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July 24 VALDEZ COMENTA A classe
rica, aristocrática, é a mesma em qualquer lugar. Em tempos avoengos,
boatou que os ricos eram ricos devido a providência divina, e, com a
ajuda da Igreja, que os pobres deveriam ser sempre pobres, com a graça
de Deus... Não é sem razão que a pobreza ainda acredita que estudar faz
maluquecer as pessoas. Eis que o vulgo atribuia as esquisitices de Don
Quixote ao fato deste se haver metido com os livros. Só que vieram
Voltaire, Diderot, Rousseau, e o honorável Calvino, a dizer que um
peido, dado após uma boa comida e a um bom vinho, era mais confiável
que essas estórias criadas pelos ricos.
No Brasil,
está a divulgar que um operário não tem condições de governar o país;
que a vaca vai para o brejo se Lula for eleito Presidente; que o Brasil
vai enveredar pelos caminhos da Argentina.
A mesma
coisa diziam os aristocratas de Thomas Jefferson, que também havia
nascido sem eira nem beira; diferentemente de Washington, John Adams e
Alexandre Hamilton, homens de berço e ricos proprietários. Consolidada
a independência americana, trataram os aristocratas, federalistas,
de criar mecanismos jurídicos para dificultar a ascensão do Zépovinho
ao poder. Criaram um Estado centralizado e um colégio eleitoral,
somente constituido de bem nascidos, que indicaria os candidatos a
candidato.
Jefferson,
claro..., se opunha aos federalistas. Estes, por sua vez, diziam que
Jefferson era um perigoso demagogo, livre-pensador, partidário do
amor-livre, e que tinha vivido muito tempo na França para ser um
sincero patriota americano... Esqueciam-se de que os franceses tinham
emprestado dinheiro e homens à causa da Independência, entre os quais
se destacara a figura exponencial do jovem Marquês de La Fayette, que
lutara ao lado de Washington. Curioso que os americanos, durante a luta
pela independência, concluiram inúmeros tratados de amizade com a
França.
Em 1789,
ano da queda da Bastilha, foi a vez dos franceses cobrarem dos
americanos uma ajuda. Madaram Genêt aos EEUU, com a mesma finalidade
com que Mister Benjamim Franklin, poucos anos antes, havia aportado na
França. Mas havia uma enorme diferença... Na América a revolução tinha
posto no poder proprietários, aristocratas e a classe alta; na França o
poder estava nas mãos das massas pobres, dos democratas, das multidões
desprezadas dos cortiços. O governo americano escorraçou Monsieur Genêt
e aliou-se à Inglaterra, inimiga da França. Para coibir quaisquer
manifestações contrárias a essas medidas fez aprovar pelo Congresso: a)
Lei dos Estrangeiros, que aumentava de 5 para 14 o número de anos
necessários para um estrangeiro obter a cidadania americana, além de
permitir prender e exilar todo estrangeiro considerado indejável, ou
que pertencesse a uma nação em guerra com os EEUU; b) Lei das Sedições,
que permitia prender quem falasse mal do governo, do Presidente e das
casas do Congresso, ou quem instigasse a oposição contra um ato legal
do Congresso ou do Presidente.
Ocorre que
o povo americano não esquecera da ajuda que recebera do povo francês e
foi para as ruas protestar. Thomas Jefferson conseguiu que algumas
Câmaras estaduais votassem pela inconstitucionalidade da Lei das
Sedições, vez que esta cerceava as liberdades de expressão. Foi no topo
dessa indignação popular que Thomas Jefferson foi eleito o terceiro
presidente dos EEUU, em 1809. Um homem sem berço, que abriria um
precedente para que, mais tarde, um lenhador ocupasse, também, o posto
mais importante dos EEUU.
Precisamos
mudar... Acreditar, como os americanos, que qualquer cidadão de bem
está capacitado para dirigir os destinos do nosso país, seja ele
lenhador, torneiro mecânico ou professor de sociologia das arábias!
valdez CAMINHS DO FRIO AREIA CIDADE PATRIMÕNIO HISTÓRICO NACIOANLMunicípio de Areia recebe programação do 'Caminhos do Frio 2009'
O roteiro turístico 'Caminhos do Frio 2009' aporta esta semana em Areia. O município que é um dos mais admirados por seus atrativos culturais, além de carregar o título de Patrimônio Histórico Nacional, receberá os visitantes com a programação do festival ‘Frio, Cachaça e Arte’. Entre os dias 20 e 26, turistas e moradores poderão curtir uma extensa programação de oficinas, exposições, apresentações culturais, festivais gastronômicos, provas de cachaças do brejo e muitos shows.
