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August 26 ESQUENTAI VOSSOS PANDEIROS JACKSONIANOS II - 2009ESQUENTAI VOSSOS PANDEIROS JACKSONIANOS Projeto patrocinado
pelo FIC tem início neste dia 31 de agosto 2009 em Alagoa Grande Em 31 de agosto de
1919 nascia nos arredores de Alagoa Grande, no brejo paraibano um dos
maiores ritmistas do Brasil. No aniversário dos 90 anos de nascimento
de Jackson do Pandeiro, a Associação Cultural e Recreativa Anjo Azul
sob Curadoria da TRATO Assessoria e Produção Cultural, dá inicio a
partir desta segunda-feira, 31 de agosto, as oficinas de TEATRO do
projeto Esquentais Vossos Pandeiros Jacksonianos, especialmente para a
população habotante na cidade que acolheu no nosso REI DO RITMO. “Temos como principal
objetivo aproximar a nova geração dessa produção cultural que cresce, nas diferentes vertentes jacksonianas ¨
diz Ednamay Cirilo - Presidente da Associação Cultural Anjo Azul. Como forma
de estimular essa aproximação serão realizadas oficinas de teatro, em Alagoa Grande , de
música e artes visuais na cidade de João Pessoa. O projeto
surgiu do anseio da Associação Anjo Azul em interligar as cidades
de João Pessoa e Alagoa Grande através da obra de Jackson do Pandeiro, preservando assim sua memória . As oficinas
têm como público alvo artistas, estudantes municipais e iniciantes em teatro,
música e artes visuais. “Acreditamos que o contato de forma lúdica
com as produções de Jackson do Pandeiro propiciará aos jovens a expansão
dos conhecimentos e o interesse por buscar novas informações¨. O projeto será
encerrado no mês de novembro, com uma festa em duas etapas, primeiro em
Alagoa Grande , uma especie de revista carnavalesca, e posteriormente
em João Pessoa, onde serão apresentados os resultados dos três meses de
oficinas , na sede oficial da Associação Cultural Anjo Azul,
localizada no Centro Cultural de Terceiro Setor Thomáz Mindello,
tendo a palestra sobre a vida e obra de Jackson do Pandeiro como tema
central da noite. OFICINAS ARTES PLÁSTICAS Tem como objetivo promover
o acesso as artes plásticas, como atividade que acolhe e interage diretamente
jovens, adultos ,melhor idade. A oficina Jacksoniana buscará
representar a musicalidade do Rei do Ritmo através de telas e estandartes
trabalhando cores e brilho .A creditamos que assim vamos despertar,
positivamente, as emoções pela arte dos caminhos percorrido por Jackson do Pandeiro. Oficineira : Dulce Abstrato Artista plástica desde
1997 e oficineira desde 2007. Já participou de projetos aprovados pelo
Ministério da Cultura em OGN´s da cidade de João Pessoa , Itabaiana,
Guarabira e da cidade de Itabuna-BA. Atuou como oficineira na
ASTRAPA, Grupo de MULHERES MARIA QUITÉRIA e Grupo BIGORNA, localizados
no Centro Cultural Terceiro Setor Thomáz Mindello, além de várias
oficinas pela Prefeitura Municipal de João Pessoa. MONTAGEM TEATRAL Proporcionar aos alunos-atores
uma vivência teatral completa, desde sua concepção, passando pela
preparação do ator, construção do personagem, ética teatral, jogos
dramáticos, improvisação, expressão corporal, caracaterização,
cenografia, concepção de figurinos, música, linha temática de iluminação,
pesquisa e experimentações práticas de grupo. A oficina culminará
na montagem de uma performance teatral/musical intitulada “Rei do
Ritmo” em comemoração aos 90 anos de Jackson do Pandeiro. Oficineiro: Netto Ribeiro Ator, performático
e diretor, Netto Ribeiro é fundador do Ser Tão Teatro
e atua na cena paraibana há 10 anos. Em 2003, conquistou o prêmio
de Melhor ator no FESTGUAÇUI – ES. Idealizou, produziu e dirigiu
o Projeto 15 Cultural,2006, que teve no repertorio os musicais
“Vila Cazuza” e “Ópera do Chico”. Sua trajetória inclui trabalhos
no teatro, na teledramaturgia, e em longa metragens como Canta Maria
de Francisco Ramalho Junior. Percussão (Pandeiro) O pandeiro
tem origem moura e é utilizado nos contextos erudito e popular.
