Ednamay's profileBLOG ANJOAZULDOBECO X ED...PhotosBlogListsMore Tools Help

Blog


    August 31

    FESTIVAL INDEPENDENTE


     
     
     
     
     
     
     





    ROCK PÉ-DE-SERRA III

    O FESTIVAL REALMENTE INDEPENDENTE NO CARNAVAL, 21 E 22 DE FEVEREIRO, SÁBADO E DOMINGO, VAI PARA O SEU TERCEIRO ANO EM 2009.
    NESSE ANO COM DIVERSAS OUTRAS ATIVIDADES DURANTE E DENTRO DO EVENTO.
    EM SETEMBRO RECEBIMENTO DE MATERIAL DE BANDAS INTERESSADAS EM PARTICIPAR DAS SELETIVAS.
    LOGO ESTAREMOS DIVULGANDO O LOCAL E REGULAMENTO.
    MANDEM SEU MATERIAL.
    AGUARDEM.
     
    DIVULGUEM EM SUA CIDADE MANDE CONTATOS DE OUTRAS BANBDAS E ASSOCIAÇÕES E AFINS.
    JUNTEM-SE A NÓS.

    VISITEM O LINK DO PROJETO SEMENTE DAS ARTES E SAIBAM MAIS SOBRE NOSSAS AÇÕES E SOBRE O FESTIVAL.

    http://www.sementedasartes.blogspot.com/
    jofranfb@hotmail.com (MSN)
    sementedasartes@yahoo.com.br (orkut e email)
    87194478
    PROJETO SEMENTE DAS ARTES:
    RUA ESCRIVÃO PINHEIRO 3943 - ALTOS
    PIO XII - CEP 60120310
    FORTALEZA-CEARÁ

    PATRIMÔNIO HISTÓRICO - WEB CLIPPINGS

     

    Citação

    WEB CLIPPINGS
    "Depois de dois anos de discussões conjuntas com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Conselho do Patrimônio Histórico de São Paulo (Conpresp) aprovou ontem um projeto para ampliar o Museu Paulista da Universidade de São Paulo, no Ipiranga. Com a reforma, ainda sem data para começar, o espaço passará dos atuais 6,3 mil metros quadrados para 18 mil metros quadrados com a construção de uma galeria subterrânea e um prédio anexo - no fim das contas, a área para exposições terá o dobro do tamanho e poderá abrigar coleções que hoje estão guardadas, como a dos objetos de Santos Dumont." - Trecho do artigo "Reforma vai triplicar área do Museu do Ipiranga em SP", publicado no site A Tarde Online (13/08). Para ler o conteúdo na íntegra, acesse o site do jornal (clique aqui)
     
     
     
    "Apenas 12% dos monumentos artísticos que fazem parte do Programa Adote uma Obra Artística, da Prefeitura de São Paulo, foram adotados. Criado em 1994, o programa busca, na iniciativa privada, apoio para conservar 400 obras do patrimônio paulista. Somente 20 trabalhos foram contemplados até agora. Outros 30 recebem intervenções de conservação e restauro a partir de hoje." - Trecho do artigo "Em SP, só 12% dos monumentos são ''adotados''", de Lais Cattassini, publicado no site do Estadão (12/08). Para ler o conteúdo na íntegra, acesse o site do jornal (clique aqui)
     
     
     
     
    "A demolição de casarões da década de 50 no Jardim América, na Rua das Antilhas, só poderá continuar após o proprietário apresentar projeto e obter autorização da Prefeitura e do Condephaat." - Trecho do artigo "Subprefeitura embarga obra em área tombada dos Jardins", publicado no site O Globo Online (05/08). Para ler o conteúdo na íntegra, acesse o site do jornal (clique aqui)
     
     
     
     
    "O período histórico coberto pela mostra, na verdade, vai bem além da vida de Cristo, passando por três momentos-chave da história de Israel e dos territórios palestinos, a chamada Terra Santa: o período israelita (1000 a.C. - 586 a.C.), o do segundo templo (538 a.C. - 70 d.C.) e o período romano ou bizantino (70 d.C. - 640 d.C.). Ao todo, são 16 séculos de história. " - Trecho do artigo de Sílas Martí, "Masp recria Terra Santa com peças do Museu de Israel", publicado na Folha Online (12/08). Para acessar o conteúdo na íntegra, acesse o site do jornal (clique aqui)
     
     
     
     
     
    "A maior parte dos galpões e casarões é da primeira metade do século passado. Esses imóveis têm valor histórico contestado por especialistas e pela própria Secretaria Municipal de Cultura. As edificações entraram em processo de tombamento na revisão do Plano Diretor, em 2004. Na lista estão, por exemplo, os galpões das Ruas Faustolo e Coroados." - Trecho do artigo "Projeto libera 1,5 mi de m² na Lapa", de Diego Zanchetta e Vitor Hugo Brandalise, pulicado no site do Estadão (10/08). Para ler o conteúdo na íntegra, acesse o site do jornal (clique aqui)
     
    Leia também:
     
     
     
     
    "O acervo de itens preservados no MIS é tão extensa - com discos, filmes, depoimentos orais, fotografias, cartazes, etc. -, que agora ele passará por um processo decisivo de catalogação, sob a coordenação da museóloga Márcia Ribeiro, digitalização e disponibilização para o público (tanto por meio de consultas no prédio e da programação - por exemplo, dentro do programa Acervo Vivo - como por meio do novo site da instituição). Mas, segundo Daniela, é preciso, dentro do projeto de inventário da coleção, também decidir o que cabe ficar no MIS e o que não tem relação com o perfil da instituição." - Trecho do artigo "MIS aponta para a arte do século 21", de Camila Molina, publicado no site do Estadão (09/08). Para ler o conteúdo na íntegra, acesse o site do jornal (clique aqui)
     
    Leia também:
     
     
     
     
    "As obras estavam em Guaianases, na zona leste da cidade. Policiais da Delegacia de Repressão a Roubos Especiais do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado) prenderam o gerente de padaria Edmilson Silva do Nascimento, 29, um dos suspeitos pelo crime." - Trecho do artigo "Polícia recupera telas de Segall e Di Cavalcanti roubadas em SP", publicado na Folha Online (07/08). Para ler o conteúdo na íntegra, acesse o site do jornal (clique aqui).
     