Sebrae Paraíba July 21 KATIA D'ANGELO ATRIZ DE VANGUARDA DO CNEMA E DA TV BRASILEIRACARTAABERTA
Sábado, 7 de Fevereiro de 2009 Esta postagem é dedicada ao companheiro de militância no MPD, Thiago D'Angelo, filho de Katia D'Angelo e autor do blog Conselhos que não servem. Carta aberta da atriz Katia D'Angelo para Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro Ao prefeito Eduardo Paes, à classe artística e principalmente aos justos Propus doar ao município a casa onde moro e trabalho para o ''Centrinho Cultural do Canal'' às margens do Marapendi, na Barra, e acabei vítima das minhas boas intenções. Meu projeto foi indicado por Cesar Maia e Ricardo Macieira como de utilidade, onde num raio de 10 quilômetros nada acontecia. O sonho virou tormento. Eduardo Paes quer demolir minha casa e das famílias que moram há Cinquenta Anos no local, sem indenização, com o argumento de estarmos em área ambiental. Não basta ter perdido meu filho Ronny, assassinado por policiais militares, perdido o emprego na TV por públicas calúnias difamatórias, ter a servidão para minha escola fechada arbitrariamente,ter dormido uma noite na cadeia por erro da VEP, agora estou prestes a ser uma sem teto. Sem a dignidade que deve o Estado a qualquer Cidadão. Que estado é esse que nos vêem como inimigos e não pessoas a quem deve tutelar? A ''APA'' (área de proteção ambiental) sequer pensava em existir. Não somos Invasores! Não somos ricos!!! Em 1963, meu pai,diretor de vendas de um loteamento na Av. Litorânea ganhou, como outros empregados, um lote da Companhia Litorânea de Imóveis. Nos anos setenta, apaixonada pela natureza do lugar, reformei nossa casinha (a Serla permitia), me estabeleci, tive filhos e moramos nela até hoje. Montei meu grupo de teatro e alugo parte da minha própria residência para sobreviver com honestidade, pois não tenho outra renda que me sustente. Vinte anos depois desta pacífica ocupação, um decreto obrigou os loteamentos a doarem as áreas marginais dos canais para a prefeitura. Somente 36 anos após, a doação foi homologada. Jamais a prefeitura procurou quem de fato possuía a terra e nela morava para um humano e justo acordo. Nunca houve proposta de remoção para local próximo como manda a lei. Fizemos bodas de ouro com nossas casas, vivemos em um pedacinho de paraíso, com garças, capivaras e de vez em quando um cardume guerreiro de tainhotas que entram pela Joatinga bravamente apesar de tanto esgoto.Não incomodamos nada nem ninguém. Só aos invejosos. Os antigos governos com seus corporativismos deixaram a Barra crescer sem estrutura, poluiu suas águas, e seus esgotos sem tratamento matou parte da flora e da fauna. Tirou o sossego que o Barrra tinha, com milhares de viaturas nas ruas, nada fez pela cultura do Bairro e agora usa o argumento 'ambiental' para demolirem nossas casas que ocupam ínfimo pedacinho em sua imensidão. Quando chegamos, a Barra era um enorme matagal. Os novos condomínios deram as costas para o canal, instalaram em suas margens casa de empregados, quadras, churrasqueiras, lixeiras, tratando-o como os fundos do terreno, o fim da rua, o local desprezível. Eu Desafio!! 80% dos condomínios da Barra têm terrenos invadidos e ninguém mexe com eles. Temos fossa e sumidouro, poluímos o canal muito menos que os condomínios de luxo que nos rodeiam. A maioria dos países com mentalidades de primeiro mundo trata seus canais, rios e lagoas como pontos de excelência turística. No Brasil é o contrário. O poder exarcebado gosta de mostrar suas garras principalmente a pobres indefesos cidadãos, impede iniciativas como essa de Um Centrinho Cultural, mas não impede que várias favelas tomem as margens dos nossos rios e canais e ali permaneçam ad-eternum sem dignidade humana. Poderia citar aqui mais de vinte só na Barra, Recreio, Jacarepaguá e São Conrado, onde, contraditoriamente nosso Prefeito Eduardo Paes quer fazer o modelo de sua atuação nas favelas na de nome Canoas, que fica justamente em área ambiental às margens do Rio Canoas encostada na estrada das Canoas. Que lei é essa que para uns pode para outros não pode!!!??? Que Gestão será a sua Eduardo? Que começa assim? Com tanta injustiça? Sem arte e sem cultura sem respeito humano? Uns em detrimento de outros? Em Rio das Pedras Eduardo Paes declarou que vai reassentar mais de mil famílias por estarem morando em situação deplorável. Favelas às beiras dos Canais, Rios e Lagoas pode? Sem contar as dos morros que há muito extinguiram as franjas das encostas e as belas paisagens do Rio? Se estivéssemos, 50 anos depois no mesmo lugar em estado deplorável, talvez a prefeitura viesse nos paternalizar, mas como melhoramos um pouquinho nossas casas, passamos a ser uma afronta!! Quer que eu peça clemência. Eu peço! Publicamente, para meu teto e para o Centrinho Cultural, bucólico, em decks de madeira sem a pompa dos mármores, exposto a brisa e ao visual e não enclausurados entre as vitrines dos Shoppings. Clemência também para nós cidadãos, moradia digna e trabalho honesto. Com tanta crise de trabalho e habitação a resolver no mundo, a demolição de nossas casas será a demolição de nossas vidas. Somos oito famílias que vivem no local há mais de cinqüenta anos, trabalhadores desempregados como eu e velhinhos que vivem com um salário de aposentadoria como meu pai. É uma covardia dormir na mansão da Gávea Pequena, acordar e vir demolir o lar de pessoas simples e honestas. Em derradeiro, caso os czares queiram mesmo nossas cabeças, merecemos e precisamos de uma remoção honesta e digna e não de castigo, mãos de ferro, demonstração de poder. Precisamos de um prefeito, inteligente dinâmico, moderno humano, sensível e culto, sem o ranço do populismo calcado em uma legislação hipócrita, inadequada e fora da realidade. Essa é boa oportunidade de repensar as verdadeiras necessidades da nossa cidade. Ninguém mora ilegal por que quer, sem necessidade! É preciso separar