceitos do design moderno, cria a quarta geração de medidores do tempo. Hans batizou acertadamente a sua invenção por Timension. Timension é o novo paradigma na dimensão do tempo. Com ele você vê o tempo. Nele estão reunidos os arquétipos desde os tempos imemoriais associados ao que existe de mais belo e contemporâneo na medição do tempo. Uma representação gráfica do tempo e da luz entre o nascer e o pôr do Sol, encapsulada em refinada estética.

    O tempo de Hans Donner é medido por uma linha que separa a luz da sombra que desliza suave e continuamente em seu invento, como acontece na natureza. O tempo e a luz estão definitivamente unidos em sua invenção. Uma união perfeita. A poesia que a luz sugere com a precisão do tempo.

    O tempo deixa de ser medido pelos tradicionais ponteiros e retorna à luz. Hans Donner é outro renascentista pós-moderno. Ele concebeu um instrumento científico integrado à arte.

    O Timension chegou a ser fabricado para ser usado no pulso, uma versão mecânica. Agora, ganhou a sua forma definitiva, em sintonia com o futuro. Essa invenção foi traduzida para a linguagem digital e está sendo baixado para computadores e usuários de Iphone e Iphod Touch do mundo inteiro pela internet, a cada minuto. A medição mais primitiva do tempo e, agora, a mais revolucionária são feitas pela luz.  O futuro passa por esse tempo.

    Quem tem sistema operacional Vista ou XP original da Microsoft pode fazer o download do Timension grátis.

    June 07

    COPA DO MUNDO 2014 NO BRASIL


     

    Sem surpresas, Fifa anuncia sedes da Copa do Mundo de 2014

     

    Thales Calipo

    Em Nassau (Bahamas)

     

    O mistério chegou ao fim. Após 19 meses da escolha do Brasil como palco da Copa do Mundo de 2014, a Fifa divulgou, neste domingo, em Nassau, nas Bahamas, o nome das 12 sedes do Mundial. Sem muitas surpresas, foram confirmadas

     Belo Horizonte (MG),

     Brasília (DF),

    Cuiabá (MT),

    Curitiba (PR),

    Fortaleza (CE),

    Manaus (AM),

    Natal (RN),

     Porto Alegre (RS),

    Recife (PE),

    Rio de Janeiro (RJ),

    Salvador (BA)

    e São Paulo (SP).

     

     

    Manaus será a representante da região Norte na Copa do Mundo de 2014

     

    Beira-Rio será estádio usado em Porto Alegre no Mundial e passará por reformas

     

    Dessa forma, das 17 candidatas que estavam na disputa, ficaram fora as cidades de Belém (PA), Campo Grande (MS), Florianópolis (SC), Goiânia (GO) e Rio Branco (AC).

     

    Passada a euforia e a festa pela confirmação do anúncio, as cidades escolhidas terão um cronograma curto para se adequarem às exigências de uma Copa do Mundo. Todos os estádios que foram indicados, por exemplo, precisarão ser reformados ou ainda totalmente construídos. A expectativa é que as novas arenas estejam prontas até o fim de 2012, possibilitando a utilização na Copa das Confederações, em 2013.

     

    Após o anúncio, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, voltou a reafirmar a necessidade de serem cumpridos os prazos. "As cidades escolhidas terão apenas o começo do trabalho, que exige organização, cumprimento de prazos, respeito aos padrões da Fifa e credibilidade. Tenho convicção que as 12 cidades têm noção de sua responsabilidade", explicou.

     

    O grande objetivo de todas as cidades é atrair o dinheiro da iniciativa privada para viabilizar suas novas arenas e também a ampliação da rede hoteleira. Mesmo com as promessas antes do anúncio, poucas sedes devem conseguir estes investimentos, restando aos governos estaduais a tarefa, em muitos casos, de bancar as praças esportivas.

     

    Por outro lado, o governo federal arcará com as obras de infraestrutura. Para isso, deve ser anunciado nos próximos dias um Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) exclusivamente para a Copa do Mundo de 2014.