    Leia também:

    AO CHICO CÉSAR - PELA MÍDIA NACIONAL - fonte BLOG DA CARMEM ¨ deunstemposprácá¨

    Quem sou eu

    Minha foto
    Nome: Carmem Silvia
    Local: São Paulo, São Paulo, Brazil

    Visualizar meu perfil completo

    ÚLTIMOS ASSUNTOS

    ÚLTIMA PARADA: ILHA DA MADEIRA
    DE VOLTA ÀS TERRAS PORTUGUESAS
    CAMINHO DE SANTIAGO - FINAL
    SIGÜENZA: UMA CIDADE MEDIEVAL
    CAMINHO DE SANTIAGO - PARTE 6
    DE VOLTA A MADRI
    CAMINHO DE SANTIAGO - PARTE 5
    CAMINHO DE SANTIAGO - PARTE 4
    ROMA – A SURPRESA BOA
    POR TRILHOS E TERRAS DE ESPANHA

    ARQUIVOS

    LINKS

    Meu fotoblog

    Ana Maria fotoblog

    Drika fotoblog

    Fernanda fotoblog

    João fotoblog

    Claudio fotoblog

    Carol blog

    Paulo Kauim blog

    Rose blog

    Site Meter

      Powered by Blogger

      Quarta-feira, Julho 02, 2008

      Mais FFF

      Aí estão mais duas matérias sobre o novo CD do Chico:
      A primeira foi enviada por Leca e a segunda postada por Jorginho no orkut.
      Fábio, da Passadisco - loja de música brasileira, que tem o melhor acervo da autêntica música pernambucana - também escreveu seu comentário, que tomo a liberdade de reproduzir aqui sem nem mesmo pedir sua autorização:
      FFF
      O Novo CD de Chico César é maravilhoso
      Chico César lançou recentemente o ótimo "Francisco Forró y Frevo"... são 14 faixas inéditas inspiradas nos dois maiores ritmos nordestino.
      O Cd começa com "Girassol" de Chico, com citação de "Me Dê Flores" de Zeca Baleiro... participações de Fernando Catatau (da banda Cidadão Instigado) e Xisto Medeiros (do Quinteto da Paraíba), depois vem o forrozinho "Feriado", que Chico já vinha tocando nos shows...
      Depois vem o ótimo medley "Marcha da Calcinha" (Chico/Pedro Osmar)/"Marcha da Cueca" (Carlos Mendes/Livardo Alves/Celso Teixeira), com participação especial de Claudionor Germano... que fez muito sucesso nos anos 70.
      "Eu mato, eu mato
      quem roubou minha cueca
      pra fazer pano de prato..."
      De volta ao arrasta-pé vem a saborosa "Comer Na Mão", com o auxílio luxuoso da sanfona de Toninho Ferragutti.
      "A regra diz pra comer na mesa
      mas gostoso com certeza
      é comer na mão..."
      Em seguida vem o frevo "Humanequim", repleto de metais... e o xote/reggae "Dentro", com a participação de Seu Jorge, com um balanço irresistível, lembrando as letras de Arnaldo Antunes.
      Depois vem o forró "Abaeté, Abaicu e Namorado" e a dolente "Deus Me Proteja", que conta com as presenças do mestre Dominguinhos (sanfona e voz) e os benditos de Dona Etelvina Boágua e novamente a sonfona de Ferragutti...
      "Deus me proteja de mim
      e da maldade de gente boa
      da bondade de gente ruim
      (...)
      Bom mesmo é ter sexto sentido
      sair distraído e espalhar bem-querer..."
      Em homenagem a Armandinho, vem o frevo elétrico "Armando" e continuando nas homenagens vem a ótima "Zabé", em homenagem a dona Zabé da Loca, uma tocadora de pífanos do sertão paraibano...
      E continuando no frevo vem "Solto na Buraqueira", com uma metaleira arretada... um frevo em homenagem à Paraíba:
      "Menino, isso é muito bom
      menina, isso é bom demais
      nas ruas da Paraíba
      frevando com todo gás..."
      E de volta ao forró, vem o xote saudosista "Ociosa":
      "Polaróides, onde pô-las agoras
      e as imagens são quase imaginação
      ai, coisas ociosas coisas
      pedem de volta o que não mais, me dão..."
      "Eletrônica", com os vocais de Lica Cecato (japonês/italiano) e Data Kehr (alemão)... falando da música eletrônica/orgânica:
      "Máquina não imagina
      Máquina maquina.
      Música eletrônica
      sem energia não dá
      aí, meu senhor
      eu trago um motor de Salvador
      boto pra tocar
      (...)
      Se é pra caçoar
      eu pego um ganzá
      em Itamaracá
      boto pra tocar
      (...)
      Aí, meu senhor
      pisou no meu pé
      eu trago um trupé
      lá de Catolé
      boto pra tocar..."
      Fechando em grande estilo vem o frevo "Pelado" com as participações especiais de Armandinho e Spok Frevo Orquestra... uma fusão/confusão de Bahia & Pernambuco.

      No fim de semana passado teve show de lançamento do FFF aqui em Sampa.
      Ana fez fotos : Fotos

      Marcadores:

      posted by Carmem Silvia | 7:22 PM | 2 comments links to this post

      Quarta-feira, Junho 18, 2008

      Tá na mídia

      francisco forró y frevo está na mídia.
      Jornais, revistas, blog, bate-papo, entrevista... um punhado de gente está comentando e conhecendo o novo trabalho do Chico.
      Fiz um apanhado de tudo o que rolou por aí e chegou às minhas mãos, aos meus olhos, aos meus ouvidos... e reparto com você que veio me visitar aqui. Cada título é um link. Divirta-se!

      • César busca o diálogo
        Por Pedro Alexandre Sanches
        Carta Capital
        30/05/2008
        Pra completar, vai aí a matéria escaneada, com foto e tudo.

      • Nordestino y contemporâneo
        Por Luciano Almeida Filho
        O Povo (Fortaleza CE)
        04/06/2008
      • Chico César investe no forró e frevo em novo CD
        Agência Estado
        A Tarde (Salvador BA)
        04/06/2008
      • Chico César lança o álbum 'Francisco, Forró y Frevo'
        Por Livia Deodato
        O Estado de São Paulo(São Paulo SP)
        04/06/2008
      • Bate papo UOL
        04/06/2008
      • Chico César parte para o forró eletrônico
        Por Donizeti Costa
        Diário de São Paulo
        05/06/2008
        Como a matéria não está disponível on-line, aí vai ela. Nem dá pra ler, mas dá pra provar que ela existe. E quem ficar muito curioso pode pedir que eu mando o arquivo em tamanho maior, por e-mail.

      • Chico César e os ritmos da folia
        Por Livia Deodato
        O Estado de São Paulo (São Paulo)
        05/06/2008
        Embora tenha sido publicada em dia diferente e sob outro título, essa matéria tem o mesmo teor da anterior: Chico César lança o álbum 'Francisco, Forró y Frevo'.
      • Chico César lança CD de frevo e forró inspirado em carnavais e festas juninas nordestinas e latino-americanas
        Por Christina Fuscaldo
        O Globo (Rio de Janeiro RJ)
        05/06/2008
      • Arrasta-pé - Convite ao baile
        Por Ailton Magioli
        Uai – (Belo Horizonte MG)
        09/06/2008
      • Nordestino do mundo
        Entrevista a Henrique Nunes
        Diário do Nordeste (Fortaleza CE)
        10/06/2008
      • Alegria, sexo e transgressão na voz de Chico César
        Por Leonardo Lichote
        O Globo (Rio de Janeiro)
        10/06/2008

          E como na grande Globo nem tudo é de graça, essa matéria sumiu para os simples mortais, que não assinam a "poderosa". Mas aqui está ela:

          Em seu novo CD, compositor encontra caminho original e popular entre sintetizadores e sanfonas