o joio do trigo, os especuladores e os que precisam de casa para morar. Queremos paz, Paes, já sofremos demais! Deus é paz você Paes só um instrumento. O que já é a Glória! Parem de nos torturar! Ajudem-nos! Meu coração sangrando agradece! Katia D'Angelo, (57 anos) é atriz desempregada. Seu pai (91 anos) é aposentado e ganha um salário. Release histórico sobre o caso feito por Katia D'Angelo Em 1997, o filho mais Velho de Katia, Ronny com 26 anos na época, foi assassinado depois de uma briga em uma festa de carnaval de rua no Rio de Janeiro, por quatro Policiais Militares que faziam a segurança da festa. Nunca conseguiu indiciar os policiais, apesar de, com a ajuda do Advogado Nilo Batista ter desvendado o crime. O Estado deveria indenizar esta mãe que, viúva, fica sem seu primogênito para ampará-la na velhice. Ao tentar prender os PMs foi ameaçada e teve que sair do país com o filho mais novo e se hospedou na casa de parentes na França onde viveu por um tempo. Em 2007, Katia D'Angelo foi presa na 16ª DP da Barra da Tijuca, por um erro nos computadores da Vara de Execuções Penais e passou uma noite e um dia enclausurada como bandida em uma cela solitária, fria, úmida e sem cama. O mal entendido só foi desfeito 30 horas depois da prisão. O Estado deveria indenizá-la pelo tormento. Em 1991, Kátia teve a Escola de Teatro, Grupo de Teatro Proscênio, fechada arbitrariamente por um condomínio na Barra. Na época, ela tinha um espetáculo no Canecão vendido para mais de 70.000 alunos do primeiro grau. Esse processo está em fase de execução e uma indenização de mais de um milhão de reais emperrada nos corredores da Justiça. Nos anos oitenta, teve seu nome caluniosamente envolvido em uma invasão de terras atrás do Barra Shopping, levou um pito da TV Globo, e não consegue atuar na emissora até hoje. Os verdadeiros invasores foram identificados e as centenas de barracos construídos no local, retirados. Katia nunca teve oportunidade de desfazer a calúnia. Katia jamais podia esperar que uma tentativa de doação para a prefeitura se voltasse contra ela para a demolição de sua casa, confiou na capacidade da Defensoria Publica para sua defesa no processo administrativo da prefeitura, mas infelizmente depois de uma decisão contrária a sua defesa, descobriu vários erros no processo. Só resta agora demonstrar essas falhas processuais com a esperança de fazer a Justiça rever o processo e de ter tempo para que o prefeito Eduardo Paes possa rever essa situação e encontrar uma solução justa e humana para todas as famílias, como quer fazer em outros pontos da cidade. A Equipe do advogado Sergio Wiskof, consciente, se propôs a entrar com o pedido da revisão processual. Se for para cumprir a lei, que as famílias sejam removidas para área próxima e de condições semelhantes a que moram há cinquenta anos. É preciso tornar essa situação pública porque não pode haver dois pesos e duas medidas para se governar com democracia. Como vai ficar a situação de dezenas de ocupações iguais as nossas pelos condomínios da Barra? Vão ao chão também? É preciso que a classe artística saiba que mais uma vez teve negada a possibilidade de um Ponto de Cultura existir, bravamente sem patrocínio, nessa cidade tão carente de arte, onde só os agraciados e escolhidos têm vez . Aos meus colegas artistas reitero que estou doando a minha casa para inaugurar o Centrinho Cultural do Canal para tods nós. Quem se habilitar, vamos fazer chegar às mãos dos nossos governantes que estejam dispostos a criar jurisdição e nova forma humana de governar o nosso pedido de ajuda. Nós queremos abrir uma discussão pública sobre a postura das demolições que não é transparente e igual para todos. KATIA D'ANGELO - ATRIZ DE VANGUARDA A atriz KATIA D'ANGELO, que fez muito sucesso na TV e CINEMA BRASILEIRO, teve casa demolida pela prefeitura do Estado do Rio de Janeiro, ver materia no GLOBO. ( procure no GOOGLE) July 19 ENTREVISTA DO SUBSECRETÁRIO DE CULTURA FLÁVIO TAVARESPor uma herança maior que o artistaJornalista Luiz Carlos Sousa - Fonte: http://www.portalcorreio.com.br/jornalcorreio/matLer.asp?newsId=91022
A Cultura paraibana se prepara para viver um momento de resgate e incentivo, com projetos de preservação, recuperação, capacitação profissional, oficinas de artes e construções de museus. Um detalhe chama a atenção: a interiorização e a diversificação de público. A criação e os recursos agora não serão destinados apenas aos megaeventos. Irão para escolas e para as cidades, numa troca constante de informações com o objetivo de legar uma herança artística às futuras gerações. O subsecretário de Cultura Flávio Tavares diz que quer deixar como herança algo maior do que o egoísmo do artista ao comentar a energia que está dirigindo às ações, apesar de ter a consciência de que “o tempo é um grande vilão”. Os desafios e as dificuldades são encarados por ele como missão quando se vê diante de projetos como O Museu da Cidade, o Memorial Sivuca, o Itinerarte, o Museu de Arte Moderna, o Espaço Cultural e bibliotecas. Flávio não está conseguindo pintar, mas recorre ao o desenho, como caligrafia e onde “plasmas idéias”. Em seu gabinete, ele recebeu o Correio e fez uma revelação: quando foi convidado para o cargo “o susto foi grande”, mas descobriu que a criatividade do artista não está só nos pincéis e que anunciar um projeto como um museu “é como dizer que terminei um grande painel”. A entrevista