Jackson do Pandeiro é um dos maiores nomes da Música Brasileira
e soube miscigenar sonoridades múltiplas, trazendo para nossos ouvidos
as mais suingadas canções de nosso cancioneiro popular. Nossa oficina
trabalhará ritmos brasileiros, fazendo uso do repertório de Jackson
do Pandeiro, procurando desenvolver técnicas básicas para o aprendizado
do pandeiro, buscando aliar teoria e prática em atividades de canto
e execução instrumental. Oficineiro: Ely Porto Formado pela Universidade
Federal da Paraíba e músico atuante no cenário artístico do estado,
já desenvoleu projetos com Cabruêra, Escurinho& Labacé;
Os Caba; Mestre Fuba, Cátia de França; Biliu de Campina; As Párea;
La Gambiaja; Batuque Quebra-Quilos; Círculo de Tambores; Nação Maracahyba;
Maíra Barros e Antônio Barros & Cecéu; ÔdeCasa; Anne Raelly.
Composições e Participações em CDs: O Melhor Do Forró no Maior
São João do Mundo e Heimatklange Sons da Terra com Cabruêra e As
Parêa,XIII MpbSesc,O Som de Todas as Lutas com As Parêa. O projeto foi contemplado
no edital 2008 do Fundo de Incentivo a Cultura Lei Augusto dos Anjos
(FIC). OUTRAS INFORMAÇÕES anjoazuldobeco@gmail.com 83.8862 6826 anjoazuldobeco.ning.com Ednamay Cirilo Leite - proponente do projeto ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA ANJO AZUL - REALIZADORA TRATO Assessoria e Produção Cultural Av. Nego, 200, sala 108, Tambaú (Ed. Esquina 200), CEP. 58039-100, João Pessoa / PB 83 – 3512 6799 / 8710 6799 anjoazuldobeco@gmail.com83.88626826 CONSTRUINDO A I CONFECOM - CONFEREÊNCIA DE COMUNICAÇÃOO Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social reafirma seu compromisso com a construção da I Conferência Nacional de Comunicação, do qual é parte ativa há mais de dois anos, e sua crença de que o campo dos representantes de trabalhadores e dos movimentos sociais deve lutar para que ela tenha caráter amplo e democrático. Consideramos que a posição de setores do Governo Federal em defender 40% dos delegados para o setor empresarial e quórum de 60% para aprovação de propostas contraria esse caráter, e não deve ser aceita. É possível e desejável buscar uma saída negociada para esse impasse, mas não é possível aceitar uma negociação em que só uma das partes cede e em que a proposta inicial é a mesma que a final. Consideramos importante os setores representantes dos movimentos sociais e dos trabalhadores na Comissão Organizadora Nacional manterem a defesa da proposta da Comissão Nacional Pró-Conferência, aprovada por consenso naquele espaço. Ela contemplava a divisão dos delegados com 20% para o poder público e 80% para a sociedade. No limite, a elaboração pactuada admitia uma divisão que previa 20% para o poder público, 30% para cidadãos e entidades da sociedade em geral e 50% para atores do campo da comunicação, divididos entre 25% para entidades e trabalhadores e 25% para os empresários da área. A nosso ver, qualquer negociação deve ser feita a partir desta proposta. Assumir a proposta do governo como a proposta possível só contribui para o enfraquecimento da Conferência como espaço de construção de posições legítimas e democráticas sobre políticas de comunicação. Temos compromisso com a realização da Conferência e com a participação neste espaço, mas achamos fundamental que as entidades da Comissão Organizadora Nacional defendam seu caráter amplo e democrático, seguindo as posições apontadas pelas Comissões Estaduais e pela Comissão Nacional Pró-Conferência. Neste momento de indefinições, os diferentes pontos-de-vista entre as entidades do mesmo campo devem ser vistos com naturalidade e tratados no âmbito da argumentação política, sem desqualificações ou insinuações de qualquer tipo. A despeito de qualquer divergência política, temos absoluto respeito por qualquer posição tomada pelas entidades deste campo. As diferentes avaliações de conjuntura e as decisões políticas tomadas por cada entidade sempre podem fortalecer nossa luta em comum, desde que apresentadas dentro de um espírito de respeito mútuo e de lealdade à construção coletiva. É assim que o Intervozes vem buscando atuar. Qualquer manifestação de associado deste coletivo em direção contrária expressa apenas sua posição individual, não devendo ser confundida com posição institucional. Saudações, Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social ENECOS Carta aberta da Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social – ENECOS A 13 de agosto, representantes do setor empresarial se retiraram deliberadamente do processo de construção da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Retiraram-se sob argumentos de defesa da constitucionalidade no que concerne a princípios como a "livre iniciativa, da liberdade de expressão, do direito à informação e da legalidade". É preciso trazer a público