          Leonardo Lichote

          Após as cinzas de seu CD anterior, o tristonho "De uns tempos pra cá", Chico César lança o carnavalesco "Francisco forró y frevo" (EMI). Carnavalesco em várias frentes: na alegria com que abraça todos os temas, de computadores a intolerância; na energia sexual que explode em versos como "A vida tirou a calcinha pra mim"; na transgressão que exala do encontro de instrumentos tradicionais nordestinos com timbres eletrônicos. Alegria, sexo, transgressão - carnaval, enfim.
          Como conceito, o encontro da tradição nordestina com o pop não é novo. No CD, portanto, ele é trangressor da única forma possível hoje - na originalidade de sua execução. Graças, em boa parte, a ótimos músicos, além de Bid e Mario Caldato Jr. - o primeiro como produtor e piloto de sintetizadores, o outro na mixagem.
          Letras reafirmam a força popular do CD.
          O resultado é um disco, sobretudo, de bons frevos e forrós, onde timbres "estrangeiros" (sejam eles scratches, theremins, guitarras ou craviolas) adicionam frescor às canções no diálogo que travam com zabumba e sanfona - instrumento que, não por acaso, é o eixo central dos arranjos.
          "Eletrônica" aborda o formato sonoro do CD em versos como "Máquina não imagina/ Máquina maquina" e "Música eletrônica/ Sem energia não dá". Dialoga com "Cérebro eletrônico", de Gilberto Gil, e "Computadores fazem arte", gravada por Chico Science. Nas outras, porém, em vez de máquinas, Chico canta flores ("Girassol"), amores ("Feriado", "Dentro"), memória ("Ociosa") e carnaval ("Pelado", "Humanequim").
          As letras reafirmam a força popular do CD. Versos como "Me abrace bem rente" são herança de velhos forrozeiros e frevadores. Um legado que aparece mesmo quando denuncia a violência contra homossexuais ("Abaeté, abaiacu e namorado") ou o alto preço dos abadás do carnaval baiano ("Pelado"). Referências de Chico aparecem nas canções-homenagens - as menos inspiradas do CD. "Armando" é para o guitarrista Armandinho, que toca em "Pelado", num encontro de sair faísca com a Spock Frevo Orquestra.
          "Zabé" é Zabé da Loca, mestra do pífano que morou 25 anos numa caverna. Outros ganham reverências como convidados, como a lenda do frevo Claudionor Germano, que canta "Marcha da cueca" (única que não é inédita). E Dominguinhos, na voz e na sanfona, ressaltando a beleza de "Deus me proteja".
          Seu Jorge também é convidado, mas de outro tipo. Pontuando com a voz grave o xote malicioso e amoroso "Dentro", ele é, em vez de mestre, cúmplice de Chico em seu carnaval. Assim como outros presentes, entre eles o guitarrista Fernando Catatau e os citados Bid e Spok.
          Artistas que têm uma relação com o passado - e, conseqüentemente, com o futuro - que Chico amarra com poesia em "Ociosa": "Um cão sem dono na coleira desenhado/ Uiva pro gado de outra encarnação/ Ai, coisa ociosa coisa/ Sou eu o gado, o uivo ou o cão.

        • CDs
          Por Luiz Fernando Vianna
          Folha de São Paulo (São Paulo SP)
          13/06/2008

          Olha aí, mais um "grande" que barra os que não são assinantes!

          Mas o pequeno texto está aí:

          MPB
          Francisco Forró y Frevo
          CHICO CÉSAR
          Gravadora: Chita/EMI;
          Quanto: R$ 28, em média;
          Avaliação: regular
          Assumindo a divisão que está no título, os forrós ganham dos frevos no novo CD de Chico César. Entre os primeiros, "Comer na Mão", "Deus Me Proteja" e "Ociosa" são bons representantes, enquanto nada brilha entre os segundos. Na verdade, os sintetizadores e scratches de BiD pouco acrescentam às tentativas de César de dar novas roupagens a gêneros tradicionais. Ele já provou que é bem melhor como autor de canções "simples" do que como candidato a alquimista -sonoro, poético ou vocal.
          POR QUE OUVIR: "Pelado" é um divertido manifesto contra a privatização do Carnaval popular, bem complementado pelo humor de "Marcha da Calcinha" e "Marcha da Cueca".
          (LFV)

        • Com BiD, Chico faz folia moderna e espirituosa
          Notas musicais
          Blog de Mauro Ferreira
          13/06/2008
        • Chico César acerta ao convocar o produtor BiD para incrementar sua festa junina
          Por Mauro Ferreira
          Revista Istoé Gente
          Edição 458 – 16/06/2008

            E mais:

            Chico deu entrevista no dia 17/06/2008 no programa Radar Cultura, da Rádio Cultura AM.
            Eu ouvi, participei e gravei uma tosca reprodução da conversa. Quem quiser ter idéia do que foi dito pode baixar o arquivo no rapidshare. Eis o link: Radar Cultura

        August 30

        PARA CARMEM, CHICO, LIVARDO E TODOS OS BEQUIANOS DO TECEIRO MUNDO SEJAM D TORRE OU DO CENTRO HISTÓRICO fff eu AMO

        Domingo, Junho 01, 2008

        FRANCISCO FORRÓ Y FREVO

        Chico César acaba de lançar seu novo CD.
        Acima, dando nome a esse post, está o título do novo trabalho.
        Abaixo, a capa:



        Só composições próprias.
        Apenas uma faixa é dividida com Pedro Osmar: A marcha da calcinha, que vem colada à velha e conhecida Marcha da cueca. Divertida e quase impublicável, a marchinha de carnaval dos anos 70 aparece aqui na voz de Claudionor Germano, o primeiro dos convidados para o trabalho.
        E convidados há muitos.
        De peso!
        Como Dominguinhos, que empresta sua voz, sua sanfona e sua genialidade à música Deus me proteja, uma das melhores do CD. Forrozinho dos bons!
        E a mesma Deus me proteja traz ainda uma surpresa final: Dona Etelvina, mãe de Chico, cantando Bendito. Convidada de honra!
        Continuando o desfile dos convidados, surge Seu Jorge pontuando com sua voz grave a deliciosa Dentro. Uma das minhas preferidas.
        E ainda tem Armandinho tocando guitarra na divertida Pelado, um protesto contra o preço dos abadás na folia carnavalesca:

        Ainda protestando, vem Abaeté, abaiacu e namorado, que já na sua introdução traz a seguinte declaração:
        “a gente precisa ficar sabendo de uma vez por todas que eles sempre vão apelar pra violência.”
        E aí segue a música que conta a história do abaiacu que foi encontrado morto com o namorado...
        Comer na mão, outro forró animado, tem também o seu momento de protesto, não político ou social, mas pessoal:
        A referência ao pessoal aparece também em Feriado, que Chico já vinha cantando em shows há algum tempo. Nessa aparecem o ciúme, o machismo, o amor, o companheirismo, a carência, a insegurança, tudo num clima alegre, engraçado.
        Em Zabé e Armando, Chico homenageia duas figuras importantes da música nordestina: Armandinho, filho de Osmar, aquele que com Dodô inventou o “pau elétrico” e Zabé da Loca, a “rainha do pife”, que viveu por mais de 30 anos numa loca de pedra no interior da Paraíba e tira de sua antiga flauta de pífano sons que já encantaram brasileiros e estrangeiros.