- Os projetos estão em ritmo acelerado. Eles estão ligados, por exemplo, aos Caminhos do Frio, às oficinas de arte. Estamos tentando instalar uma representação da secretaria na Funesc para cuidar dessas oficinas, dentro de um projeto que estamos chamando de Labirinto das Artes. - Que outros projetos o senhor destacaria? - O de Taperoá, elaborado por Valquíria Farias e Alice Monteiro junto com a prefeitura do município e o Governo do Estado, com a ajuda do Ministério da Integração, que vai incluir teatro e dar sustentabilidade também às escolas. Mas a maior vitória da secretaria é o já aprovado Museu da Cidade, projeto magnífico de Ana Helena Curti e Pedro Mendes da Rocha, autores da Casa da Língua Portuguesa em São Paulo. A pesquisa histórica foi feita pela equipe da professora Rosa Godoy com aprovação do governador José Maranhão. - Por que o museu é considerado a maior vitória? - Porque ele terá uma conotação não só de contar a História da Paraíba de forma virtual e material, mas também estará interligado ao sistema escolar. É importante também porque esse museu faz parte de um resgate do governo Maranhão de uma obra parada há mais de cinco anos. E outro sonho que vamos concretizar, não só meu, mas de toda a Paraíba, é o Memorial Sivuca, que é uma grande homenagem ao genial artista da nossa querida Itabaiana. - O projeto do Memorial Sivuca tem alguma
parceria? - Contamos com o apoio do ministro da Cultura, Juca Ferreira, e com a Universidade Federal da Paraíba, onde já existe a sala Sivuca. A Universidade já deu os primeiros passos junto com Glorinha Gadelha e o maestro Carlos Anísio, editando as partituras de Sivuca. Esse memorial pertencerá não só ao Estado, mas ao povo da Paraíba. - Como será o projeto Itinerarte? - Essa é em parceria com a Secretaria de Comunicação, através da jornalista Lena Guimarães, A União e a Secretaria de Educação. As cidades vão ter uma confluência e diversidade de culturas entre elas. Vamos levar artistas de uma cidade para outra com oficinas ligadas ao teatro, música, artesanato e artes plásticas, percorrendo todo o Estado. - Algum projeto de resgate da memória artística e cultural de
forma mais abrangente? - Estamos fazendo um levantamento da memória das culturas de raízes, que eu chamo de heranças culturais, que a gente não pode esquecer. Desde Altimar Pimentel, para dar seguimento aos cocos de praia e à nau catarineta. E há um grande projeto para as cidades onde há raízes muito fortes e autênticas dos caboclinhos e maracatus, entre outros folguedos. - E para o Espaço Cultural? - Estou junto com Maurício Burity nessa jornada para fazer justiça ao nome Espaço Cultural. Faremos reformas no teatro e pediremos recursos ao Ministério da Cultura para reativar o cinema e realizar oficinas. A lutheria já está funcionando e a biblioteca Juarez da Gama Batista está sendo restaurada, inclusive a infantil, que está em péssimo estado, merece toda atenção. - O Espaço Cultural realmente perdeu parte de sua
finalidade? - Aos poucos vamos tirar esse estigma do Espaço Cultural, de que foi dado a ele um tratamento indevido. E faltou muito respeito também à memória de um homem que era apaixonado pela cultura, que foi o ex-governador Tarcísio Burity. - Há algum projeto para ampliar o espectro do Espaço
Cultural? - Existe o projeto feito no primeiro governo Maranhão sobre a fundação do Museu de Arte Moderna, que será uma das pautas da reunião no próximo dia 5 com o ministro da Cultura, e o levantamento da memória do Estado, não só das artes plásticas, mas a função da permanência do artista dentro da escola. - O que o senhor quer dizer exatamente com a permanência do
artista na escola? - A gente tem talentos excepcionais. Basta lembrar de Mike Deodato, que é um gênio da história em quadrinhos, herança de seu pai. Um gênio isolado, trabalha só, mas essa semente dele germinou. Hoje em dia continua existindo muita gente de talento. E na parte de música, um levantamento dos grandes grupos que a Paraíba, junto com a herança de um Jackson do Pandeiro, por exemplo. Eu tenho consciência do tempo como vilão, mas existe uma vontade enorme do governador Maranhão em agilizar e o professor Sales Gaudêncio tem contribuído de forma magnífica para agilizar esses pontos que ficaram pendentes. - Que pontos são esses? - Um deles é a Lei Augusto dos Anjos, o FIC, que enfrenta um problema gravíssimo que é a herança de uma dívida de R$ 1,2 milhão. A gestão anterior usou quase R$ 500 mil do ano passado para o ano retrasado para fechar as contas de dois anos atrás. E deixou a herança. Temos agora projetos importantíssimos, como o de Marcélia Cartaxo e de grandes artistas ligados às nossas raízes, com projetos aprovados, sem a gente saber como pagar. Agora, se você pegar os impostos das empresas, o investimento será para o próximo ano, perante os cânones jurídicos. Estamos apelando para o governador, que já deu o sinal de que vai tentar resolver este assunto o mais rápido possível. Mas é uma herança das piores para a cultura paraibana. - O teatro Santa Roza e a Biblioteca Pública têm algum programa
especial? - O teatro Santa Roza está sendo restaurado, e a Biblioteca Pública, da qual Gonzaga Rodrigues falou com toda razão, a gente está resolvendo como agilizar. Por coincidência, a pauta do Conselho de Cultura nesta segunda é exatamente esta. Estamos ouvindo as inteligências paraibanas. - Os projetos existem, o problema é a falta de
recursos? - Vou ter uma audiência com o ministro Juca Ferreira, da Cultura, sobre determinados problemas que o Estado não tem como resolver. - Como a secretaria vê o Festival de Inverno de Campina
Grande? - É um festival importantíssimo. Temos a maior atenção a Campina Grande, porque é o centro maior da diversidade cultural, e a Eneida Agra. Indiscutivelmente o maior evento é o São João e com o São João está agrupando princípios de outras culturas, como o artesanato. O mundo e o Brasil têm olhado para Campina Grande como um emblema da cultura de uma terra que se chama Paraíba. - Que projeto específico há para Campina Grande? - Estamos equacionando e estudando vários projetos de arte para o Agreste, onde Campina indiscutivelmente será o centro. Campina sempre esteve na vanguarda. O museu de arte foi e será sempre uma referência das maiores do Estado e neste novo projeto temos ainda que ver com a UEPb como equacionar o problema dos quadros, uma vez que alguns precisam de restauração. E já que falamos em restauração, em João Pessoa, no Espaço Cultural, também há telas que estão em estado lastimável, não só de paraibanos, como de estrangeiros. O presidente da Funesc, Maurício Burity, pediu uma consultoria minha no levantamento das obras e no restauro. - Como o senhor identifica os propósitos dos governos Lula e