esse debate. A Executiva Nacionald@s Estudantes de Comunicação Social (ENECOS), bem como outras entidades da sociedade civil não-empresarial, em nenhum momento apresentou relutância quanto aos princípios constitucionais. Ao contrário do que dizem os empresários, durante todo o processo de construção da Confecom, assumimos para nós não somente os princípios apontados por este setor, como também exigimos a todo custo outros que também constam na Constituição de 1988. Exigimos a complementaridade entre sistemas público, privado e estatal, o respeito e a promoção dos direitos humanos, a garantia de mecanismo de controle público sobre os meios de comunicação. Consideramos a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) como uma conquista histórica do povo brasileiro, que pela primeira vez poderá participar da elaboração das políticas públicas no setor da Comunicação. A ENECOS entende a saída dos empresários como uma falta de compromisso com o processo democrático que caracteriza essa Conferência. Desde o início dos trabalhos desempenhados pela Comissão Organizadora Nacional (CON), o empresariado se mostrou relutante em discutir questões do controle público e social dos meios de comunicação, defendendo uma Conferência que somente problematizasse o atual processo de digitalização pelo qual passa o setor de radiodifusão. Vemos essa retirada como mais um artífice na tentativa de impedir a livre realização da Confecom. Ainda assim, reconhecemos a importância do setor empresarial para que de fato a Confecom seja um espaço plural, com debates abertos e democráticos. E por defender isso, exigimos que as 8 entidades da CON que estão representando a sociedade civil, sigam as deliberações da Comissão Nacional Pró-Conferência de Comunicação (CNPC). No entanto, não nos furtamos da legitimidade e da legalidade do processo enquanto marco para a formulação de políticas públicas para o campo das comunicações. Há dois anos, a CNPC vem exigindo a realização desta Conferência, A ENECOS não aceita que este governo se sinta ameaçado e fique acuado as chantagens empresárias, como na proposta de proporcionalidade de delegados, onde estariam reservadas 20% das vagas para o governo, 40% para as entidades sociais e 40% para o setor empresarial. Não vemos motivo plausível para que este último setor tenha garantido, preliminarmente, 40% do total de delegados da Confecom. Atentamos para a total ausência dos empresários nos processos estaduais das Conferências e questionamos: qual a legitimidade deste setor se o mesmo não tem se envolvido nas etapas regionais e, agora, se retira da nacional? Não concordamos, também, em absoluto, com a exigência de quorum mínimo qualificado de 60% para aprovação de questões sensíveis, sugerido pelo governo. Achamos que tal medida inviabilizaria a tirada de resoluções, atravancando o processo democrático e permitindo que a conferência se torne apenas um evento de fachada. Sendo assim, a ENECOS enxerga como caminho viável a tiragem de delegados em proporção de 80 % sociedade como um todo (empresarial e não empresarial) e 20% governo, acreditando que este é o caminho mais democrático e plural pelo qual a conferência poderá acontecer. Exigimos a imediata aprovação do regimento interno, e devemos considerar que já existem estados que estão realizando suas conferências, e o governo ainda não decretou o regimento da nacional. É um absurdo. Defendemos por fim o retorno dos 8,2 milhões de reais originalmente destinados à Confecom, cortados por arbitrariedade do governo. Entendemos que o processo de conferência não se realiza com o atual montante destinado (1,6 milhões), dada a proporção que essa conferência visa atingir. Mesmo que o governo sofra com os cortes de recursos, pois achamos inadmissível a liberação de dinheiro para banqueiros se salvarem da crise, assim não podendo aceitar que o corte tenha que vir exatamente em cima de um processo que visa o fortalecimento do dialogo, da democracia e da pluralidade no país. Acreditamos e lutamos por uma Conferência Nacional de Comunicação, ampla e plural, por isso vamos continuar na mobilização e na organização, e enfatizamos para que outras entidades da sociedade civil continuem seus processos de mobilização, pois somente com a nossa organização coletiva, iremos conquistar mais essa vitoria para toda a sociedade. Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social
August 23 AUDIÊNCIA PÚBLICA DEPUTADO RODRIGO SOARES DO PT PARAHYBAPLENÁRIA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA, AUDITÓRIO MARIZ LOTADO PARA A CRIAÇÃO DA SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DA PARAHYBA .
ARTISTAS E PRODUTORES CULTURAIS DA SOCIEDADE CIVIL E SETORIAIS ESPECIFICOS.
Ednamay , Augusta, Michael, Ivaldo entre outros,
19 de agosto 2009.