     

    Além de deixar todas as cidades em condições de receber o Mundial, o desafio é não repetir o que aconteceu nos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro, quando os gastos finais foram muito maiores do que a projeção inicial, obrigando o governo federal a gastar mais dinheiro do que o esperado para salvar o evento.

     

    Ao mesmo tempo, a Fifa garantiu que não deixará as cidades preteridas no processo de seleção sem eventos ligados à Copa do Mundo. "Essas cidades que não foram escolhidas como sede, terão eventos ligados ao evento. Não podemos jogar em todas as cidades, mas faremos o possível para que todas as regiões possam receber atividades da Fifa", destacou Joseph Blatter.

    June 05

    CADASTRAMENTO DE ARTISTASe PRODUTORES CULTURAIS

    Sexta-feira, 5de Junho de 2009

    Funjope cadastra artistas e produtores culturais

    Estão abertas as inscrições para cadastramento de artistas, técnicos, oficineiros e produtores culturais nas áreas de Artes Cênicas, Dança, Cultura Popular, Audiovisual, Artes Visuais, Literatura, Circo e Dança e de qualquer outra vertente cultural para composição da programação cultural dos projetos apoiados e realizados pela FUNJOPE.

    Inscrições - As inscrições serão realizadas na sede da Fundação bem como através dos Correios e Telégrafos mediante entrega do formulário padrão e documentação aqui exigida no prazo de 18 de maio a 03 de julho de 2009 do corrente ano.

    Seleção - Poderão ser selecionados artistas, técnicos, grupos, bandas, solos e outros inscritos para apresentações em locais determinados pela Funjope, considerando as propostas de shows, espetáculos, trabalhos técnicos e oficinas que sejam economicamente viáveis para Fundação, assim como suas características e condições de realização como espaços físicos alternativos e relação de materiais de consumo e recursos técnicos.

    Contato: (83) 3218-9707/ 3218-9811/ 3218-5502

    http://www.joaopess oa.pb.gov. br/secretarias/ funjope

    Falando sobre COTAS NO SÃO PAULO FASHION WEEK

    COTAS NO SÃO PAULO FASHION WEEK
    Tiago Sitõnio

    DIVIDIR PARA CONQUISTAR?







    Assunto polêmico, a criação de cotas, em qualquer âmbito, tem gerado muito debate. Tudo começou com o sistema de cotas para as universidades. Sugeriram cotas baseadas na raça, as críticas vieram. Sugeriram cotas baseadas nas condições socioeconômicas dos candidatos, outras críticas surgiram.

    Agora as cotas chegaram aos desfiles de moda. Por pressão do Ministério Público de São Paulo, a organização do São Paulo Fashion Week fechou um acordo com as grifes do evento para criarem uma cota de 10% de modelos negros para os desfiles deste ano. A pergunta que fica no ar é: vai parar por aí?

    Obviamente não se contestam as intenções por trás das políticas de cotas de incluir quem está à margem da sociedade. Mas, como bem se sabe, boas intenções não são suficientes. O sistema de cotas para universidades nunca me pareceu uma boa solução, quer sejam cotas raciais, quer sejam cotas sociais. 

    O critério de cotas raciais é o mais nocivo e disparatado de todos. Em primeiro lugar, porque institucionaliza o racismo, criando divisões raciais com o aval do governo. Em segundo lugar, qual é o critério de classificação de raça? Quem decide quem é negro, mulato, cafuso ou mameluco? O caso dos irmãos gêmeos que foram classificados diferentemente pela Universidade de Brasília deixou claro que não há maneira segura e correta de definir a raça. Aliás, o próprio conceito de raça para o ser humano já foi desacreditado e descartado pela Biologia.