Maranhão para a Cultura? - Com os olhos abertos para ao futuro, porque esses frutos vão ser plantados para daí a algum tempo a gente ter uma consciência maior do que se chama herança cultural, herança histórica. A gente vai ver junto com alunos e artistas um desenvolvimento mais perene da cultura. - Algum encontro previsto com representantes dos municípios para
traçar metas e definir objetivos? - No começo de agosto haverá um fórum, junto com o MinC, com secretários municipais para a gente ver como as necessidades poderão ser resolvidas. Será discutida toda a diversidade cultural através do seu secretário Américo Córdula e um dos grandes projetos do Governo Federal a ser implantado se chama Vidas Paralelas, que dará sustentabilidade a várias comunidades esquecidas ao longo dos tempos. - Inclusão e capacitação? - Claro e, como já falei, sustentabili dade. Evidente que a gente sabe que isso tem um tempo para ser concretizado, mas temos que começar, senão fica só na conversa.O problema é que houve um atraso enorme em determinados momentos da cultura brasileira, que acredito foi causado pelo excesso de centralização em estado ricos, como São Paulo, Rio, Minas, Bahia e Pernambuco. - A política de cultura está centralizada na
secretaria? - Está. Tem que haver mais discussões para que no futuro a subsecretaria se transforme em Secretaria de Cultura e a resposta a essa pergunta seria mais plena. Mas este possivelmente será um debate entre o governador José Maranhão, a Secretaria de Educação e Cultura e a Assembléia Legislativa. - A cultura é algo tão diverso. Será possível concentrar todas
as políticas numa única secretaria? - A secretaria tem que existir como secretaria e não como subscretaria. Só a Paraíba e Sergipe têm esse modelo de subsecretaria. - Como é a relação com o secretário de Educação? - Até agora, eu só tenho que agradecer de forma veemente ao professor Sales. Nenhum dos pedidos que fizemos foi negado. O Intercâmbio de entendimento é contínuo. A gente está junto numa batalha enorme. - Como um artista que trabalhou a vida inteira só, dependendo
exclusivamente de seu talento e de sua sensibilidade, se vê hoje pensando
políticas públicas para a área de cultura, gerindo recursos e lidando com as
circunstâncias do poder? - É uma pergunta muito boa e difícil. É quase psicanalítica. Eu devia estar num divã. Eu pensava que o mundo se resumia entre os olhos e a tela e que os problemas eram de estética: estrutura, cor, contraste, equilíbrio. Acredito que o músico também tem isso: melodia, harmonia. O susto foi grande e continua sendo grande. Eu pensava que na cabeça do ser humano existiam princípios divisórios. Você cria, é artista e você vai coordenar uma secretaria. Há um engano muito grande. O princípio criativo é único, não tem essa divisão. -Você tem conseguido pintar? - Não. Desenhar eu não deixo, porque é minha caligrafia, onde plasmo as idéias. Mas pintar não consigo, porque a pintura pede que você fique no ateliê bastante tempo, por causa das ligas de tinta, existe um comando da química pra você. E você não pode ser leviano, deixando o ateliê e voltando depois. Mas o desenho supre muito bem esse lado. - Como um artista que expõe seu talento à crítica e ao público
se sente num cargo público, tendo que atender demandas e lidar com a
política? - Eu passei a vida inteira jogando pedra na vitrine, querendo museu, querendo isso e aquilo, reclamando que não tem biblioteca, que não tem entendimento de arte, que o artesão está se perdendo, vendo que a vida tem uma necessidade de se transmitir uma herança de cultura. Essa energia criadora está sendo dirigida para os outros dentro do princípio de que os outros também sou eu.Tenho necessidade de deixar como herança algo maior do que o egoísmo do artista. - Como foi o entendimento com o governador? - Ao me convidar, ele disse: Flávio, você pode fazer muito, não só pelas artes plásticas, mas pelo seu entendimento de cultura em geral. É uma oportunidade que tenho de deixar como legado alguma herança que possa favorecer as gerações futuras. Recebi esse convite com muita honra e tenho encarado isto, desde o começo, como uma missão. Não messiânica, que seria muito pretensioso, mas uma consciência plena de que posso fazer algo pela cultura. E esse algo não é pintura, desenho, mas um levantamento do entendimento da cultura. - E como você lida, por exemplo, com as dificuldades
burocráticas? - Realmente tenho tido, mas nisso o professor Sales e a minha equipe têm me ajudado muito. - E a angústia criativa do artista como fica? - Essa criatividade não está só no pincel. Ela faz parte do ser humano. Na hora em que eu digo que o museu vai sair é como dizer que terminei um grande painel. Essa energia é gratificante. É um aplauso. Um exemplo foi Gilberto Gil. Ele deu sua força criativa para um projeto de cultura, viu que o Brasil precisava dele. Meu pai, Arnaldo Tavares, foi assim. Além de médico, lutou muito por várias vertentes de cultura no nosso Estado. Sinto que a marca da cultura não é a marca de assinar uma tela. O artista não vai se tornar eterno com a assinatura. O artista passou a assinar de 1300 para cá. A arte sempre pertenceu ao povo. Quando você fala da cultura egípcia, ou da grega, ou da asteca, tupi, você não se lembra de nenhum artista. Você se lembra de uma cultura artística, cultura de um povo. July 18 CAHAPADA DIAMANTINA do blog de Carmem ¨DE UNS TEMPOS PRÁ CÁ ¨Minha amiga Licia Maria esteve recentemente na Chapada Diamantina. Fez belas fotos,que colocou num álbum com legendas pra lá de poéticas.