SECRETARIO DO MINc PELA DIVERSIDADE , AMÉRICO CÓRDULA
DEPUTADO ESTADUAL - RODRIGO SOARES PT
PRESIDENTE IPHAN - ELIANE
EDMILSON CANTALICE FALA DA IMPORTÂNCIA DE NOSSA SECRETARIA DE CULTURA DESVINCULAR-SE DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CAMINHAREM JUNTAS
MÍIDIA E SETORAIAL DE CULTURA DO PT PARAHYBANO - LÚCIO FIGUEIREDO PRODUTOR CULTURAL IVALDO GOMESSistema Nacional de Cultura e a Paraíba Ivaldo Gomes Participei ativamente do Seminário Nacional de Cultura realizado no Espaço Cultural nesses dias de 20 e 21 do corrente mês. Foi um seminário corrido mais estimulante em termos dos temas tratados. Gosto de ver uma discussão tomando forma, mesmo depois de uns vinte anos de discussão, mas sendo explicitada e pautada pela discussão, acúmulo de conhecimento e por um consenso de interesses convergentes. Agora - de fato - temos um plano. Um roteiro para o equacionamento dos problemas e das soluções para a cultura no Brasil. Claro, isso sendo colocado como questão de planejamento, de estratégia. Pois a cultura brasileira será sempre sem eira e nem beira, sem cabresto e sem cercados. Apesar dos feudos, o exercício libertário da cultura não tem limites. O limite é a criação. Está de parabéns o Ministério da Cultura por tamanha envergadura de trabalho, com uma equipe tão reduzida e ainda mal paga. Mas o mundo vai mudar. Acredite. Quanto a Paraíba, lamentamos informar que estamos entrando no Sistema Nacional de Cultura, por livre e espontânea pressão dos acontecimentos. Pois a Paraíba resiste às mudanças no trato cultural. Por mais que se explicite – e já se vão bons vinte anos – a Paraíba vai fazer sua ‘reforma’ cultural na base da pressão das evidências e das mudanças no trato do entendimento da gestão pública cultural. Ou o Estado da Paraíba e sua governança criam a Secretaria Estadual da Cultura; Reformula o Conselho Estadual da Cultura; Define recursos no orçamento para o Fundo da Cultura; além da realização da sua Conferência Estadual da Cultura ou ficará de fora do Sistema Nacional de Cultura. É uma questão de opção. Mas é bom lembrar que o Governo da Paraíba - nesses últimos dez anos - já poderia ter feito isso de forma mais conseqüente e não o fez. Agora terá que fazê-lo sob pena de ficar de fora da discussão e da organização que o Sistema Nacional de Cultura criou. Resta-nos não procurar culpados, mas propostas para melhoria do setor cultural da Paraíba. Uma Paraíba que precisa, inclusive, ser reconhecida por si mesma. A cultura produzida pelos paraibanos deve ser circulada na Paraíba. E isso é uma tarefa de ontem. Pois nesse setor cultural estamos atrasados em relação aos nossos estados vizinhos, por exemplo. No carnaval de Olinda e Recife foram gastos esse ano algo em torno de cem milhões de reais das Prefeituras de Olinda, Recife e Governo Estadual. Aqui em João Pessoa o nosso Folia de Rua não deve ter arrecadado quinhentos mil reais esse ano. Nos últimos dez anos talvez chegue a dez milhões de reais os investimentos que o Estado da Paraíba fez efetivamente em cultura. E isso praticamente nós últimos cinco anos. Portanto, o tempo ruge. Pois estamos atrasados em nossa tarefa de casa. Não poderíamos sair de um seminário como esse sem um norte, uma direção. E fizemos de publico uma proposta para que o Governo do Estado, com a participação efetiva do MINC e das prefeituras, promovam antes da Conferência Estadual um Fórum para discutir uma pauta de quatro pontos: a) Que modelo de Secretaria da Cultura queremos e com quais condições; b) Reformulação do Conselho Estadual da Cultura com a participação paritária da sociedade; c) Definição de um percentual do orçamento estadual para ser aplicado no Fundo de Cultura e d) preparação da Conferência Estadual da Cultura que deve acontecer antes do dia 15 de dezembro de 2009 para todo o Brasil. Sugiro que o Fórum de discussão dessas questões aconteça nos dias 23 e 24 de outubro vindouro no Espaço Cultural. E me ofereço pra ajudar no que for possível. August 05 PARRÁ - A ELEGÂNCIA DO RITMOParrá – a elegância do ritmo.
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DIÁRIO DE UM LOUCO
Acompanhe a trajetória do grupo Lavoura, encenando o clássico de Gogol no Projeto Palco Giratório, do SESC. O link está na imagem. Quem sou eu
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