        Forrós e frevos são ritmos já bem familiares para nossos ouvidos brasileiros. Assim, a surpresa maior fica por conta das letras sempre bem cuidadas de Chico.
        Em Ociosa ele nos brinda com um quase anagrama – coisa e ociosa - e com uma excepcional poética existencial:
        Em Dentro, joga com as palavras, como só ele sabe fazer:
        Em Deus me proteja, mais um belo jogo de palavras:

        Chico mostra também que está antenado com a literatura e o pensamento mundial. Em outros tempos, Mallarmé e Nietzsche visitaram suas letras. Hoje, Chico traz de volta Baudelaire e o espanhol António Machado.
        Em Girassol está o “jardim das flores do mal” do poeta francês.
        E em Deus me proteja, Chico e Dominguinhos cantam: “caminho se conhece andando...“ , que nos remete imediatamente ao “caminante, no hay camino, se hace camino al andar” de Machado.
        Está aí mais um belo trabalho desse Francisco.
        É assim que o próprio Chico apresenta o seu fff:
        “...y ele disse faça-se a festa. obedientes, talvez por excesso de zelo, fizemos várias. expulsos da terra natal, onde quase todos os frutos eram proibidos y manga com leite ofendia, ocupamos a terra alheia. aí mesmo foi que dançamos. aquilo mais parecia terra de ninguém de tantas gentes e danças diferentes. gente migrada sabe deus de onde. galega dando umbigada y japonês se garantindo num bate-coxa que só vendo pra crer. expulsos do paraíso (que não é lugar de camelô), fomos nos espalhando de jabaquara a tucuruvi, de barra funda a itaquera. houve imigrantes que foram parar no sumaré y vieram comandar arrasta-pé y bater de bumbo pela vila madalena. sem falar naqueles aparecidos na margem esquerda do sena, em paris, nas ramblas de barcelona ou sob os céus em chamas de nova york. ai de ti, copacabana. ai de vós, superquadras, lagoa da joaquina, ópera de arame. brotados do chão, como mata-pasto y berduégua depois da primeira chuva. dos bueiros do metrô, das rasas y desmedidas covas, dos quartinhos de empregada, das entradas de serviço. de zeladores de prédio acostumados à multidisciplinaridade de pilotar interfone y dar uma mãozinha com a feira da madame, ao mesmo tempo, não foi difícil a evolução para djs y mcs. com os filhos mandando ver nas misturas de hip hop com xaxado y na mixagem dos pretendidos achados parentescos nas matérias primas do rap y do repente. não sei se ele vê com bons olhos (logo ele, que vê tudo) esse negócio de garoto judeu tirando chinfra com boné de maloqueiro y favelado sampleando o ravila naga pra enquadrar na moral anjos y marmanjos da guarda. mas quem sou eu pra saber? quando fez a luz y soprou vida em suas criaturas, inclusive no homem a sua imagem y semelhança, contemplou sua obra y ficou satisfeito com o que viu, deixou uma brecha para buscarmos nossa própria satisfação. felicidade até. joelho não foi feito só pra genuflexão. bem usado nuns passos de frevo tem seu valor. tudo bem que tem gente querendo endoidar o calendário: se quarenta dia depois de cada carnaval fora de época tiver uma semana santa, com crucificação y tudo, aí a casa cai geral. não tem joelho que agüente y a maioria não passa nem pelo purgatório. só sei que, seja boa ou ruim a safra, para muitos a festança junina também é sagrada (ops!). ...haja pois forró y frevo.”
        (francisco, sou eu)
        Nem preciso dizer que comprei meu exemplar do fff tão logo apareceu na primeira loja de São Paulo - a Livraria Cultura. E mais que depressa fui pedir meu autógrafo. Foi o primeiro que Chico deu. E ele registrou isso:Outra tietagem foi colocar na net minha primeira experiência como webmaster: FFF, uma página simples e tosca, onde se podem ouvir 3 músicas desse CD.
        Pra conhecer um pouco mais do CD há informações no novo site:

        francisco forró y frevo

        E pra saber mais sobre Zabé da Loca e Armandinho e o seu trio elétrico, que Chico homenageia em suas músicas, algumas matérias que encontrei na net:

        A capa do CD, as texturas usadas nos banners desse post e na página da net que fiz, são desenhos de Adams Carvalho.

        Divirtam-se!

        Marcadores:

        posted by Carmem Silvia | 10:18 AM

        6 Comments:

        Blogger Francinne Amarante said...

        ei coisa boa! tá tão lindo esse disco! será um sucesso, claro!
        e vc, carmem..
        parabéns pela matéria, muito boa!
        beijo.
        fran

        1:20 AM  
        Blogger Fernanda said...

        Carmem, adorei!
        Estou louca para ouvir o cd. Ainda não comprei, acredita? Mas já corri lá no site para ouvir as músicas disponíveis e gostei muito de todas!
        Beijos

        8:05 PM  
        Blogger blcfreire said...

        Ler foi simplesmente um deleite arretado, lembrar de Pedro Osmar me fez ir até Jaguaribe onde morei anos e anos da minha vida, sem palavras para Zabé, uma figura ímpar.
        Beijos da Paraíba!

        8:28 PM  
        Blogger Fidélia said...

        Chico Cesar maravilhoso como sempre!
        Grande criatividade!!

        7:23 PM  
        Blogger Fábio said...

        Meu sonho é ouvir esses frevos de Chico nas ondas das rádios, na boca do povo, nas carrocinhas dos piratas, nas lojas de Cds, nos palcos do meu Recife.

        Viva Chico
        Viva o Frevo

        6:49 PM  
        Anonymous Ednamay said...

        ¨ A Marcha da Calcinha ¨ parece que essa música foi feita pro Beco da Faculdade de Direito, o mesmo beco do Anjo Azul, que Livardo Alves frequentou muito, eu piro quando escuto ¨no beco do terceiro mundo ...¨

        para não falar em Pedro Osmar e sua Jaguaribe Carne mais contemporâneo que ¨A Marcha da Cueca.

        Estou apaixonada pelo fff, escuto todo o tempo em que estou em casa e com certeza tiro também minha calcinha com enorme prazer para todos que fazem essa maravilha de CD.

        2:07 AM  

        Postar Certamente esse beco de Chico é mesmo o da TORRE.

        EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA

         DIVULGAÇÃO AUTORIZADA para  maycirilo@hotmail.com
         

        Exposição Fotográfica

        Direito à memória e à verdade – A ditadura no Brasil: 1964 a 1985\'
        Será realizada de 1º a 28 de Setembro próximo, no Novo Shopping, em Ribeirão Preto, a exposição que lembra 29 anos da Lei da Anistia.

        A exposição recupera a memória do golpe que mergulhou o país numa ditadura de 21 anos. Com imagens que vão do culto ecumênico realizado na Catedral da Sé pela morte do jornalista Wladimir Herzog (considerado a primeira mobilização pública contra o AI-5) ao comício da campanha “Diretas Já” na mesma praça.

        Quando a Lei da Anistia foi promulgada, em 28 de junho de 1979, cerca de 15 mil brasileiros haviam perdido seus empregos por perseguição política, outros 15 mil tinham sido expulsos ou exilados do país, 774 parlamentares tiveram os mandatos cassados e um número até hoje controverso de pessoas tinha morrido por ação direta ou indireta da ditadura. 