Por e-mail, contou-me as peripécias da viagem em companhia do marido.
Isso tudo me trouxe recordações: em 1995 eu também estive na Chapada Diamantina. E, como Licia e Alvinho, também fui a Caeté-Açu, no Vale do Capão.
Anos depois, já no século seguinte, tentei uma vaga na equipe d'O Viajante, que selecionava colaboradores para a edição latinoamericana de seu guia de viagem. Como parte das provas de seleção escrevi um texto contando parte da viagem.
E não é que, coincidentemente, entre antigos guardados, dou com esse texto, do qual já nem me lembrava?
Ei-lo aí, então, sem nenhuma vírgula a mais ou a menos:
Uma viagem marcante
Depois de alguns dias em Lençóis com dois amigos, fazendo o que todo turista comum faz, decidimos ir ao Lothlorien.
Fica ali no coração da Chapada Diamantina, em pleno Vale do Capão. Rodeado de montanhas. Um espetáculo! Mochilas no carro, mapa na mão e lá fomos nós, contrariando a todos a quem pedíamos informações. O caminho era ruim, diziam. Havia muitas pontes caídas. Resolvemos arriscar. Afinal, o verão de 1995 estava seco, não havia de ser um corregozinho que nos atrapalharia. E não foi mesmo. As acomodações são bem rústicas. Sem luz elétrica. Mas também, pra quê? No céu a lua cheia iluminava tudo e fazia tanto calor que só um louco tomaria banho quente. Na pousada, mantida por uma comunidade esotérica, as mulheres se encarregavam de tudo. Comida natural. Saudação ao Sol antes do café da manhã, runas, massagens, tarô. Na primeira manhã, levando lanches especialmente preparados para caminhantes, nos dispusemos a enfrentar os 7 quilômetros de subida para a Cachoeira da Fumaça. Voltamos no final da tarde com os olhos cheios de belezas nunca vistas. A cachoeira, com quase 400 m de altura, estava meio seca, mas ainda assim era impressionante.
À noite, festa no povoado. Era a comemoração do dia do padroeiro: São Sebastião. Forró. Mulheres dançando com mulheres, já que nesses povoados os homens são escassos. E a sanfona chorando... Alguém nos disse que no quintal daquela grande casa na praça havia uma pizzaria. Fomos conferir. Nos acomodamos numa mesa embaixo das árvores. Nunca, em minha vida paulistana, havia comido uma pizza tão boa. Massa de farinha integral, recheio de legumes. Manjar dos deuses! Dia seguinte, passeio às cachoeiras locais.
Lindas, totalmente inexploradas e desertas. Ali passamos parte do dia em companhia das mulheres e crianças da pousada, que nesse dia foram as nossas guias. À tarde, banho de rio. Todo mundo nu, claro! Deixar o Lothlorien foi difícil. Mas, outras grandes aventuras nos esperavam e assim... mochilas no carro e mapa na mão, lá fomos nós rumo ao nosso próximo destino. *** As fotos não são minhas, pesquei-as na net e nem sei quem são os autores. Aceito identificação... Também na net encontrei mais algumas coisinhas interessantes:
ELEIÇÕES NA API - PARAHYBA 2009API realiza eleição para escolha de nova diretora. A Associação Paraibana de Imprensa (API) vai realizar eleições para escolha da nova diretoria nos próximos dia 24 de julho no interior do Estado (Campina Grande, Patos, Sousa, Cajazeiras e Guarabira) e 25 (sábado) em João Pessoa. A jornalista Marcela Sitônio está disputando a presidência da entidade em chapa única. O pleito envolve cerca de dois mil associados que deverão escolher os diretores que vão gerenciar a API no triênio 2009/2012. A comissão eleitoral será presidida pelo sindicalista Moisés Marques e a votação no interior terá urnas volantes. Em João Pessoa, a votação será dia 25 de julho, na sede da Associação Paraibana de Imprensa, das 8 às 17 horas. A jornalista Marcela Sitônio, primeira mulher a disputar o pleito, informou que durante a eleição da API também será feita a coleta de assinaturas para a Campanha Ficha Limpa. “Será uma honra para nós que esta ação paralela de cidadania aconteça em conjunto com a eleição”, disse ela. A Campanha Ficha Limpa é do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e está sendo realizada em nível nacional. Na Paraíba, ele está sob a coordenação do Focco (Fórum de Combate à Corrupção) e a API é uma das parceiras desta iniciativa. O objetivo é coletar assinaturas para o Projeto de Lei que pretende alterar a Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990, que estabelece casos de inegibilidade de políticos condenados em primeira instância por crimes graves. -- API DIFERENTE, MARCELA PRESIDENTE. Contatos 9983-3800 July 16 BLOG DO SETORIAL DE CULTURA DO PT PARAÍBA
July 11 09/07/2009 - CADÊ MEU DIPLOMA DE JORNALISTA?FOTOS DA MANIFESTAÇÃO EM JOÃO PESSOAJulho 10, 2009 by diplomajaPublicado em Uncategorized | Deixar um comentário » Manifestação pelo diploma ocupa as ruas de João Pessoa (PB)Julho 10, 2009 by diplomajaO Centro da capital paraibana, João Pessoa, foi ocupado neste último dia 09 de julho pela manifestação pública em defesa do diploma superior em Jornalismo com muita animação e representatividade social. Faixas, cartazes, apitos, nariz de palhaço, chapéu de cozinheiro e caras pintadas deram um colorido especial ao ato. O “lado fúnebre” ficou por conta do caixão do ministro Gilmar Mendes, representado por um boneco vestido de terno preto. A passeata, organizada pelo Sindicato dos Jornalistas da Paraíba e pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), contou com o apoio sólido