    Seguindo o critério da condição socioeconômica, outro problema existente também na escolha por raça persiste: a qualificação dos candidatos. É sabido que, pelo sistema de cotas, há alunos entrando na faculdade com notas mais baixas do que os que não usufruem as cotas. Por experiência própria, sei que há pessoas que, mesmo sem nenhum tipo de favorecimento e tendo que passar por todo o calvário do vestibular, ainda entram na universidade despreparadas, sem alguns conhecimentos básicos do ensino médio para dar início ao ensino superior. O que se esperar então de alunos que vêm de escolas da rede pública com ensino precário que são favorecidos por um sistema falho?         É preocupante pensar na qualificação dos profissionais que se formam a partir dessa conjunção de fatores.

    Se a intenção é dar condições de igualdade para os negros, índios, estudantes de famílias pobres e outros excluídos, então que se invista em ensino fundamental e médio de qualidade, deixando-os aptos a concorrer em pé de igualdade com qualquer aluno abastado de escolas particulares de primeira (que se empenhe em seus estudos, claro). Forçar a entrada de pessoas despreparadas na universidade não resolve um problema, cria outros. Se assim for, pode ser que vejamos o governo passar a exigir cotas nas empresas para a contratação de profissionais formados que se valeram do sistema de cotas para garantir que eles tenham “chances iguais” no mercado de trabalho.



    June 02

    CRISTOVAM TADEU - HUMORISTA LANÇA DVD

    DVD de Cristovam Tadeu 

     

            O humorista paraibano Cristovam Tadeu lança o seu primeiro DVD celebrando os 25 anos de carreira artística. ‘RisoPontoCom’, o DVD, será lançado nos dias 6 e 7 de Junho, às 20h na Sala de Cultura do Shopping Sul, na principal do Conjunto dos Bancários, onde o artista estreou em 2006.

              Cristovam Tadeu é o humorista pioneiro na Paraíba no estilo one-man-show. Começou como ator de teatro em 1980 e já em 82, aos 20 anos, fazia seu primeiro show de humor chamado “Prá Morrer de Rir”. Em 86 iniciou o projeto de humor em bar se apresentando e lançando novos talentos no famoso Bar Travessia.

              Atuou em dezenas de peças de teatro, escreveu e dirigiu dois espetáculos de grande sucesso – ‘Vovô Viu a Uva’ e ‘Vovó Viu a Ave’ - fez cinema - ‘24h’ de Marcus Villar e ‘Por 30 Dinheiros’ de Vânia Perazzo e Ivan Herbalo -  e na TV, além de ter feito centenas de comerciais, escreveu, dirigiu e produziu o primeiro programa de humor da Paraíba chamado ”Sábado de Graça”.

              Em 1989, em São Paulo, fez parte do elenco do programa ‘Só Riso’, na Rede Band ao lado de Costinha, Zé Vasconcelos, Lilico, Zé Bonitinho e há quatro anos participa do programa ‘Show do Tom’ na Rede Record como Gaetano Velhoso.

              Tadeu está celebrando uma vida inteira dedicada ao humor: dos quadrinhos às charges, do teatro à TV.

    Conteúdo do DVD.

              Para elaborar o DVD, Cristovam Tadeu procurou rechear com materiais importantes na carreira do comediante, assim, o disco está repleto de coisas raras como o primeiro quadro de humor na TV em 1987 atuando com Nairon Barreto (Zé Lezim) e Ednaldo do Egypto, que vai estar na faixa Baú 1. No Baú 2, Tadeu nos presenteia com sua participação no programa ‘Só Riso’, na Rede Bandeirantes de Televisão em São Paulo, no ano de 1989 quando ele se mudou pra lá. Além desses dois baús, há material antigo como comerciais para TV (“você não tem videocassete? O h, pobreza!”), extras como o quadro ‘Pagando Mico’, imitação de Ariano Suassuna e Dom Marcelo e claro, trechos do show gravado ao vivo no teatro Santa Roza. Há também uma faixa bônus que só pra quem usa computador com um Power Point dos 25 anos de carreira do humorista.

              O show de lançamento e a noite de autógrafos começam às 20h e os ingressos custam R$ 10,00 (Inteira), que dá o direito a ganhar grátis um DVD e R$ 5,00 (Meia para estudantes com carteira e idosos acima de 65 anos). Informações 8823-2345.