        São ao todo cerca de 160 imagens, organizadas cronologicamente em painéis de 2 metros de altura. Aberta pela primeira vez na Câmara dos Deputados, “Direto à Memória e à Verdade...” já passou pelo Rio de Janeiro, Curitiba, São Paulo, Goiânia, Salvador, Belém, Recife, Porto Alegre, Florianópolis, Santa Maria, Brasília e Argentina.
        Maiores Informações: (16) 3607 4024
         

        DE LENÇÓIS - MABEL DIAS, LILA E BETHÂNIA

        27 de agosto

        DEBAIXO DOS LENÇÕIS - NO SESC CENTRO , 28/08/2008

        DIVULGAÇÃO AUTORIZADA: ednamay.cirilo@gmail.com 

         

         

        A  jornalista e ativista   MABEL DIAS, vem se destacando  no cenário do audiovisual paraibano, na temática  do universo feminino, desmascarando  o moralismo machista e a  discriminação sócio cultural que mulheres  de todas as profissões  submetem-se .

         

        Em ¨DEBIXO DOS LENÇÓIS¨, documentário que retrata  a história de famosos cabarés pessoenses , em parceria com as Produtoras Independentes , LILA SANTOS e  BETHÂNIA MARIA, estreantes, convidam para o lançamento que  será exibido ao público paraibano, 

         

         28 de agosto de 2008,às 19:00hs

         no mine auditório do SESC  centro,

         Rua Desembargador Souto Maior.  

         

         No dia 15 de abril de 1950, a Rua Maciel Pinheiro, Centro Histórico de João Pessoa estava  num alvoroço tremendo.Aglomeravam-se na porta da casa de número 66, centenas de homens e mulheres para participar da inauguração da casa noturna de uma das  mais conhecidas e queridas mulheres da noite pessoense, Hosana aquela que  recebia  os clientes mais  ricos e poderosos da província. Para inaugurar seu estabelecimento foi convidado, nada mais nada menos, que o cantor Nelson Gonçalves, chamado ao palco pelo Governador da época Oswaldo Trigueiro. 

         

          Esta é apenas uma das histórias que serão retratadas no vídeo documentário ¨Debaixo dos Lençóis¨.

         

        A proposta de realizar um documentário que abordasse as histórias dos cabarés da cidade de João Pessoa e de alguns  de seus personagens  surgiu depois das produtoras participarem de atividades promovidas por artistas  da cidade , como o músico Chico Viola e o fotógrafo Ricardo Peixoto, ali mesmo na Rua da Areia,  palco de inúmeros acontecimentos  envolvendo nomes bastante conhecidos da sociedade pessoense, seja das artes, da política, do judiciário, e do jornalismo.

         

        A partir dos eventos do ¨Conspiração Cultural¨, dentre eles, o ¨Somos o que Somos¨, que acontece no dia 02 de setembro  de cada ano - onde se celebra o Dia Internacional da Prostituta.Tivemos a inspiração do título do vídeo - documentário ¨Debaixo dos ¨Lençóis¨ numa conversa informal e seu significado é bastante  interessante , explica Lila.

         

         

        A idéia de gerir um vídeo que retratasse a vivência das DAMAS dos cabarés, suas casas e seus clientes famosos foi amadurecendo. Inspiradas na pesquisa do livro ¨Nos Tempos  do Pedro Américo¨ - do médico Paulo Soares, relatos vivenciados pelo jornalista e historiador acadêmico  Wills Leal, jornalista Biu Ramos, mémoria viva  das redações dos períodicos paraibanos e do professor  de fotografia ,cinema  e comunicação , o históriador Arion Farias , assim como do própio Paulo Soares,  entrevistados , dndo seus depoimentos no vídeo, s cineastas descobriram  que muitos acordos políticos e conspirações eram relizadas  ali mesmo  no cabarés. ¨ Desvendamos verdades que se  mantiveram cobertas pelo moralismo pessoense, protegidas pelas paredes  dos quartos dos bordéis...¨

         

         

        Este é o primeiro  voo profissional  de Lila e Bethânia. Enquanto a veterana Mabel, destaca entre os seus vídeos , o

        ¨Anayde Beiriz¨ - Uma Mulher Independente ,  retrata a vida da poetisa e professora paraibana e de seu relacionamento sentimental com o advogado João Dantas, desafeto de João Pessoa.

         

         Como  produção independente , foi  difícil produzirmos esse  vídeo, a maior parte do investimento veio do própio bolso poucos recursos , tivemos apoio da UFPB - Universidade Federal da Paraíba, através do DECOM/TUR.

         

         

        APOIO CULTURAL :

         

        SESC ,  E AMIGOS DA CULTURA

        COMENTÁRIO DE JOSÉ VIRGULINO PARA ¨DEBAIXO DOS LENÇÓIS¨ - de MABEL, LILA E BETHÂNIA

        FONT face...  27/08/2008 12:25
        Comentar esta mensagem
           Esse documentário "Debaixo dos Lençois", destacadamente o trecho referente à casa de Hosana, mexeu com minhas lembranças, pois, mesmo não sendo rico, lá pelos anos 60 e entrando pelos anos 70, fui frequentador da famosa casa noturna que faz parte do meu roteiro sentimental da época de solteiro. Hosana, diga-se, era uma dama que sabia receber os clientes com finesse e elegância. Fui companheiro de Paulo Soares na Casa do Estudante e das noitadas que terminavam no Restaurante Pedro Américo ou na Churrascaria Bambu, na Lagoa, com seu refinado galeto que matava qualquer ressaca. Morando na esquina da rua Irineu Pinto com a Beaurepaire Rohan, curti boa parte da vida de estudante na fascinante área baixa da cidade, onde havia muitos bares, com as famosas radiolas de fichas e garotas disponíveis. Parabéns pela realização e pelo resgate de uma era áurea dessa nossa ainda adolescente metrópole pessoense.
        Virgolino | virgulinoalencar@hotmail.com |  28/08/2008 15:19
        Responder este comentário

            Selecionar todas  |  Aprovar  |  Reprovar  |  Apagar
         
        August 29

        ANIVERSÁRIO DE RUTH É BEATLES NO SOM E FIGURIMO

        Assustado e Festa Clash são opções para dançar

        • RENATO FÉLIX
            
        DE LIVERPOOL - Várias fases dos Beatles tocarão no Assustado de hoje à noite
        Não falta lugar para dançar hoje à noite. No restaurante panorâmico do Esporte Clube Cabo Branco, volta a acontecer o Assustado, mas desta vez ao som dos Beatles. O repertório do quarteto de Liverpool vai comparecer em peso ao som retrô das festas promovidas pela jornalista Ruth Avelino. Na Ksa Rock, a opção é a Festa Clash 2, desta vez dedicada aos filmes.
        O Assustado começa às 21 horas e vai combinar a música dos Beatles com o cardápio habitual da festa, de sucesso da dicoteca dos anos 1970 e do rock nacional dos anos 1980. O DJ da noite mais uma vez será Zé Marcos e a banda Sem Horas fará uma participação de meia hora interpretando vários sucessos dos Beatles. A entrada custa 10 reais.
        A segunda versão da Festa Clash terá a discotecagem de Carol Morena, Gigi, Carlos Dowling e do pernambucano Lucas Rabelo. Além do cardápio de rock, indie rock, pop e eletropunk, serão salpicadas algumas trilhas de filmes famosos. A entrada custa 5 reais