dos estudantes de Comunicação Social da UFPB, UEPB e FIP, das centrais sindicais CUT e CTB, sindicatos, conselhos regionais profissionais, entidades estudantis secundaristas e universitárias e movimentos de luta por moradia. Vários professores do Departamento de Comunicação da UFPB também se fizeram presentes, todos eles jornalistas egressos da própria instituição. Participaram ainda importantes autoridades do estado. A reitora da UEPB Marlene Alves e o reitor da UFCG Thompson Mariz falaram no carro de som durante a concentração, diversos parlamentares e representantes de mandatos de vereador, de deputado estadual e federal acompanharam todo o percurso e, por fim, o vice-governador Luciano Cartaxo (PT) também se pronunciou ao microfone em apoio à luta dos jornalistas brasileiros. Após a concentração em frente ao Liceu Paraibano, a passeata seguiu pelo Parque Sólon de Lucena, local de maior concentração da cidade, em direção à Praça dos Três Poderes. Lá se deu o ponto alto do protesto, onde, de frente ao Tribunal de Justiça Estadual, foi queimado o caixão e o boneco do presidente do STF Gilmar Mendes, relator do processo que derrubou a exigência do diploma. Todos os envolvidos na construção desse ato reativaram no último mês de junho o Fórum de Luta Contra a Desregulamentação das Profissões. Para Land Seixas, presidente do Sindicato dos Jornalistas da Paraíba, “a passeata foi uma clara demonstração do grande apoio social que esta bandeira pode aglutinar e, com certeza, ainda teremos muitas outras mobilizações em defesa do diploma e contra os ataques à classe trabalhadora brasileira”. Tags: Passeata diploma Manifestação “Fora Gilmar, Diploma Já”Julho 7, 2009 by diplomajaJornalistas, professores, estudantes, conselhos profissionais, parlamentares e sociedade civil organizada vão realizar uma manifestação na quinta-feira (9), a partir das 9h, na capital paraibana. O ato público, intitulado “Fora, Gilmar, Diploma Já”, vai começar com um café da manhã em frente ao Portão do CCHLA – campus I da UFPB. Em seguida, os manifestantes seguirão em carreata até o Lyceu Paraibano, no centro da cidade. De lá, partirão em passeata até a Praça João Pessoa, onde acontecerá a queimação de caixão e boneco, simbolizando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ministro Gilmar Mendes. A iniciativa é uma resposta à medida do Supremo Tribunal Federal (STF), que derrubou, em 17 de junho, a exigência do diploma para o exercício da profissão de Jornalismo. Publicado em Uncategorized | Deixar um comentário » Reitores participam de ato público pelo diploma de jornalista em João PessoaJulho 5, 2009 by diplomajaOs reitores da UFCG (Universidade Federal de Campina Grande), Thompson Mariz, e da UEPB (Universidade Estadual da Paraíba), Marlene Alves, asseguraram que participarão do ato público e passeata que o Fórum de Defesa das Profissões de Nível Superior, composto de mais de 15 entidades, realizará dia nove de julho próximo, em João Pessoa, em defesa do Diploma de Jornalista e das demais profissões e em protesto contra o STF (Supremo Tribunal Federal), que cassou esse diploma recentemente. A garantia da participação foi dada durante reunião que os dois dirigentes universitários mantiveram com três dos coordenadores do Fórum, o diretor do Conselho Fiscal da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), Edson Verber; o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Paraíba, Land Seixas; e o presidente da ACI (Associação Campinense de Imprensa), Antônio Nunes. Andifes apóia A reitora Marlene Alves se comprometeu em participar do ato, publicamente, durante entrevista que concedeu à Rádio Cariri, na manhã de ontem, oportunidade em que se colocou à disposição do movimento para ajudar da forma que for necessária, por entender que “a decisão do STF é uma afronta não somente contra a profissão de jornalista como também contra toda a sociedade, porque abrir mão de qualquer Diploma é apostar no quanto pior melhor, visando atender a interesses obscuros”. Concordando com a mobilização da categoria, o reitor Thompson Mariz confirmou sua participação no ato público em João Pessoa, e adiantou que apresentará a questão na Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) como ponto de pauta da reunião ordinária que acontecerá no próximo dia 16, para que a entidade se pronuncie através de nota pública em apoio ao regaste da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. “Acredito que todos os reitores a assinarão e se mobilizarão, pois sabem que o bom desempenho desta profissão vem do aprendizado acadêmico e técnico, além das reflexões éticas promovidas pela academia”- analisou Thompson. Os trabalhadores Os representantes das entidades dos jornalistas reiteraram nas reuniões, tanto com os reitores como com os DCE´s da UFCG e UEPB, Centro Acadêmicos e nas várias entrevistas em emissoras de rádio e TVs, que a luta pela volta do Diploma de Jornalista continuará pelo tempo que for necessário e da forma que a direção do movimento determinar. “Esta luta não é só dos jornalistas e das suas entidades. É uma luta de toda sociedade porque o Ministro Presidente do STF, Gilmar Mendes tem ameaçado, as demais profissões de Nível Superior garantindo que irá examinar se é necessária ou não a exigência de diploma para profissões como contabilista, economista, advogado etc. Portanto, todos os paraibanos devem se fazer presentes na passeata que faremos na próxima quinta-feira, que deverá levar centenas de pessoas às ruas de João Pessoa, culminando com um ato em frente ao Tribunal de Justiça”- disse Land Seixas. Publicado em Uncategorized | Deixar um comentário » Protocolada PEC que restitui diploma de jornalismoJulho 4, 2009 by diplomajaCom 50 assinaturas de senadores, 23 a mais que o necessário, começou a tramitar no Senado a Proposta de Emenda Constitucional (PEC)que restitui a exigência de diploma superior para a profissão de jornalista. Em vigor desde 1979, a obrigatoriedade do curso de Comunicação Social para o exercício do jornalismo foi derrubada em 17 de junho pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou a norma incompatível com a liberdade de expressão prevista na Constituição. A PEC, protocolada hoje na Mesa do Senado pelo líder do PSB, senador Antônio Carlos Valadares (SE), abre espaço para a atuação de não jornalistas nos meios de comunicação e toma alguns cuidados para não afrontar a decisão do STF. Valadares informou que o próximo passo será acionar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para que realize uma audiência pública com todas as partes interessadas no tema, desde entidades empresariais, contrárias ao diploma, a representantes de jornalistas, estudantes e professores, defensores do canudo. O texto de Valadares acrescenta à Constituição artigo para tornar o exercício da profissão “privativo do portador de diploma de curso superior de comunicação social, com habilitação em jornalismo, expedido por curso reconhecido pelo Ministério da Educação, nos termos da lei”. Mas o parágrafo único do artigo a ser acrescentado abre duas exceções. Uma permite a presença nas redações da figura do colaborador, não diplomado em jornalismo, “assim entendido aquele que, sem relação de emprego, produz trabalho de natureza técnica, científica ou cultural, relacionado com sua especialização, para ser divulgado com o nome e qualificação do autor”. A outra exceção é para jornalistas provisionados, que obtiveram esse tipo de registro especial perante o Ministério do Trabalho. (Fonte: Agencia Estado) Publicado em Uncategorized | Deixar um comentário » Frente parlamentar mista em defesa do diplomaJulho 2, 2009 by diplomajaA FENAJ (Antônio Paulo/Aloísio/Sérgio) reuniu-se nesta quarta, dia 1º, com a Deputada Federal Rebecca Garcia (PP/AM) para encaminhar a proposta de constituição de uma frente parlamentar mista (Câmara e Senado) em defesa do diploma. A Deputada aceitou a missão de coordenar a organização da Frente. Inclusive, já está recolhendo assinaturas. São necessárias 198 assinaturas de parlamentares. Ela prentende reunir-se na próxima semana como presidente Michel Temer para tratar desse assunto e projeta o lançamento da Frente para o dia 15 de julho. É fundamental que o Sindicatos procurem deputados e senadores em seus estados, buscando a adesão à Frente. A ficha de adesão segue em anexo. As fichas assinadas devem ser envidas com urgência para a secretaria da FENAJ, em Brasília, ou por fax diretamente para o gabinete da Deputada: 61 32152520. Abraços e bom trabalho a todos. Sérgio Murillo de Andrade Fenaj Publicado em Uncategorized | Deixar um comentário » Identidade visual da campanha em defesa do diplomaJulho 2, 2009 by diplomaja
Selo da campanha da Fenaj em defesa do diploma
Para você que apoia a luta dos jornalistas profissionais brasileiros em defesa da formação de nível superior para exercício da profissão, baixe no site da Fenaj os arquivos e materiais da campanha nacional: www.fenaj.org.br Publicado em Uncategorized | Deixar um comentário » Pelo fim do modelo neoliberalJulho 2, 2009 by diplomajaCriamos este blog para manifestar a nossa indignação pelo fortalecimento desse modelo neoliberal que se instalou no Brasil cujo objetivo principal é o de reduzir a capacidade de reação da sociedade civil organizada e a desregulamentação das profissões serve a esses interesses que dominam os três poderes nacionais. O golpe aplicado à categoria dos jornalistas é um recado claro e indica que esse jogo apenas começou, o enfraquecimento dos profissionais que formam a massa crítica de uma nação facilita e assegura o controle definitivo por essa elite que impunemente dá as cartas em todos os setores produtivos nacionais. Todos silenciam quando alguns se locupletam. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Paraíba e a Federação Nacional dos Jornalistas estarão promovendo uma paralisação geral, no próximo dia 09, na capital paraibana com o apoio da CUT e diversos conselhos regionais em repúdio à cassação do diploma dos jornalistas para o exercício profissional e conscientizar a sociedade para a gravidade desse ato. Precisamos da participação de todas as categorias de trabalhadores e dos estudantes que estão com o futuro comprometido. A partir do golpe sobre os jornalistas, todas as categorias passaram a ser ameaçadas por esse modelo neoliberal que inclui a desregulamentação das profissões. Divulgue, participe, comente. Publicado em Uncategorized | Deixar um comentário » July 05 OS PAPANGUS VOLTARAMOs papangus voltaram
Reginaldo MarinhoRM@reginaldomarinho.com.br |
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