        DANIELA MERCURY POR CAMILLE PAGLIA

        O Poder Natural de Daniela Mercury

        Camille Paglia é a mais importante intelectual americana na área de cultura e arte. Sua tese "Personas Sexuais" - sobre a arte e o sexo na construção da civilização ocidental, da pré-história ao século XIX - é um marco na crítica e história da arte e tornou-se um best-seller mundial nos anos 90. Culta e de idéias originais e provocadoras, ela se tornou uma personalidade influente não apenas nos Estados Unidos. De personalidade forte, corajosa e ousada, teme-se a sua franqueza na mesma medida em que respeita-se a sua inteligência brilhante. Sua visão afirmativa da mulher e sua repulsa pelo discurso do feminismo americano conservador, que mantém o discurso da mulher como vítima do macho, fazem dela um verdadeiro tufão de renovação do feminismo no mundo. Seus artigos sobre o poder das divas, em especial valorizando os ícones Elizabeth Taylor e Madonna tornaram-se clássicos.

        No dia 28 de maio, Camille Paglia esteve em Salvador, na Bahia, para uma palestra pública, no Teatro Castro Alves durante a série "Fronteiras do Pensamento". Ela falou sobre: "Variedades do erótico na arte do século XX". Neste evento, Camille teve acesso a todos os DVDs da cantora Daniela Mercury, e no dia 11 de junho, a escritora publicou em sua coluna, no salom.com (http://www.salon.com/opinion/paglia/2008/06/11/hillary/index2.html), um artigo intitulado, "Obama's best veep choice - Plus: and Brasilian diva Madonna could aspire to". Em português: (A melhor escolha de Obama para Vice Presidente - Mais: e a Diva Brasileira que Madonna gostaria de ser).

        No dia 13 de agosto, a Professora Camille Paglia publicou, novamente, um artigo no salom.com intitulado: Obama's folksy come-on is as bad as Madonna's faux British -- and both are in desperate need of fresh inspiration. Plus: The elemental power of Daniela Mercury (http://www.salon.com/opinion/paglia/2008/08/13/mercury/index1.html), em que amplia sua análise sobre a artista Daniela Mercury.



        Ver Artigo traduzido (português):
        http://www.danielamercury.art.br/img_webcard/2008-08-26/completo.html

        Ver Artigo original (em inglês):
        http://www.salon.com/opinion/paglia/2008/08/13/mercury/index1.html

        BEZERRA DE MENEZES, espírita cearense , conhecido como o ¨ O MÉDICO DOS POBRES¨ .

        Mãos que emanam luzes

        Longa-metragem "Bezerra de Menezes: o Diário de Um Espírito" será lançado hoje em João Pessoa

        "Bezerra de Menezes: o Diário de Um Espírito", longa-metragem com direção assinada pelos cineastas cearenses Glauber Filho e Joe Pimentel, será lançado, hoje, no Box Manaíra, Sala 2, no Manaíra Shopping, e, simultaneamente, nas salas de cinema de todo o Brasil. A data foi escolhida por marcar o aniversário do cearense conhecido como o "Médico dos Pobres", e o filme tem distribuição nacional pela Fox Filmes do Brasil.

        O filme "Bezerra de Menezes: o Diário de Um Espírito" é uma produção da Trio Filmes, com realização da ONG Estação da Luz, e teve orçamento de R$ 2 milhões, contando com a participação de atores de renome nacional, como Carlos Vereza, que faz o papel principal do médico cearense Bezerra de Menezes, Lúcio Mauro, Caio Blat, Paulo Goulart Filho e Ana Rosa, além de um casting de atores cearenses. O filme teve locações em dois Estados. No Ceará, as locações foram em Fortaleza e nos municípios de Guaramiranga, Pacoti, Aratuba, Icó e Maranguape. A equipe de atores e da produção também fez gravações em Recife (PE).

        O longa-metragem foi elaborado a partir de uma extensa e cuidadosa pesquisa histórica pelo biógrafo de Bezerra de Menezes, Luciano Klein, e também pela roteirista Andréa Bardawill. Através do trabalho de figurino, maquiagem e cenário, o longa-metragem realiza uma fiel reconstituição da época em que viveu o médico, desde o seu nascimento, em 1831, na localidade de Riacho do Sangue, hoje, município de Jaguaretama, no interior do Ceará, até sua morte.

        Um dos pontos interessantes do filme é que nele o universo sertanejo permeia a trama em sua primeira fase, na qual Bezerra de Menezes vive a infância e a adolescência. Aos dezoito anos, o protagonista inicia no Rio de Janeiro seus estudos de Medicina. Na então Capital da República, elegeu-se vereador e deputado em várias legislaturas e defendeu as idéias abolicionistas. Mas o que lhe trouxe o maior reconhecimento de seu povo foi o trabalho anônimo realizado em prol dos desfavorecidos. Por conta disso, ficou conhecido como o "Médico dos Pobres". Seja como político devotado às causas humanitárias ou como médico conhecido por jamais negar socorro a quem batesse à sua porta, Bezerra de Menezes tornou-se um exemplo de homem e escreveu uma história de vida marcada pelo amor e pela caridade. Toda essa bela história é retratada no filme que estréia em 29 de agosto.A primeira versão do filme, registrada sob o formato de documentário ficcional, será incluída na versão para DVD, que estará disponível posteriormente.

        Os diretores

        Glauber Filho realizou vários curtas-metragens, entre eles "A Doença do Poço", "Borracha para Panela de Pressão" e "San Pedro, um Navio a Deriva". Produziu e dirigiu o longa "Oropa, França, Bahia", premiado pela Fundação Vitae e MacArtur. Recebeu diversos prêmios em festivais nacionais e internacionais de cinema, como o Festival Internacional de Figueira da Foz (Portugal), Festival de Cinema de Tondela (Portugal) e Videofest (Berlim- Alemanha). Como diretor publicitário, atuou em grandes produções cearenses, e também presidiu a TV Ceará entre 2003 a 2006.

        Joe Pimentel é fotografo e diretor. Já atuou como Diretor de Fotografia e Assistente de Direção de diversas produções, como "Sertão das Memórias", "Um Cotidiano Perdido no Tempo", "Villa Lobos - Uma Vida de Paixão", "Milagre em Juazeiro" e "O Noviço Rebelde". Como diretor, realizou vários curtas, entre eles "Retrato Pintado", filme que lhe rendeu as maiores premiações do cinema nacional como melhor filme e direção nos festivais de Brasília, Recife, Curitiba e Ceará. Atualmente, ele finaliza o curta "Câmara Viajante", e dirige a Trio Filmes.

        SAIBA MAIS

        A Associação Estação da Luz é uma entidade, sem fins lucrativos, que atua no município do Eusébio, Ceará. Ela desenvolve e realiza diversos projetos sociais nas áreas de educação, cultura, inclusão social, esporte e lazer. Suas ações visam divulgar uma cultura de paz e solidariedade. Informações pelo telefone (85) 3260.5140 ou através do endereço eletrônico www.estacaoluz.org.br.

        August 28

        PRO DIA NASCER FELIZ ONG de SANTA RITA PARAÍBA

        Divulgando trabalho de cidadania do amigo  Adriano

         

        ONG Pro Dia Nascer Feliz comemora três anos de contribuições à Santa Rita

         

                        Comemorando o terceiro ano de existência, envolvimento e contribuições para a comunidade de Santa Rita, a ONG Pro Dia Nascer Feliz realiza, na sexta, dia 29 de agosto, o evento "É Hora de Brincar", em parceria com o Instituto Alpargatas.

                 A realização contará com apresentações de grupos de cultura popular, além de apresentações de teatro, exibições de filmes através do cinema de rua e danças. Haverá também práticas esportivas e entrega de certificados para os alunos das escolinhas de futebol e taekwondo.

                 Na abertura, será realizado um desfile cívico, que apresentará à comunidade local e ao público um panorama do trabalho desenvolvido pela ONG. Com início marcado para as 18h30, a abertura contará ainda com a apresentação do Grupo Latocando, do PETI Funcionários II, de João Pessoa. O evento será realizado na sede da ONG, localizada na Rua da Independência, 147, no bairro da Liberdade, em Santa Rita.

        Se você tem uma conexão rápida e deseja
        August 27

        ¨SUTOR,NE SUPRA CREPIDAM¨

        BY  JOSÉ  VIRGULINO ALENCAR

        ¨SUTOR, ne supra crepidam¨


        O pintor grego Apeles(352 – 308 Antes de Cristo) é tido como autor da frase famosa, título desta crônica. Lenda ou não, conta-se que o pintor teve criticado um quadro seu por um sapateiro, que opinou sobre uma sandália de um personagem da pintura e estendeu sua crítica por toda a tela. Apeles, de imediato, protestou, recomendando ao sapateiro que não opinasse além das sandálias, por seu ofício de sapateiro, soltando a frase: “sutor, ne supra crepidam”, ou seja, “sapateiro, não vá além das sandálias”. Enfim, não emita opinião sobre o que não sabe. A frase virou aforismo, usado para aconselhar as pessoas a se limitarem a falar sobre o que entendem, não devendo ir além de seu parco conhecimento.

        É da natureza humana essa mania que se tem de querer opinar sobre tudo. Do peão caipira ao gênio intelectual, todos se permitem emitir conceitos e opiniões sobre qualquer assunto, mesmo que no final não fale “coisa com coisa”, como diz o vulgo.

        Há realmente sapiência nos ditos populares, nos aforismos até com um certo cunho filosófico criados por pessoas com pouquíssima instrução, mas com admirável capacidade de pensar. Porém nem tudo tem consistência de raciocínio.

        Do brasileiro, por exemplo, diz-se que ele tem muito de médico, de político, de jurista e de técnico de futebol, entre outros possíveis conhecimentos.
        Receitar remédio para o amigo que se queixa de qualquer incômodo já é mania nacional. Todo mundo tem pronta a indicação de um medicamento para o mal que se lhe apresente.
        Na política, a falação se estende por princípios, comportamentos, ética, moral, onde todo mundo defende um verdadeiro paraíso para o País, mas, no fim, nossa pátria amada está mesmo é para aquela fase de reparação de pecados que antecede a entrada no céu.

        Em matéria jurídica, a discussão é acalorada sobre os vários ângulos do direito, proliferando constitucionalistas de todos os matizes dando lições sobre o que diz a carta-magna, embora ninguém, nem os juristas de fato e de direito, a costumem respeitar. Lei no Brasil soa como brincadeira de mau-gosto, havendo leis que “pegam” e leis que não “pegam”, mais estas do que aquelas.

        No futebol, a pitacada vai longe, tendo todo mundo o seu time na cabeça, suas táticas, as armações em campo, os jogadores que devem ser escalados. A análise dos lances polêmicos são feitas com uma falação apaixonada, só não convencendo porque o ouvinte debatedor tem suas também inconvincentes interpretações.
        Na opinião pública, ninguém se entende sobre o futebol e, no campo, o preferido esporte do brasileiro já não encontra entendidos no domínio da bola e das táticas, fazendo hoje, o nosso futebol, um belo papelão no chamado tapete verde.

        Diante, então, de tanta exibição de sapiência generalizada, a gente, cá com nossos botões, ouvindo as explanações de tanto conhecimento das coisas, vendo muito abelhudo opinando sobre as sandálias dos personagens da vida e se estendendo por toda a tela da informação, muitas vezes exigente de especialidade, dá vontade de repetir Apeles e gritar: “sutor, ne supra crepidam”.

        Essa vontade é maior, quando vemos altos responsáveis em altas responsabilidades para as quais não estão, e isso é flagrante, preparados para assumi-las e conduzi-las, elaborando raciocínios que provocam uma verdadeira guerra nos seus neurônios, por tanta dissonância e contradição dos superficiais argumentos e das idéias conflitantes.

        Em bom português, aconselhemos os ilustres sabichões do falso conhecimento: “Sapateiro, não vá além das sandálias”.



         

        Escrito por Virgolino às 08h03
        [ (0) Comente e critique] [ envie esta mensagem ] [ link ]


        A CORRUPÇÃO E A FÁBULA DA HUMILDADE

        A corrupção e a fábula da humildade


        Por José Virgolino de Alencar

        Observando a difícil luta do Brasil para punir os corruptos, principalmente os que se homiziam em Brasília e se protegem com o manto da imunidade parlamentar, manto que se transforma em impunidade, logo me vem à mente a fábula que mostra como o ser humano tem enorme dificuldade de lidar com a humildade, mais precisamente, de encontrá-la dentro de si mesmo e com a qual pode-se fazer um paralelo com a corrupção brasileira.

        Conta a fábula que um grupo de extraterrestres chegou à Terra e procurou arrancar do peito do homem a humildade e, assim, vulnerabilizar sua personalidade para dominá-lo. Os seres extraterrenos abriram, então, o peito do homem e retiraram de lá a humildade e a levaram para o remoto plano cósmico, onde, pensavam eles, o homem jamais alcançaria.

        Entretanto, um dos alienígenas, reavaliando a inteligência do homem, chegou à conclusão de que ele(o homem) devassaria o cosmo e recuperaria a humildade. Decidiram voltar à Terra e devolver ao homem a humildade. A justificativa do ET para a devolução do nobre sentimento da humildade foi a de que o homem sente dificuldade em encontrá-la exatamente dentro de si mesmo.

        No âmago de sua intimidade, o sentimento da humildade é indevassável.

         Transportando a fábula para o Brasil, ou melhor, para Brasília, e fazendo um paralelo, é possível afirmar que os corruptos escondem-se na Capital Federal, essa ilha fabulosa brasileira, ilha da fantasia, porque espertamente notaram que o crucial problema de nosso país é localizar dentro de seu “peito”, ou seja, de Brasília o comportamento improbo, o vírus da impunidade.

        Por isso, ao contrário da fábula, é necessário ter coragem de abrir o “peito” do Brasil, extrair dele a corrupção, entregando aos ET’s para conduzirem ao espaço infinito e guardarem-na onde as artimanhas dos corruptos não possam atingir.

        É pena que isso venha a parecer apenas mais um fábula!

        August 26

        INTERCÂMBIO E DIFUÃO - MINc Nordeste

        PROGRAMA DE INTERCÂMBIO E DIFUSÃO CULTURAL
        Até março de 2009
        Está aberto o edital 2008 do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural, que cobrirá as viagens a se realizarem de julho de 2008 a março de 2009. O programa destina-se a artistas, técnicos e pesquisadores da área cultural, convidados a participar de eventos fora do seu local de residência, no Brasil e no exterior, para apresentar trabalho próprio, fazer residência artística ou curso de capacitação de profissionais da cultura. Podem se inscrever pessoas físicas, grupos ou entidades privadas sem fins lucrativos. O período de inscrição varia de acordo com o mês em que se realizará a viagem. Os formulários de requerimento devem ser entregues em via única, impressa e sem encadernação. A documentação enviada deve obedecer a Portaria MinC nº 4, de 26 de fevereiro de 2008. Edital, formulário e outras informações: www.cultura.gov.br/.
         
        Autorizamos a veiculação do conteúdo deste boletim em qualquer mídia,
        desde que citada a fonte
         
        divulgando:  MINc NOREDSTE
        August 24

        Falando sobre CANTA TORRE ARTICULAÇÃO CULTURAL DA TORRE - JOÃO PESSOA

         

        Citação

        CANTA TORRE ARTICULAÇÃO CULTURAL DA TORRE - JOÃO PESSOA
        CANTA TORRE ARTICULAÇÃO CULTURAL DA TORRE - JOÃO PESSOA
        Promovido por: EDUARDO ORBITANDO NA TORRE COM O FMC
        Data e hora: sábado, 6 de setembro de 2008 às 20:15
        Nome do local: NO SENTIDO CENTRO CIDADE/ BAIRRO É A RUA QUE DÁ CESSO AO MERCADO DA TORRE
        Exibir este evento no Windows Live

        EDUARDO ORBITNDO NA TORRE

        Programação do 3º Cantatorre* (06/09/08) – Av. Carneiro da Cunha s/n, Torre**.

        Grupos de Cultura Popular – 18h
        Cirandeiros do Vale de Gramame
        Grupo Afro Ilê Odara

        Inserções Poéticas – 19h
        Zanoni Yberville (S.O.S. Terra)
        Wilanny Brasão (Liberdade, Eu não Posso Fazer Nada... )
        Elba Góes & Grupo Beija Flor (Amar é... )

        Coletiva Musical – 20h
        Nuvens Psicodélicas
        Clementino Lins & Arautos Profanos
        Sandoval Fagundes
        Zéwagner Oliveira
        Alexandre França
        Wan’dinho Figueiredo & Banda
        Rubinho da Paraíba
        Flamarion Félix
        Bombinha
        Júnior Targino
        Febuk
        Dida Fialho
        Totonho

        Encerramento – 00h
        Homenagem em Vídeo.

        *Este Evento tem a realização da Articulação Cultural da Torre em parceria com o Fundo Municipal de Cultura - FMC. Projeto 068/2008.
        ** A Av. Carneiro da Cunha é a que dá acesso ao mercado da Torre, no sentido centro da cidade/ bairro.

        Cont.: 88529427/88547145

        SANDOVAL FAGUNDES

        apagar 14:27 (4 horas atrás)

        Sandoval:

        Domingo, 24 de Agosto de 2008
        O infinito da palavra
        (para minha amiga Juliana Goldfarb)


        não há desgaste na verdade da fala
        quando a palavra amor continua despida
        exibindo em vida a sua inocência e beleza
        não se pode articular os sentidos desse verbo
        sem mostrar que a alma é o exercício da doação
        para aquelas pessoas que só conheciam a troca
        não é possível falar de amor com intenção
        quando essa palavra define a completude
        onde não há mais nada o que se possa Ser

        MACHADO DE ASSIS por BRAULIO TAVARES

        Machado: “A Chinela Turca”

        Talvez uma das razões que fizeram de Machado de Assis um escritor de enredos minimalistas, quase inexistentes, seja o fato de que ele viveu numa época parecida com a nossa, quando os enredos veementes, fantasiosos, cheios de peripécias, faziam as obras de sucesso popular.  O espaço hoje ocupado pelo cinema e pelas telenovelas pertencia, no tempo de Machado, ao romance em folhetins e ao melodrama teatral; e é contra esses dois moinhos de vento que ele investe em “A Chinela Turca” (em “Papéis Avulsos”, 1882), mais com “a pena da galhofa” do que com “a tinta da melancolia”. Releia o conto, leitor amigo, e veja o quanto eram familiares ao nosso escriba os recursos do melodrama.  
        É noite. O bacharel Duarte está se aprontando para ir fazer cerca-lourenço a uma namorada, quando irrompe-lhe em casa o major Lopo Alves, com a notícia de que acaba de compor um drama.  Duarte não tem como negar atenção ao major, e concorda em submeter-se à leitura, que é um suplício: “Nada havia de novo naquelas cento e oitenta páginas, senão a letra do autor.  O mais eram os lances, os caracteres, as ‘ficelles’ e até o estilo dos mais acabados tipos do romantismo desgrenhado”.  Peripécias absurdas se sucedem. Duarte cochila, e de repente vê que o major guarda os papéis e sai. Então... surpresa!  Entra-lhe de casa adentro um homem que anuncia ser da polícia, acusa-o do roubo de uma chinela turca, e o conduz sob protestos a uma mansão onde Duarte entra de olhos vendados, encontra um padre misterioso, e é levado a um salão, na presença de uma dama belíssima.  Um homem de arma em punho anuncia-lhe que terá de casar com a dama, fazer um testamento deixando-lhe tudo que possui, e em seguida beber “certa droga do Levante”.  Duarte recebe a inesperada ajuda do padre (que lhe sussurra: “Não sou padre, sou tenente do exército”).  Pula pela janela, foge pela escuridão da noite, perseguido pelos esbirros da mansão, entra por uma casa, e ali vê o Major Lopo Alves lendo um jornal, “cujas dimensões iam-se tornando extremamente exíguas”...  O Major profere a última fala do seu drama, e encerra a leitura.
        O jornal que vira folha de manuscrito é o mesmo hipopótamo do delírio de Brás Cubas, que se reduz às dimensões de um gato real.  Durante a leitura de uma peça maçante, Duarte viajou mentalmente para uma aventura tão “ultra-romântica” quanto o drama do major, porém mais conforme com seu momento emocional e com a existência de uma namorada inacessível.  E ele conclui dizendo: “O melhor drama está no espectador e não no palco”.
        Duarte substitui a fantasia melodramática do Major por uma de sua própria lavra; Machado ironiza as duas, mas reconhece a necessidade terapêutica de fantasiar, a vantagem de substituir “o tédio por um pesadelo”.  Mas na frase final do conto cifra o que seria sua literatura da madureza: o romance do espaço interior, romance da mente, romance do discurso verbal que a move, o romance de personagem, e não de peripécia.